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BRASIL

13 de março: Nordeste leva mais de 100 000 manifestantes às ruas

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Recife, Maceió e Salvador foram as cidades do Nordeste com as maiores manifestação na manhã deste domingo. No Recife, organizadores do protesto estimam que 80.000 pessoas compareceram à orla de Boa Viagem, Zona Sul da cidade. A Polícia Militar não divulgou estimativas. Em Maceió, 25.000 manifestantes estiveram na Praia de Jatiúca, segundo a Polícia Militar alagoana. Em Salvador, a PM local estimou 20.000 manifestantes.

No Recife, o destaque ficou por conta da presença dos parlamentares que integram a bancada de oposição ao governo Dilma Rousseff no Congresso Nacional. Os deputados Jarbas Vasconcelos (PMDB), o deputado Mendonça Filho (DEM) e Augusto Coutinho (Solidariedade) foram ao ato na companhia de amigos, familiares e correligionários.Entre as alegorias presentes, estava o boneco de olinda do juiz Sérgio Moro, principal homenageado. A alegoria estava vestida com uma toga preta e com adesivos “Já Basta” e “Fora Dilma” colados pelo corpo. Em outro ponto da capital pernambucana, no Bairro do Recife, um grupo pró-Dilma se reuniu em uma manifestação a favor da presidente, do PT e do ex-presidente Lula. Parlamentares, ex-parlamentares e simpatizantes do PT discursaram e gritaram palavras de ordem contra o que classificam como “tentativa de golpe”.

Com gritos de Fora Dilma e pedidos de prisão para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os manifestantes de Maceió percorreram cerca de 3 km, entre as orlas da Jatiúca e Ponta Verde. Uma cobra gigante com o rosto do ex-presidente Lula foi a novidade na capital alagoana. Centenas de pessoas aproveitaram para tirar selfies ao lado da “Jaraleco”, “a mistura de Jararaca com Pixuleco”. Não faltaram gritos de protestos contra os três senadores alagoanos Renan Calheiros (PMDB-AL), Fernando Collor (PTB-AL) e Benedito de Lira (PP-AL).

Em Salvador, os manifestantes gritavam palavras de ordem como “Fora Lula”, “Fora Dilma”, “Fora PT”. O número era bem superior à expectativa dos grupos que organizaram o movimento, que era de um público entre 6 000 a 7 000 pessoas. As manifestações iniciaram com uma grande carreata formada em sua maioria por veículos do tipo jipe em Salvador. Bandeiras do Brasil tremulavam nas janelas dos carros, que promoviam ainda um buzinaço.Os carros percorreram a orla de Salvador em direção ao Farol da Barra, local da concentração dos manifestantes.

​Outras cidades como São Luís e Belém, no Pará, também tiveram manifestações. Na capital maranhense, 2 500 pessoas compareceram ao ato. Na capital paraense, 10 000 pessoas estiveram nas ruas protestando. No período da tarde será a vez de Fortaleza, Rio Branco, Manaus, João Pessoa, Teresina, Natal e Aracaju realizarem seus protestos.

(com Estadão Conteúdo)

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Expectativa de vida no Brasil sobe para 76,6 anos em 2019

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A expectativa de vida ao nascer no Brasil em 2019 era de 76,6 anos, segundo dados da Tábua da Mortalidade, divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa é 0,3 ano superior à de 2018, divulgada na pesquisa do ano passado (76,3 anos).

A Tábua da Mortalidade é divulgada anualmente pelo IBGE e usa como referência dados de 1º de julho do ano anterior.

O dado, que é uma média da expectativa de vida dos dois sexos, foi publicado na edição de hoje (26) do Diário Oficial da União. A divisão do dado, por sexo, será feita às 10h pelo IBGE.


Agência Brasil

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BRASIL

Sem opção: depois de arroz, óleo e carne, preço da batata dispara 33%

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Depois de ver o preço do arroz, do óleo e da carne dispararem, o brasileiro agora faz as contas na hora de comprar batata. O preço do tubérculo disparou 33,37% entre outubro e novembro, segundo a prévia da inflação oficial do país medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador, IPCA-15, foi divulgado nesta terça-feira (24).

O pior é que esse reajuste não veio sozinho. Todos aqueles itens que já vinham aumentando continuaram na escalada de preços entre meados do mês passado e deste. O óleo de soja para fazer a batata frita subiu 14,85%, a carne para o bife aumentou 4,89% e o arroz continuou sua escalada, com reajuste de 8,29%.

A Associação Paulista de Supermercados (Apas) já tinha detectado essas variações nos preços dos varejistas do estado de São Paulo. O levantamento divulgado na quinta-feira (19) pela entidade mostrava aumento em outubro de 22,5% na batata, 16,4% no óleo de soja e 5,38% na carne. Segundo a associação, entre os cortes que registraram inflações estão a picanha (11,16%), patinho (8,67%) e contrafilé (7,16%).

Razões climáticas

Segundo análise do Cepea-USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o final da safra de inverno da batata e uma quebra de produção na região Sul diminuíram a oferta do produto e influenciaram na alta dos preços.

De acordo com os analistas do centro, a quebra no Sul se deveu ao baixo volume de chuva registrado durante as fases de plantio e desenvolvimento da cultura. A expectativa é que o volume comece a aumentar nas próximas semanas. Se isso se confirmar, o preço deve cair.

Puxado pelo grupo de alimentos e bebidas, o IPCA-15 marcou 0,81% em novembro, o maior número para o mês desde 2015.

Para elaborar o indicador deste mês, os preços foram coletados entre 14 de outubro e 12 de novembro e comparados aos valores pesquisados entre 12 de setembro a 13 de outubro.

Revista Fórum

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