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SAÚDE

Adesivo ‘inteligente’ de insulina é promessa para diabéticos 1

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Washington, 23 Jun 2015 (AFP) – Um adesivo “inteligente” capaz de detectar o aumento do açúcar no sangue e injetar insulina de forma indolor foi testado com sucesso em ratos, um anúncio animador para milhões de diabéticos no mundo todo.

Esse dispositivo subcutâneo do tamanho de uma moeda pequena é recoberto de cerca de 100 microagulhas similares a um cílio.

As “microagulhas” são dotadas de compartimentos microscópicos, que contêm enzimas sensíveis à glicose. Também são sensíveis à insulina, liberada se os níveis de açúcar detectados no sangue estiverem muito elevados, explicam os criadores do dispositivo, apresentado nesta segunda-feira nos Anais da Academia Nacional de Ciências (PNAS, em inglês).

O “patch” conseguiu reduzir durante nove horas a proporção de glicemia nos ratos de laboratório afetados por uma variedade do diabetes tipo 1, ou juvenil.

Os inventores do adesivo consideram que outros testes clínicos são necessários antes de seu uso em humanos, mas consideram-no bastante promissor.

“Concebemos um adesivo para diabéticos que funciona rapidamente, que é fácil de usar e fabricado com materiais atóxicos e biocompatíveis”, relatou o professor Zhen Gu, do Departamento de Engenharia Biomédica da Universidade Estadual da Carolina do Norte (UNC/NC State University), principal autor desses trabalhos.

Os pacientes de diabetes tipo 1 e aqueles afetados por um tipo avançado de diabetes adulto, ou tipo 2, tentam manter os níveis de glicemia sob controle com injeções de insulina. O procedimento é, com frequência, doloroso e impreciso.

G1

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SAÚDE

Quatro sinais de deficiência em vitamina D

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Fique atento.

A vitamina D, ou a vitamina ‘do sol’, é essencial para o bom funcionamento do corpo. Esta vitamina é obtida principalmente através da exposição ao sol, embora os suplementos dietéticos e certos alimentos também possam ser fontes do nutriente.

Assim, deve ficar atento a estes quatro sinais de deficiência em vitamina D:

    1. A vitamina D desempenha um papel na função imunológica. Um dos sintomas mais comuns da sua deficiência é um risco maior de doenças ou infecções.

    2. A fadiga e o cansaço excessivos podem ser um sinal de deficiência de vitamina D. Tomar suplementos pode ajudar a melhorar os níveis de energia.

    3. Níveis baixos de vitamina D no sangue podem ser uma causa ou um fator contribuinte para dores nos ossos e na região lombar.

    4. A depressão está associada a baixos níveis de vitamina D e alguns estudos descobriram que a suplementação melhora o humor.
  1.  
      POR NMBR

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SAÚDE

Infectologistas recomendam suspensão de bebida alcoólica 14 dias antes da vacinação

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O consumo de álcool e a vacina não combinam. Com a campanha de imunização contra a Covid-19 em andamento, os especialistas alertam para alguns cuidados que devem ser tomados antes e depois de receber a dose para não interferir na resposta imune contra o vírus. O consumo de bebidas alcoólicas precisa ser evitado para garantir a eficácia do imunizante.

O médico infectologista e diretor do Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, Fernando Chagas, explicou que a bebida alcoólica não é recomendável para quem vai se vacinar contra a Covid-19.

O médico explicou que o álcool atrapalha a ação do linfócito T, uma célula muito importante na ação contra o coronavírus. “É importante dar uma pausa de pelo menos 14 dias antes da vacina e até quatro semanas depois da segunda dose”, explica o infectologista.

Conforme observou Fernando Chagas  o álcool também reflete na diminuição da imunidade e na redução da criação de anticorpos, deixando o paciente exposto, mesmo vacinado. Ele esclarece quais são as recomendações para alguns outros grupos.

De acordo com Fernando Chagas, a quimioterapia atrapalha muito a imunidade do paciente, dependendo do tipo de medicamento e do tempo de tratamento. Quando estiver perto do período de vacinação, o médico sugere uma visita ao oncologista para tratar sobre a liberação para receber a primeira dose.

Uma pesquisa divulgada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Conselho Filipino para Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, aponta que beber demais pode afetar a resposta do corpo e diminuir a eficácia das vacinas contra a covid-19 no indivíduo.
Além da diminuição do grau de eficácia, o consumo de álcool também pode tornar a duração da imunidade menor, o que pode fazer com que sejam necessárias doses de reforço após as duas primeiras.

Desde que as primeiras doses começaram a ser aplicadas no Brasil, existe uma ansiedade em torno da possibilidade da retomada do “antigo normal”. Mas, apesar dos imunizantes serem importantes aliados na luta contra a pandemia, os cuidados individuais também são indispensáveis.

Segundo os infectologistas, o sistema demora pelo menos 14 dias depois da vacina para começar a produzir anticorpos, e a pessoa só fica protegida de fato depois da segunda dose caso o imunizante não seja de dose única.

PB Agora

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