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SAÚDE

As vezes o seu olho treme? Então você precisa saber isto! Pois não deve nem imaginar o motivo!

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Alguma vez sua pálpebra tremeu sem que você tivesse mínimo controle? Isso é um fenômeno comum, e não há motivo para se preocupar, mas é importante saber o motivo e porque ocorre. Muitos confundem com um “tique nervoso” ou com sintomas de uma doença grave, mas não é nada disso. O nome cientifico para isso é blefarite, que na realidade é um tremor que na maior parte de vezes afeta a pálpebra inferior, constituído por contrações voluntárias do músculo orbicular das pálpebras e de duração limitada. A blefarite é causada por uma carga excessiva de tensão nervosa: Stress e falta de sono. Como já dito anteriormente, não existe risco nenhum à saúde, mas esse “alarme” nos alerta que tem algo errado. Mas caso isso já esteja virando um desconforto, é necessário procurar um neurologista e pedir a opinião. Esse tremor é na maioria das vezes temporário, caso se prolongue por dias, procure um médico. Você pode tomar alguns passos para reduzir ou pelo menos aliviar os tremores: Primeiramente, pode realizar uma auto-massagem, feita com a ponta do dedo em movimentos circulares.

Também pode-se lavar o rosto apenas com água, evitando sabonetes e etc, e não secar com a toalha. Como os tremores acontecem também por causa do stress, é interessante procurar recuperar a serenidade: ir em algum lugar calmo, respirar fundo, caminhar ou até mesmo ir em um spa ( que maravilha em!). Em alguns outros casos, o tremor dos músculos das pálpebras é chamado de mioquimia, que pode resultar de uma alergia, consumo de álcool, consumo excessivo de cafeína, ou olhos muito cansados e secos.

As pessoas que possuem alergias oculares, na maioria das vezes possuem excesso de lágrimas acompanhada por coceira. Já outros estudos dizem que o que pode causar os movimentos descontrolados é a falta de nutrientes, tais como, potássio e magnésio. No entanto, são necessários mais estudos sobre o assunto para confirmar a validade científica para todas essas suposições. Mas como magnésio não faz mal, você pode adicionar a seu cardápio mais alimentos com magnésio. Deve-se informar que o único remédio, para casos graves, consiste em injeções de botox, após uma consulta médica especializada.

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SAÚDE

Quatro sinais de deficiência em vitamina D

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Fique atento.

A vitamina D, ou a vitamina ‘do sol’, é essencial para o bom funcionamento do corpo. Esta vitamina é obtida principalmente através da exposição ao sol, embora os suplementos dietéticos e certos alimentos também possam ser fontes do nutriente.

Assim, deve ficar atento a estes quatro sinais de deficiência em vitamina D:

    1. A vitamina D desempenha um papel na função imunológica. Um dos sintomas mais comuns da sua deficiência é um risco maior de doenças ou infecções.

    2. A fadiga e o cansaço excessivos podem ser um sinal de deficiência de vitamina D. Tomar suplementos pode ajudar a melhorar os níveis de energia.

    3. Níveis baixos de vitamina D no sangue podem ser uma causa ou um fator contribuinte para dores nos ossos e na região lombar.

    4. A depressão está associada a baixos níveis de vitamina D e alguns estudos descobriram que a suplementação melhora o humor.
  1.  
      POR NMBR

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SAÚDE

Infectologistas recomendam suspensão de bebida alcoólica 14 dias antes da vacinação

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O consumo de álcool e a vacina não combinam. Com a campanha de imunização contra a Covid-19 em andamento, os especialistas alertam para alguns cuidados que devem ser tomados antes e depois de receber a dose para não interferir na resposta imune contra o vírus. O consumo de bebidas alcoólicas precisa ser evitado para garantir a eficácia do imunizante.

O médico infectologista e diretor do Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, Fernando Chagas, explicou que a bebida alcoólica não é recomendável para quem vai se vacinar contra a Covid-19.

O médico explicou que o álcool atrapalha a ação do linfócito T, uma célula muito importante na ação contra o coronavírus. “É importante dar uma pausa de pelo menos 14 dias antes da vacina e até quatro semanas depois da segunda dose”, explica o infectologista.

Conforme observou Fernando Chagas  o álcool também reflete na diminuição da imunidade e na redução da criação de anticorpos, deixando o paciente exposto, mesmo vacinado. Ele esclarece quais são as recomendações para alguns outros grupos.

De acordo com Fernando Chagas, a quimioterapia atrapalha muito a imunidade do paciente, dependendo do tipo de medicamento e do tempo de tratamento. Quando estiver perto do período de vacinação, o médico sugere uma visita ao oncologista para tratar sobre a liberação para receber a primeira dose.

Uma pesquisa divulgada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Conselho Filipino para Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, aponta que beber demais pode afetar a resposta do corpo e diminuir a eficácia das vacinas contra a covid-19 no indivíduo.
Além da diminuição do grau de eficácia, o consumo de álcool também pode tornar a duração da imunidade menor, o que pode fazer com que sejam necessárias doses de reforço após as duas primeiras.

Desde que as primeiras doses começaram a ser aplicadas no Brasil, existe uma ansiedade em torno da possibilidade da retomada do “antigo normal”. Mas, apesar dos imunizantes serem importantes aliados na luta contra a pandemia, os cuidados individuais também são indispensáveis.

Segundo os infectologistas, o sistema demora pelo menos 14 dias depois da vacina para começar a produzir anticorpos, e a pessoa só fica protegida de fato depois da segunda dose caso o imunizante não seja de dose única.

PB Agora

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