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POLÍTICA

Bancada pede liberação de R$ 36 mi para PB

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A bancada federal paraibana se reuniu nesta quarta-feira (29) com o ministro das Cidades, Gilberto Kassab, em Brasília. Entre as solicitações feitas, estiveram liberação de recursos para obras que estão em andamento e a realização de novas obras no Estado. Pediram a liberação de R$ 36 milhões para o Viaduto do Geisel e a Urbanização do açude de Bodocongó. “O ministro vai nos encaminhar um relatório de todas as pendencias existentes com as obras em andamento e da possibilidade de execução das novas solicitações”, explicou o coordenador da bancada, deputado Wilson Filho (PTB).
Entre as reivindicações apresentadas estiveram a liberação de recursos para a construção do Viaduto do Geisel em João Pessoa (R$ 17 milhões) e a Urbanização do açude de Bodocongó em Campina Grande (R$ 19 milhões), além dos recursos para conclusão de casas na Rainha da Borborema.

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“Também cobrei o andamento do BRT (Bus Rapid Transit) e da Lagoa do Parque Sólon de Lucena, pois são muito importantes para a nossa Capital e trarão melhorias para a população quando forem concretizadas”, disse.
De acordo com o parlamentar, também solicitaram ao ministro a execução de obras novas como a do Anel Metropolitano de João Pessoa e a construção da terceira faixa da BR-230 que liga Cabedelo a Bayeux. “Temos obras que estão paradas e que precisam da liberação de recursos. Nós estamos nos colocando à disposição para ajudar. Também pedimos a realização de novas obras, que são importantes que vão melhorar a vida da população paraibana”, explicou.
Além de Wilson Filho, a reunião contou com a presença dos deputados Pedro Cunha Lima (PSDB), Damião Feliciano (PDT), Efraim Filho (DEM), Rômulo Gouveia (PSD) e do senador Raimundo Lira (PMDB).

MaisPB 

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POLÍTICA

Em apenas duas semanas, aprovação de Bolsonaro cai 6 pontos e vai a 35%

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A aprovação do governo do presidente Jair Bolsonaro, que estava em 41% há duas semanas, caiu para 35%. A desaprovação passou de 31% para 38%. É a primeira vez em dois meses que avaliação negativa supera a aprovação. Aqueles que consideram o governo regular somam 27%.

A queda da aprovação e o aumento da desaprovação coincidem com o último mês do pagamento do auxílio emergencial, criado durante a pandemia de covid-19, e que acaba em dezembro. Com o crescimento do Produto Interno Bruno (PIB) de 7,7% no último trimestre, o governo não trabalha com a possibilidade de uma nova prorrogação do benefício social.

“A fortaleza da aprovação do governo federal continua sendo as regiões Norte (62% de aprovação) e Centro-Oeste (47%), e os entrevistados que se dizem evangélicos (44%). Entre a parcela de baixa renda, a popularidade caiu abaixo da margem de erro (45% das classes D/E desaprovam). Já são sentidos efeitos da redução do auxílio, da perda de renda e do aumento da procura por emprego nesses segmentos”, acrescenta Maurício Moura, fundador do IDEIA.

Do Exame

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POLÍTICA

Depois de aumento de energia, Bolsonaro pede para “apagar a luz” e tomar “banho mais rápido”

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O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse, durante sua live desta quinta-feira (3), que os brasileiros devem “apagar a luz” e “tomar banhos mais rápidos”. A “recomendação” foi dada como resposta ao aumento na tarifa de energia neste mês de dezembro.

Desde o dia 1º de dezembro, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) autorizou a aplicação da tarifária vermelha patamar 2 nas contas de luz, a mais cara do sistema. Com isso, os consumidores vão pagar R$ 6,243 para cada 100 quilowatts-hora. Isso bem no mês em que tradicionalmente há um aumento de consumo devido às luzinhas de Natal.

Já sabendo que essa alta vai provocar críticas a seu governo, Bolsonaro falou: “Eu apago todas as luzes do Palácio ao Alvorada, não tem o por quê. Tenho certeza que você que está em casa pode apagar uma luz agora. A gente pede que apague uma luz para evitar desperdício, toma banho um pouquinho mais rápido”, disse.

Bolsonaro levou para a live, para tentar justificar a alta, seu ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. O auxiliar afirmou que os níveis dos reservatórios nas usinas hidrelétricas da região Sul estão no nível mais baixo desde 2000. Essa baixa nas represas aliada ao aumento no consumo de energia foi a justificativa da Aneel para impor aos aumentos.

“Estávamos esperando as chuvas no final de outubro e começo de novembro, mas não vieram. Acho que estão sinalizando para os próximos dias uma chuva”, afirmou Bolsonaro.

Cloroquina

Bolsonaro retomou o tema da Covid, e disse que, apesar de sempre ter defendido o uso da cloroquina e hidroxicoroquina no tratamento da Covid-19, sabia que o medicamento não tinha eficácia comprovada.

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