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POLÍCIA

Bandidos explodem dois caixas eletrônicos em Campina Grande

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Seis homens armados explodiram dois caixas eletrônicos de uma agência bancária na Avenida Canal, no Centro de Campina Grande. De acordo com as informações preliminares da polícia, a ação dos criminosos foi frustrada e nenhum dinheiro foi levado.

Ainda conforme os policiais, os homens chegaram ao local fortemente armados e usando capuzes. O grupo rendeu os motoristas de um caminhão e de um ônibus e colocaram os veículos atravessados na avenida para impedir a passagem de outros carros.

Os criminosos usaram dinamites para explodir os caixas eletrônicos. Segundo os policiais, contudo, a explosão não abriu as gavetas de dinheiro e os homens não conseguiram levar nada.

Poucas horas depois da ação, um carro foi encontrado queimado, na BR-104, na saída de Campina Grande para a cidade de Lagoa Seca, no Agreste paraibano. A polícia informou que o veículo, provavelmente, foi utilizado pelos criminosos.

Um dos passageiros do caminhão informou em entrevista à TV Paraíba que os criminosos pediram para ele e o motorista descer do veículo e deitarem no chão. Depois tomaram a chave e atravessaram o caminhão na avenida. Em seguida, jogaram a chave no canal próximo à agência bancária.

Há menos de uma semana, outra agência bancária havia sido alvo de crimonosos em Campina Grande. Na última quarta-feira (11), homens explodiram dois caixas eletrônicos numa agência no bairro da Liberdade.

G1

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POLÍCIA

Em Remígio, homem é preso suspeito de matar idosa de 77 anos a facadas para roubar R$ 900 e celulares

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Um homem de 28 anos foi preso nesta terça-feira (2), suspeito de matar uma idosa de 77 anos a facadas, em Remígio, no Agreste da Paraíba. Ele teria invadido a casa da vítima no último sábado (27), e cometido o crime para roubar a quantia de R$ 900 e dois celulares, conforme informou o delegado Cristiano Santana.

Ainda de acordo com o delegado, o suspeito invadiu a casa da idosa, que morava sozinha. No momento da ação, ela estava em uma videochamada com um filho, que mora em São Paulo.

Como a ligação foi interrompida bruscamente, o filho entrou em contato com vizinhos e pediu que eles fossem até o local para saber o que havia acontecido. Quando chegaram na casa, encontraram a vítima inconsciente e a mobília revirada.

“Trata-se de um crime bárbaro e que comoveu toda a população de Remígio, diante da covardia empreendida pelo suspeito contra uma senhora sem chances de defesa”, relatou o delegado.

O delegado explicou que as pessoas da vizinhança sabiam que a idosa tinha o costume de guardar dinheiro em casa, para as despesas do decorrer do mês. Mas, não pode precisar se o crime aconteceu de forma premeditada, já que o suspeito não confessa tê-lo cometido.

A polícia chegou até o homem, após assistir as imagens do circuito de segurança da residência, que o mostram tendo acesso ao imóvel.

O suspeito foi autuado pelo crime de latrocínio e encaminhando para a Central de Polícia de Campina Grande, onde permanece à disposição da Justiça. A arma utilizada no crime não foi encontrada.

Por G1 PB

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POLÍCIA

Investigação policial conclui que sobrinho matou Expedito Pereira por dinheiro

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A Polícia Civil da Paraíba concluiu o inquérito criminal sobre a morte de Expedito Pereira, ex-prefeito da cidade de Bayeux e ex-deputado estadual da Paraíba, nesta sexta-feira (12). De acordo com a investigação, o sobrinho da vítima articulou a morte do tio por dinheiro. Expedito foi morto após ser baleado no dia 9 de dezembro de 2020, em João Pessoa. A vítima andava sozinho pelo bairro de Manaíra quando um homem em uma moto se aproximou e atirou nele, fugindo em seguida.

As investigações da Polícia Civil apontam que o crime foi cometido intencionalmente, para ocultar outras ações cometidas pelos suspeitos contra a vítima. De acordo com a delegada Emília Ferraz, os autores do crime agiram para encobrir os gastos excessivos dos bens materiais e posse do patrimônio do ex-gestor.

Os suspeitos Ricardo Pereira, sobrinho da vítima, e Leon Nascimento, responsável por ter efetuado os disparos, estão presos. Gean Carlos da Silva Nascimento, que teria ido com Leon Nascimento buscar a moto e entregue a arma que foi usada no crime, ainda não foi localizado.

“Durante a investigação, descobrimos que Ricardo Pereira era o responsável por administrar todas as finanças do tio. Ele tinha não só os cartões de débito e saque das contas bancárias de Expedito como também as senhas dos cartões e das operações eletrônicas de aplicativos de banco. Qualquer negociação ou transação comercial que envolvesse o nome de Dr. Expedito tinha que passar pelo crivo e aval do sobrinho”, disse Emília durante entrevista coletiva em dezembro de 2020.

 

Ainda segundo a delegada, o Inquérito Policial foi validado pelo Ministério Público, que já ofereceu inclusive a denúncia, além de solicitar a conversão da prisão temporária dos acusados em prisão preventiva.

No inquérito, um fato que chamou atenção foi a decisão da vítima de vender uma granja que tinha na cidade do Conde e uma casa que tinha em Bayeux, poucos meses antes do crime, preocupado com as finanças da casa e da família dele. A venda foi intermediada pelo sobrinho Ricardo.

A delegada Emília ainda esclareceu que “o crime que vitimou doutor Expedito não é só um crime grave, ele é de natureza hedionda, um crime que além de enlutar uma família, sensibilizou a população tanto da cidade de João Pessoa como, especialmente, a da cidade de Bayeux”.

“A Polícia continua trabalhando no sentido de dar cumprimento ao mandado de prisão que foi expedido contra o único foragido, e para tanto conta com a informação sociedade, que poderá colaborar através do canal de informações da Polícia Civil, o 197, ressaltando o respeito absoluto ao anonimato”, ressaltou o delegado Victor Melo.

Suspeitos trabalharam juntos

O delegado Victor Melo explicou que Gean, Ricardo e Leon trabalharam juntos no crime. “Ricardo e Gean já trabalhavam juntos há mais tempo, mas Leon se juntou aos dois para trabalhar na campanha eleitoral de Ricardo como candidato a vereador, este ano, e ficou trabalhando com ele depois”, disse Victor.

Segundo o delegado, Ricardo teria alugado um carro que foi usado pelos dois suspeitos para pegar a moto utilizada no crime e fugir em seguida. “Descobrimos que este carro foi usado para a dupla para, depois de devolver a moto ao dono, fugir para o Rio Grande do Norte. Ao investigar o carro, descobrimos que estava no nome de Ricardo”, explicou o delegado.

Victor Melo explicou ainda que, no dia do homicídio, cerca de 20 minutos depois do crime, Gean e Ricardo foram vistos juntos em um prédio no Centro de João Pessoa.

 

Na casa dos investigados, a polícia apreendeu documentos, cadernos e anotações. Um cheque de R$ 12 mil, assinado por Expedito, mas que a família não reconhece a assinatura, foi achado na casa de um dos suspeitos. Na casa de Ricardo a polícia encontrou um coldre de uma arma, o certificado de propriedade de uma pistola e comprovantes fiscais de compras recentes de munição.

A moto usada no crime foi apreendida pela polícia assim como a camisa utilizada pelo executor. Com base em imagens de câmera de segurança de antes, durante e depois do homicídio, a polícia achou o local em que a camisa foi descartada. “É possível ver o Leon se desfazendo da roupa. Pesquisamos as redes sociais dele, que são abertas, e encontramos várias fotos, desde novembro do ano passado, em que ele está usando a mesma camisa”, completou Victor Melo.

Do G1.

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