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POLÍCIA

Bando fortemente armado arromba Banco do Brasil de Picuí na madrugada desta quarta-feira

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Um bando fortemente armado arrombou a agência do Banco do Brasil da cidade de Picuí, Seridó paraibano. A ação aconteceu por volta de 1h da madrugada desta quarta-feira (02). Os bandidos não usaram explosivos e a ferramenta usada para chegar ao cofre da agência foi uma marreta. Um ônibus que faz o transporte de estudantes universitários para a cidade de Campina Grande foi usado como escudo pelos bandidos quando retornava para Picuí.
Segundo informações colhidas pelo Portal do Curimataú, o bando rendeu o ônibus com universitários e deixou o mesmo em frente à agência bancária fazendo os estudantes reféns, enquanto outros integrantes agiam. Outro grupo se espalhou pela cidade efetuando vários disparos para o alto, inclusive nas Avenidas Manoel Lucas e Roldão Zacarias, onde fica a Delegacia de Polícia Civil e o Destacamento da Polícia Militar, respectivamente. Os acusados estavam fortemente armados.
Durante a ação, segundo informações, um dos assaltantes ficou com os estudantes e a todo o momento acalmava os universitários dizendo que não faria mal a ninguém e que “queriam apenas o dinheiro do governo”. Ao sair da agência, segundo relatos de estudantes, um dos bandidos desdenhou dos dois malotes que foram subtraídos do cofre. “Só essa ‘merrequinha’?”, teria dito um dos integrantes, diante da pouca quantidade de dinheiro.
Na fuga, os bandidos utilizaram um veículo Toyota SW4 e seguiram com destino a cidade de Carnaúba dos Dantas (RN). Disparos ainda foram efetuados durante a fuga. Várias viaturas do 9º Batalhão de Polícia Militar foram diligenciadas para a cidade de Picuí, mas até o momento nenhuma pista foi encontrada.
Ainda durante a fuga, grampos foram espalhados pelas principais vias de acesso a cidade. Veículos que chegavam ou saiam da cidade de Picuí durante a madrugada foram surpreendidos com os grampos espalhados na pista. Um veículo da cidade de Nova Palmeira, com uma paciente grávida, teve os pneus estourados quando entrava na cidade. Já uma ambulância do SAMU, também teve os quatro pneus estourados em frente a um posto de combustíveis, próximo ao Banco do Brasil.
Estudantes já haviam sido vítimas de assaltos em Campina Grande
Os estudantes universitários, que foram usados como escudo humano pelos bandidos, já haviam sido vítimas de um assalto na mesma noite, na cidade de Campina Grande. Enquanto o veiculo parou para prestar socorro a uma estudante que passou mal, em frente a UPA da cidade, um homem armado entrou no veículo e anunciou o assalto, levando vários aparelhos celulares. Há informações de que o mesmo ainda colocou a arma na cabeça de alguns universitários. Ninguém ficou ferido.
Portal do Curimataú

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POLÍCIA

Em Remígio, homem é preso suspeito de matar idosa de 77 anos a facadas para roubar R$ 900 e celulares

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Um homem de 28 anos foi preso nesta terça-feira (2), suspeito de matar uma idosa de 77 anos a facadas, em Remígio, no Agreste da Paraíba. Ele teria invadido a casa da vítima no último sábado (27), e cometido o crime para roubar a quantia de R$ 900 e dois celulares, conforme informou o delegado Cristiano Santana.

Ainda de acordo com o delegado, o suspeito invadiu a casa da idosa, que morava sozinha. No momento da ação, ela estava em uma videochamada com um filho, que mora em São Paulo.

Como a ligação foi interrompida bruscamente, o filho entrou em contato com vizinhos e pediu que eles fossem até o local para saber o que havia acontecido. Quando chegaram na casa, encontraram a vítima inconsciente e a mobília revirada.

“Trata-se de um crime bárbaro e que comoveu toda a população de Remígio, diante da covardia empreendida pelo suspeito contra uma senhora sem chances de defesa”, relatou o delegado.

O delegado explicou que as pessoas da vizinhança sabiam que a idosa tinha o costume de guardar dinheiro em casa, para as despesas do decorrer do mês. Mas, não pode precisar se o crime aconteceu de forma premeditada, já que o suspeito não confessa tê-lo cometido.

A polícia chegou até o homem, após assistir as imagens do circuito de segurança da residência, que o mostram tendo acesso ao imóvel.

O suspeito foi autuado pelo crime de latrocínio e encaminhando para a Central de Polícia de Campina Grande, onde permanece à disposição da Justiça. A arma utilizada no crime não foi encontrada.

Por G1 PB

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POLÍCIA

Investigação policial conclui que sobrinho matou Expedito Pereira por dinheiro

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A Polícia Civil da Paraíba concluiu o inquérito criminal sobre a morte de Expedito Pereira, ex-prefeito da cidade de Bayeux e ex-deputado estadual da Paraíba, nesta sexta-feira (12). De acordo com a investigação, o sobrinho da vítima articulou a morte do tio por dinheiro. Expedito foi morto após ser baleado no dia 9 de dezembro de 2020, em João Pessoa. A vítima andava sozinho pelo bairro de Manaíra quando um homem em uma moto se aproximou e atirou nele, fugindo em seguida.

As investigações da Polícia Civil apontam que o crime foi cometido intencionalmente, para ocultar outras ações cometidas pelos suspeitos contra a vítima. De acordo com a delegada Emília Ferraz, os autores do crime agiram para encobrir os gastos excessivos dos bens materiais e posse do patrimônio do ex-gestor.

Os suspeitos Ricardo Pereira, sobrinho da vítima, e Leon Nascimento, responsável por ter efetuado os disparos, estão presos. Gean Carlos da Silva Nascimento, que teria ido com Leon Nascimento buscar a moto e entregue a arma que foi usada no crime, ainda não foi localizado.

“Durante a investigação, descobrimos que Ricardo Pereira era o responsável por administrar todas as finanças do tio. Ele tinha não só os cartões de débito e saque das contas bancárias de Expedito como também as senhas dos cartões e das operações eletrônicas de aplicativos de banco. Qualquer negociação ou transação comercial que envolvesse o nome de Dr. Expedito tinha que passar pelo crivo e aval do sobrinho”, disse Emília durante entrevista coletiva em dezembro de 2020.

 

Ainda segundo a delegada, o Inquérito Policial foi validado pelo Ministério Público, que já ofereceu inclusive a denúncia, além de solicitar a conversão da prisão temporária dos acusados em prisão preventiva.

No inquérito, um fato que chamou atenção foi a decisão da vítima de vender uma granja que tinha na cidade do Conde e uma casa que tinha em Bayeux, poucos meses antes do crime, preocupado com as finanças da casa e da família dele. A venda foi intermediada pelo sobrinho Ricardo.

A delegada Emília ainda esclareceu que “o crime que vitimou doutor Expedito não é só um crime grave, ele é de natureza hedionda, um crime que além de enlutar uma família, sensibilizou a população tanto da cidade de João Pessoa como, especialmente, a da cidade de Bayeux”.

“A Polícia continua trabalhando no sentido de dar cumprimento ao mandado de prisão que foi expedido contra o único foragido, e para tanto conta com a informação sociedade, que poderá colaborar através do canal de informações da Polícia Civil, o 197, ressaltando o respeito absoluto ao anonimato”, ressaltou o delegado Victor Melo.

Suspeitos trabalharam juntos

O delegado Victor Melo explicou que Gean, Ricardo e Leon trabalharam juntos no crime. “Ricardo e Gean já trabalhavam juntos há mais tempo, mas Leon se juntou aos dois para trabalhar na campanha eleitoral de Ricardo como candidato a vereador, este ano, e ficou trabalhando com ele depois”, disse Victor.

Segundo o delegado, Ricardo teria alugado um carro que foi usado pelos dois suspeitos para pegar a moto utilizada no crime e fugir em seguida. “Descobrimos que este carro foi usado para a dupla para, depois de devolver a moto ao dono, fugir para o Rio Grande do Norte. Ao investigar o carro, descobrimos que estava no nome de Ricardo”, explicou o delegado.

Victor Melo explicou ainda que, no dia do homicídio, cerca de 20 minutos depois do crime, Gean e Ricardo foram vistos juntos em um prédio no Centro de João Pessoa.

 

Na casa dos investigados, a polícia apreendeu documentos, cadernos e anotações. Um cheque de R$ 12 mil, assinado por Expedito, mas que a família não reconhece a assinatura, foi achado na casa de um dos suspeitos. Na casa de Ricardo a polícia encontrou um coldre de uma arma, o certificado de propriedade de uma pistola e comprovantes fiscais de compras recentes de munição.

A moto usada no crime foi apreendida pela polícia assim como a camisa utilizada pelo executor. Com base em imagens de câmera de segurança de antes, durante e depois do homicídio, a polícia achou o local em que a camisa foi descartada. “É possível ver o Leon se desfazendo da roupa. Pesquisamos as redes sociais dele, que são abertas, e encontramos várias fotos, desde novembro do ano passado, em que ele está usando a mesma camisa”, completou Victor Melo.

Do G1.

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