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SAÚDE

Batata yacon: insulina natural para diabéticos

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Apelidada popularmente de “insulina natural”, a batata yacon ganhou destaque depois que pesquisadores da Universidade de Fukushima, no Japão, encontraram nela uma substância semelhante à insulina, capaz de reduzir as taxas de glicose no sangue. Esses estudos concluíram que o tubérculo, originário dos Andes, pode contribuir no tratamento de diabetes. O efeito benéfico decorre de uma interessante combinação de nutrientes. O  carboidrato presente ali, a inulina, é um tipo de açúcar de baixa caloria, que não promove picos de glicemia, embora garanta o aporte de energia necessário às atividades diárias. Além disso, fornece fibras alimentares, que estimulam a flora bacteriana intestinal — por isso ela também é indicada em casos de prisão de ventre e colesterol elevado. E ainda traz porções de potássio, um mineral que auxilia no controle da pressão arterial.

Alimento poderoso

Já ouviu falar em amido resistente? O nome é dado ao amido que resiste às enzimas digestivas. Ele estimula a atividade intestinal e desacelera o esvaziamento gástrico. Devido a estas características, reduz a quantidade de insulina em circulação e contribui para maior sensação de saciedade. Pesquisas revelam que o amido resistente pode colaborar na prevenção e tratamento do diabetes tipo 2. Suas fontes são tubérculos como batata e mandioca, leguminosas como feijão e grão-de- bico, além de cereais integrais. A batata yacon não fornece amido, mas outro componente que não fica nada a dever, a inulina. Por chegar íntegra ao intestino grosso, ela também  evita as perigosas altas nas taxas de açúcar.

Como consumir

Para se obter os melhores resultados, a batata yacon deve ser consumida crua como uma fruta, não frita ou cozida. Com aparência de batata-doce, ela tem a textura porosa e o sabor semelhante ao da pera. Coma de três a quatro fatias por dia. Ou faça um chá com suas folhas e tome duas vezes ao dia.

Batata Yacon Diabetes mais controlada

 

Batata Yacon Diabetes melhor controlado. A espécie smallanthus sonchifolius auxilia no controle do diabetes devido a algumas qualidades terapêuticas.

Das alturas da Cordilheira dos Andes…

… a batata yacon, planta tubércula em forma de arbusto de até 3m de altura, pode vir a ser uma aliado em sua luta contra seu diabetes. Conhecida sob vários nomes como yacon e batata-diet (no Brasil), jicima e yacuma (no Equador), aricoma (na Bolívia), arboloco (na Colômbia) ou yacón (no Peru, na Argentina e Bolívia), essa planta é usada há séculos no tratamento do diabetes.

Partes utilizadas da batata yacon

Você pode utilizar as folhas da planta e a caule em forma de chá, contudo deve saber que o uso prolongado dessas partes, ainda que tenham qualidades hipoglicêmicas, não é recomendado. Quando usado por muito tempo, lesões nos rins são uma consequência bastante indesejada. Além do mais, o efeito sobre os níveis de glicose é passageira e de curta duração. Na realidade, parece que o chá da batata yacon diabetes aumenta a secreção de insulina no pâncreas e por isso baixa os níveis de glicose no sangue. Por isso…

…prefira a batata yacon às folhas e caule.

A batata yacon diabetes é rica em um carboidrato especial chamado de inulina, um oligofrutano. Ele confereum gosto adociado à batata yacon parecido com a pêra e o melão. Devido à sua estrutura química, a inulina eleva os níveis de glicose menos que outros açúcares. A sua absorção pelo organismo é menor e mais lenta. Que mais?

É uma opção saudável…

…e menos prejudicial que a batata comum. Além do mais, é rica em potássio. Também facilita a absorção de minerais no intestino. Você pode consumi-la crua, que na verdade é a melhor opção de consumo. Também pode bater uma fatia da mesma em um suco qualquer.

Defintivamente, a batata yacon é uma boa opção em um cardápio saudável e pode ser incluído de forma simples e fácil em uma alimentação ovo-lacto-vegetal natural-intensiva. No livro “Diabetes – Um Caminho à Cura” você aprende mais quanto à diabetes e seu tratamento natural por meio de uma alimentação natural e original adequado ao ser humano.

Pesquisa: JOSÉ ALVES DE ARAÚJO

 

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SAÚDE

Quatro sinais de deficiência em vitamina D

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Fique atento.

A vitamina D, ou a vitamina ‘do sol’, é essencial para o bom funcionamento do corpo. Esta vitamina é obtida principalmente através da exposição ao sol, embora os suplementos dietéticos e certos alimentos também possam ser fontes do nutriente.

Assim, deve ficar atento a estes quatro sinais de deficiência em vitamina D:

    1. A vitamina D desempenha um papel na função imunológica. Um dos sintomas mais comuns da sua deficiência é um risco maior de doenças ou infecções.

    2. A fadiga e o cansaço excessivos podem ser um sinal de deficiência de vitamina D. Tomar suplementos pode ajudar a melhorar os níveis de energia.

    3. Níveis baixos de vitamina D no sangue podem ser uma causa ou um fator contribuinte para dores nos ossos e na região lombar.

    4. A depressão está associada a baixos níveis de vitamina D e alguns estudos descobriram que a suplementação melhora o humor.
  1.  
      POR NMBR

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SAÚDE

Infectologistas recomendam suspensão de bebida alcoólica 14 dias antes da vacinação

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O consumo de álcool e a vacina não combinam. Com a campanha de imunização contra a Covid-19 em andamento, os especialistas alertam para alguns cuidados que devem ser tomados antes e depois de receber a dose para não interferir na resposta imune contra o vírus. O consumo de bebidas alcoólicas precisa ser evitado para garantir a eficácia do imunizante.

O médico infectologista e diretor do Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, Fernando Chagas, explicou que a bebida alcoólica não é recomendável para quem vai se vacinar contra a Covid-19.

O médico explicou que o álcool atrapalha a ação do linfócito T, uma célula muito importante na ação contra o coronavírus. “É importante dar uma pausa de pelo menos 14 dias antes da vacina e até quatro semanas depois da segunda dose”, explica o infectologista.

Conforme observou Fernando Chagas  o álcool também reflete na diminuição da imunidade e na redução da criação de anticorpos, deixando o paciente exposto, mesmo vacinado. Ele esclarece quais são as recomendações para alguns outros grupos.

De acordo com Fernando Chagas, a quimioterapia atrapalha muito a imunidade do paciente, dependendo do tipo de medicamento e do tempo de tratamento. Quando estiver perto do período de vacinação, o médico sugere uma visita ao oncologista para tratar sobre a liberação para receber a primeira dose.

Uma pesquisa divulgada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Conselho Filipino para Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, aponta que beber demais pode afetar a resposta do corpo e diminuir a eficácia das vacinas contra a covid-19 no indivíduo.
Além da diminuição do grau de eficácia, o consumo de álcool também pode tornar a duração da imunidade menor, o que pode fazer com que sejam necessárias doses de reforço após as duas primeiras.

Desde que as primeiras doses começaram a ser aplicadas no Brasil, existe uma ansiedade em torno da possibilidade da retomada do “antigo normal”. Mas, apesar dos imunizantes serem importantes aliados na luta contra a pandemia, os cuidados individuais também são indispensáveis.

Segundo os infectologistas, o sistema demora pelo menos 14 dias depois da vacina para começar a produzir anticorpos, e a pessoa só fica protegida de fato depois da segunda dose caso o imunizante não seja de dose única.

PB Agora

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