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POLÍTICA

Benjamin defende população das críticas dos governistas

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O vice-líder do Solidariedade, o deputado federal Benjamin Maranhão, usou a tribuna na Câmara Federal para defender dos ataques da ala governista e militantes do PT as pessoas que foram às ruas no último domingo (15) para pedir um fim para a corrupção. “Esta multidão que fez a maior movimentação democrática da nossa República que tem que ser saudada e não aqueles que vão através de ônibus fretado e de quentinhas à manifestação que vive do dinheiro público. Agora vamos ver se são maiores as manifestações espontâneas ou as compradas”, destacou.

Benjamin criticou os ataques que estão sendo feitos à classe média e disse que essa parcela da população, assim como as demais, tem função importante nas transformações que ocorreram no País. “Indignado também eu estou por ver os ataques que estão sendo feitos pela ‘esquerda caviar’, que vive hoje se locupletando do dinheiro público, contra a classe média. Porque no passado era essa classe média que engrossava os seus movimentos. Nenhum movimento democrático no Brasil se fez sem a classe média. Assim foi nas ‘Diretas Já’ e assim foi no Impeachment do presidente Collor”, disse.

O parlamentar contou que foi às ruas no seu Estado, a Paraíba, e não recebeu vaias ou agressões, mas foi recebido com incentivo pela firmeza das posições em relação aos interesses legítimos do Brasil. Ele disse que as pesquisas e o movimento na rua revelam que as pessoas não são favoráveis ao atual governo que está acabando com o Brasil.

“Eles estão acabando com os empregos, fechando as indústrias e fazendo com que o País regrida a índices de dez anos atrás. Fazendo com que o povo sofra com a maior indignidade, que é a perda do emprego e perda das condições de manter a sua própria família. Esse sentimento que levou as pessoas às ruas pedindo fora Lula, fora Dilma e fora PT”, comentou.

Por fim, Benjamin destacou que quando pensou que o governo estava chegando ao fundo do poço, aparece outro escândalo de corrupção, se referindo ao ministro da Educação, Aloizio Mercadante, que teria oferecido ajuda financeira, política e jurídica ao senador Delcídio do Amaral em troca do seu silêncio.

Assessoria

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POLÍTICA

Folha abandona Moro e diz pela primeira vez que o ex-juiz é suspeito no caso Lula

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O jornal Folha de S. Paulo, que representa os interesses da classe dominante no Brasil, decidiu abandonar o ex-ministro Sérgio Moro e, pela primeira vez, apoiar a sua suspeição no caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O motivo: as estarrecedoras revelações sobre a Lava Jato feitas por Walter Delgatti.
“Desde que vieram a público, em junho de 2019, os primeiros vazamentos de conversas entre investigadores da Lava Jato e o então juiz Sergio Moro, ficou evidente que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não teve um julgamento imparcial no caso do famigerado apartamento de Guarujá (SP). As gravações mostraram uma proximidade inaceitável entre magistrado e acusadores, o que é razão suficiente para a suspeição”, aponta o editorial deste sábado.

O jornal também condena as posturas de Deltan Dallagnol e Érika Marena. “Por decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, colocou-se o material à disposição dos advogados de Lula. À medida que mais mensagens vão sendo examinadas, mais heterodoxias vão sendo descobertas. É particularmente chocante o diálogo entre dois procuradores debatendo o que devem fazer diante da informação de que uma delegada da Polícia Federal havia lavrado termo de depoimento de testemunha que não fora ouvida”, aponta o texto.

 

Brasil 247

 

 

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POLÍTICA

‘Tá ficando impossível o povo comer’, diz Lula em entrevista a Luis Nassif

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São Paulo – Em entrevista ao jornalista Luis Nassif, do site GGN, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva atacou duramente a política econômica do governo de Jair Bolsonaro. “Tá ficando impossível do povo comer. Tá tudo caro. E ninguém fala disso. O governo não tá nem um pouco preocupado com isso”, disse.

Lula também comentou a situação do emprego no país – “Massa salarial menor, PIB menor, desemprego” – e a venda de empresas estatais ao capital privado – “Esse governo vendendo todo nosso patrimônio, que é a única coisa que eles sabem fazer”. “No meu governo vendíamos 4 milhões de carros por ano. Hoje vendemos só 2 milhões. Ou seja, metade do que vendíamos há 13 anos ”, comparou.

Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, a taxa de desemprego no Brasil fechou 2020 com média de 13,5%, a maior da série histórica do IBGE, iniciada em 2012. O estudo registrou 13,415 milhões de desempregados, 840 mil a mais do que em 2019.

“Hoje um entregador trabalha com sua moto de domingo a domingo pra ganhar um salário mínimo e não ter sequer um direito trabalhista. Não tem férias, não tem décimo-terceiro, não tem um seguro. Foi pra isso que eles deram o golpe”, afirmou o ex-presidente.

O petista atacou também duramente o principal procurador da força-tarefa da Operação Lava Jato. “Vocês sabiam que o canalha do Dallagnol nunca teve nem coragem de ir a uma audiência minha?”, disse. Ele falou do apoio da TV Globo à chamada “República de Curitiba”, comandada pelo ex-juiz Sergio Moro. “Imagine o Bonner abrindo o Jornal Nacional e falando: ‘Boa noite. Queríamos pedir desculpa por ter acreditado nas mentiras da Lava Jato contra o Lula’. Isso jamais vai acontecer. Porque pra pedir desculpa tem que ter grandeza. Daqui a 50 anos eles fazem”, ironizou.

O ex-presidente comentou também a política externa do governo e de seu ministro Ernesto Araújo, que isolou o Brasil no mundo, segundo o ex-chanceler Celso Amorim. “Tenho certeza de que na hora em que o Brasil tiver um presidente civilizado e um ministro de Relações Exteriores civilizado, o Brasil vai recuperar seu espaço no mundo” disse Lula.

RBA

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