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BRASIL

Boneco de Lula vestido de presidiário vira febre e pode ser vendido

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O boneco inflável do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vestido de presidiário fez tanto sucesso após a manifestação do último domingo (16), que o MBL (Movimento Brasil Livre), idealizador do projeto, planeja vender miniaturas para arrecadar dinheiro para as próximas manifestações.

A equipe de marketing do MBL também estuda distribuir as miniaturas aos apoiadores. A peça de 12 metros de altura estava no protesto de Brasília (DF), que reuniu 25 mil pessoas em frente ao Congresso Nacional.

De acordo com o coordenador do grupo em Brasília, Ricardo Honorato, o boneco também irá fazer um tour pelo País. A próxima manifestação está marcada para o feriado de 7 de setembro, mas o organizador não revela em qual cidade o boneco aparecerá.

— Não posso dizer aonde vai estar porque é surpresa. O que eu posso dizer é que ele está indo para São Paulo para fazer reparos.

No momento em que estava sendo enchido em Brasília, a paródia do ex-presidente rasgou e precisou ser enviada para o fabricante consertar. O boneco custou R$ 12 mil.

Horas depois da manifestação, a imagem do boneco se tornou “meme” nas redes sociais. Diversas montagens foram feitas e espalhadas pela internet.

Em nota, o Instituto Lula afirmou que o ex-presidente foi preso na ditadura “porque defendia a liberdade de expressão e organização política”. Segundo o texto, Lula só pode ser acusado de ter “promovido a melhora das condições de vida e acabado com a fome de milhões de brasileiros”.

A mensagem é encerrada defendendo que Lula “jamais cometeu qualquer ilegalidade antes, durante ou depois de seus dois governos”.

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BRASIL

12 empresas gigantes se unem na luta contra racismo no Brasil

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Quatro dias após a morte de João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, empresas gigantes – que juntas empregam 235 mil brasileiros – se uniram na luta contra o racismo no Brasil.

Elas assinaram nesta segunda, 23, um manifesto/compromisso público de equidade racial, de combate ao racismo estrutural e cobraram medidas efetivas do Carrefour, da qual são fornecedoras.

A BRF, Coca-Cola, PepsiCo, Danone, General Mills, Heineken, JBS, Kellogg, L’Oréal, Mars, Mondeléz International e Nestlé, começam o manifesto se solidarizando com a dor de familiares e amigos de João Alberto, espancado, asfixiado e morto na quinta-feira 19, por dois seguranças em uma unidade do Carrefour em Porto Alegre.

Em seguida, as companhias assumem a realidade do racismo no país e suas consequências.

“Vamos fortalecer o compromisso de nossas empresas com ações concretas para combater o racismo estrutural. Criaremos um plano de ação em parceria com organizações e especialistas que possuem um conhecimento legítimo dessa causa. Tornaremos o documento público o mais rápido possível — e prestaremos contas regularmente. Reconhecemos que temos de mudar essa realidade e convidamos outras empresas e indústria a se unirem nesse compromisso pela equidade racial”, diz a imagem publicada nas redes sociais das empresas participantes do acordo.

Outras empresas que não participam deste comunicado também se manifestaram nos últimos dias, entre elas a P&G e a Ambev.

“Convocamos, hoje mesmo, o Carrefour e pedimos medidas imediatas e efetivas. Temos o compromisso inegociável de promover a equidade racial em todo o nosso ecossistema, o que inclui nossos parceiros, clientes e fornecedores e estamos prontos para trabalhar junto com eles para promover mudanças estruturais com urgência”, disse a publicação da fabricante de bebidas Ambev.

O Carrefour

O presidente da companhia no Brasil, Noel Prioux, publicou um vídeo pedindo desculpas pelo que chamou de “uma tragédia de dimensões incalculáveis”.

“Antes de tudo, meus sentimentos à família de João Alberto e meu pedido de desculpas aos nossos clientes, à sociedade e aos nossos colaboradores”.

Depois disso, o Carrefour assumiu compromisso público de combate ao racismo estrutural no Brasil.

“Comunicaremos nos próximos dias todas as nossas iniciativas e o comitê dedicado exclusivamente a esta causa”

Antes disso, o presidente global da rede, Alexandre Bompard, cobrou um posicionamento da direção brasileira pelo Twitter:

“Meus valores e os valores do Carrefour não compactuam com racismo e violência. Espero que o Grupo Carrefour Brasil se comprometa, além das políticas já implantadas pela empresa”.

Com informações da Exame

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BRASIL

Motoboy que filmou assassinato de João Alberto conta detalhes da cena

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Após espancarem e asfixiarem Beto Freitas, 40, em uma loja do Carrefour em Porto Alegre, funcionários da empresa passaram minutos tentando descobrir se ele estava vivo, disse àFolha que viu funcionários tentando descobrir se o homem estava vivo.

O motoboy, que pediu para não ter seu nome publicado por temores de segurança, foi buscar compras feitas por aplicativo para entregá-las a um cliente. Depois de colocar as sacolas no bagageiro da moto, prestes a deixar o local, viu o início da sessão de espancamento.

“Eu disse para um colega, também motoboy: Grava isso. Peguei meu telefone também. Foi muito soco”, disse. Foi esse motoboy que produziu as imagens disseminadas por redes sociais e veículos de imprensa que primeiro chamaram a atenção pública para o assassinato, ainda na noite de quina (19), quando ele ocorreu.

Segundo o motoboy, ele começou a filmar com o intuito de evitar que o espancamento continuasse, como uma forma de constranger os agressores para que interrompessem os golpes. “Tinha muito sangue no chão. Avisei que estava filmando. Daí veio uma moça, que depois soube ser fiscal do Carrefour, me ameaçando. Ela disse que ia me queimar na loja se continuasse”, contou.

Depois disso, outro funcionário do supermercado intimidou o motoboy para que parasse de filmar. “Fui ficando com medo e fui baixando o telefone. Mas fui tentando explicar que tinham que parar. Começaram a me coagir e pressionar. Baixei o telefone e conversei um pouco com a fiscal”, contou.

“Ela disse: Se acalmarem ele, eu tiro todo mundo de cima dele. Mas isso não aconteceu, ela não tirou.”

O motoboy diz que, nesse momento, a fiscal do Carrefour feriu a própria mão, dizendo que Beto havia cortado seu dedo. “Ela pegou a unha dela e começou a forçar no dedo. Não tinha machucado, eu olhei bem. Me chamou atenção ela tentar machucar a própria mão”, disse.

De acordo com o entregador, Beto pedia socorro. “Me ajuda, me ajuda”, contou ter escutado. “Cheguei a me aproximar para tentar ajudar, mas os seguranças não deixaram Nem eu nem a dona Milena, que foi empurrrada. Eles não chegaram a me empurrar, mas ela, sim”, disse sobre a viúva, Milena Borges Alves.

Segundo a testemunha, nas duas vezes em que tentou se aproximar de Beto, escutou ele pedindo ajuda. “Era um som, quando pedia ajuda, como se tivesse um líquido na boca, talvez sangue. Era um som diferente, não sei explicar, não era a voz normal Ele levou muito socos na boca, o queixo dele estava cortado. Machucaram muito ele, foi desproporcional o que fizeram”, disse.

Ele conta ter escutado Milena gritar: “Vocês vão matar meu marido”. ”Ela estava apavorada e começou a chorar”, disse.

O entregador conta que mais funcionários do mercado se aproximaram da cena. O que para eles parecia ser Beto se acalmando era, na verdade, ele morrendo, relata.

“Ele foi ficando roxo”, disse. “Vocês mataram ele, eu disse. Um dos funcionários perguntou se alguém sabia medir pulsação”, relata. Segundo o entregador, os funcionários passaram a tentar descobrir se Beto estava vivo.

“Medir pulsação?”, o motoboy conta que indagou revoltado. Ele escutou o outro entregador dizendo: “Ele está morto”. O motoboy disse que tentou acalmar Milena, dizendo à mulher que logo o Samu chegaria para cuidar de Beto.

Vídeos da câmera de segurança do Carrefour mostram que os seguranças asfixiaram Beto Freitas por quase quatro minutos.

O entregador diz que não consegue dormir direito desde que foi testemunha do assassianto e que ficou com medo de sofrer retaliação quando descobriu que um dos vigilantes também era policial.

O motoboy afirma que não escutou ofensas racistas a Beto, mas que concorda que existe racismo estrutural e cita um exemplo ocorrido nomesmo Carrefour:

“Um dia estava fazendo entrega ali e vi um garoto sendo acompanhado para fora pelos vigias. Perguntei para ele o que tinha acontecido. ‘Nada. Me disseram que eu estava demorando demais e me mandaram sair’. Ele não estava arrumado, era vendedor ambulante e aproveitou um trocado para comer pão de queijo e tomar café”. As informações são da Folha de S.Paulo.

Veja abaixo vídeo divulgado por O Globo

 
 
 

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