Connect with us

BRASIL

Boneco de Lula vestido de presidiário vira febre e pode ser vendido

Publicado

em

O boneco inflável do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vestido de presidiário fez tanto sucesso após a manifestação do último domingo (16), que o MBL (Movimento Brasil Livre), idealizador do projeto, planeja vender miniaturas para arrecadar dinheiro para as próximas manifestações.

A equipe de marketing do MBL também estuda distribuir as miniaturas aos apoiadores. A peça de 12 metros de altura estava no protesto de Brasília (DF), que reuniu 25 mil pessoas em frente ao Congresso Nacional.

De acordo com o coordenador do grupo em Brasília, Ricardo Honorato, o boneco também irá fazer um tour pelo País. A próxima manifestação está marcada para o feriado de 7 de setembro, mas o organizador não revela em qual cidade o boneco aparecerá.

— Não posso dizer aonde vai estar porque é surpresa. O que eu posso dizer é que ele está indo para São Paulo para fazer reparos.

No momento em que estava sendo enchido em Brasília, a paródia do ex-presidente rasgou e precisou ser enviada para o fabricante consertar. O boneco custou R$ 12 mil.

Horas depois da manifestação, a imagem do boneco se tornou “meme” nas redes sociais. Diversas montagens foram feitas e espalhadas pela internet.

Em nota, o Instituto Lula afirmou que o ex-presidente foi preso na ditadura “porque defendia a liberdade de expressão e organização política”. Segundo o texto, Lula só pode ser acusado de ter “promovido a melhora das condições de vida e acabado com a fome de milhões de brasileiros”.

A mensagem é encerrada defendendo que Lula “jamais cometeu qualquer ilegalidade antes, durante ou depois de seus dois governos”.

Continue lendo
1 Comment

1 Comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.

BRASIL

Segundo a OMS, foram registrados 71,7 mil novos casos em um dia, contra 65 mil nos EUA

Publicado

em

Relatório publicado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) nesta sexta-feira (5) aponta que o Brasil é o novo epicentro da pandemia e, mais uma vez, registrou o maior número de infecções por coronavírus no mundo nas últimas 24 horas.

Segundo a OMS, foram registrados 71,7 mil novos casos em um dia, contra 65 mil nos EUA. O Brasil ainda representa 30% das novas infecções no planeta no período avaliado. A OMS contabilizou, no mundo, 240 mil casos extras.

Pelo segundo dia consecutivo o Brasil é o líder mundial, indo na contramão dos outros países, que tem apresentado redução no contágio e nas mortes, informa a coluna de Jamil Chade, no UOL.

Fonte: Revista Fórum

Continue lendo

BRASIL

Brasil completa uma semana de recordes de média móvel de mortes por Covid, que chega a 1.423

Publicado

em

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — O Brasil registrou 1.760 mortes pela Covid-19. Nesta sexta (5), o país completou sete dias seguidos de recordes na média móvel de óbitos pela doença. O novo maior valor da média agora é de 1.423. O recorde anterior era de 1.361.

Dessa forma, o país completa 44 dias com média móvel de mortes acima de 1.000.
O número de óbitos registrados nesta sexta é o terceiro maior valor diário de toda a pandemia.

Como tem ocorrido, o elevado número de mortes é acompanhado por altas taxas de contaminação. Os últimos três dias fazem parte do ranking de datas nas quais foram registradas mais casos da Covid. Nesta sexta, foram 75.337 casos, no dia 3 foram 74.376 e no dia 4 foram 74.285.

O dia 8 de janeiro, com 84.977 infecções, ainda lidera o ranking, mas nele ocorreu uma revisão de dados do Paraná que elevou artificialmente o dado geral de casos do país.

O total de mortes no país já chegou a 262.948 e o de casos a 10.871.843, desde o início da pandemia.

O Brasil enfrenta o pior momento da pandemia, com situações críticas em todas as regiões do país e até mesmo colapsos em algumas áreas. Os níveis de ocupação de UTIs estão acima de 90% em diversas capitais.

Em nota técnica nesta semana, a Fiocruz alertou sobre o grave e inédito momento do país na pandemia. “Pela primeira vez desde o início da pandemia, verifica-se em todo o país o agravamento simultâneo de diversos indicadores, como o crescimento do número de casos e de óbitos, a manutenção de níveis altos de incidência de Srag [Síndrome Respiratória Aguda Grave], a alta positividade de testes e a sobrecarga dos hospitais”.

Segundo o boletim, “os dados são muito preocupantes, mas cabe sublinhar que são somente a ‘ponta do iceberg'”.

O consórcio de veículos de imprensa foi criado em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes.

Folhapress

Continue lendo

Facebook

Publicidade

Copyright © 2020 Barra Portal - Todos os direitos reservados