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ESPORTES

‘Botauto’ e ‘Clássico dos Maiorais’ terminam empate; veja como fica classificação do Paraibano

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Dois grandes clássicos do futebol paraibano foram disputados na tarde deste domingo (1º), em João Pessoa e Campina Grande. Na Capital, Botafogo e Auto Esporte se enfrentaram no Estádio Almeidão. A partida teve início às 17h e foi transmitida ao vivo pelo Portal Correio, em parceria com o site Voz da Torcida. Já em Campina Grande, o confronto foi entre Campinense e Treze, às 16h, no Estádio Amigão. Os dois jogos foram válidos pela sexta rodada do Campeonato Paraibano 2015. O primeiro Botauto do ano ficou em 1 a 1, enquanto o ‘Clássico dos Maiorais’ acabou em 2 a 2. Com os resultados, o Treze segue líder da competição, com 15 pontos. Na vice-liderança está o Auto Esporte, que tem 13.

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Em sua 213ª edição, o clássico ‘Botauto’ começou equilibrado, mas o Auto Esporte se mostrava ligeiramente melhor em campo. E não deu outra: o primeiro gol foi do alvirrubro. Aos 34 minutos da primeira etapa, Raphael Freitas recebeu de Gil Bala e, de carrinho, abriu o placar no Almeidão. O gol deu confiança ao Macaco Autino, que continuou chegando com perigo na área botafoguense. Os alvinegros, por sua vez, se mostravam acuados. Aos 43 minutos, Jó Boy soltou uma bomba e quase marcou o segundo para o Auto Esporte, mas a pelota esbarrou na trave.

No início do segundo tempo, o Botafogo começou a desenhar sua reação. Aos 4 minutos, Doda cruzou para Rafael Oliveira, que, de primeira, marcou o gol de empate. Pelo resto do tempo o Belo seguiu melhor na partida, mas não conseguiu garantir a virada.

Clássico dos Maiorais

Em Campina Grande, o jogo começou equilibrado, mas com o Treze um pouco melhor. Devido ao forte calor, foi necessária uma parada técnica, aos 21 do primeiro tempo. Os dois minutos de descanso foi suficiente para que o Treze se inspirasse. Aos 25, Maciel mandou a bola para o gol de primeira, após receber passe de Téssio. Depois de tomar o gol, o Campinense ainda tentou se restabelecer, mas não conseguiu criar nenhuma jogada que oferecesse risco ao Galo.

Os primeiros minutos da segunda etapa, no entanto, vieram em favor da Raposa. Aos 7 minutos Conrado sentiu uma distensão na virilha e obrigou o Treze a gastar a primeira substituição. Araújo entrou no lugar dele. Aos 19 minutos, Reginaldo Júnior respondeu ao gol do Treze e deixou tudo igual no clássico. Da grande área, ele mandou uma bomba que deixou o goleiro Paulo Musse sem chances de defesa.

A virada rubro-negra veio aos 32 minutos. Alvinho aproveitou contra-ataque e tocou para Felipe Alves ficar em posição privilegiada. O atacante só precisou ajeitar a bola e tocar de perna direita para fazer o gol. Porém, a alegria da Raposa não durou muito: aos 39, Alisson Santana mandou a bola de cabeça para o fundo do gol, deixando tudo igual no Amigão.

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ESPORTES

Palmeiras vence o Santos e conquista o bi da Libertadores

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Aos 53 minutos do segundo, quando a bola cruzou o ar do Maracanã, encontrou a cabeça do atacante Breno Lopes e foi descansar no fundo da rede do Santos, valeu a pena cada uma daquelas vezes em que o torcedor do Palmeiras disse aos amigos, gritou aos jogadores, sussurrou para si mesmo: “A Taça Libertadores é obsessão”. Neste sábado, o título tão desejado desde 1999, tão pedido nestes últimos anos, deixou de ser ambição para se tornar realidade: o Palmeiras é bicampeão da América. O gol da vitória por 1 a 0 nasceu quase no fim, logo após confusão entre Cuca e Marcos Rocha à beira do campo, e saiu da cabeça de um jogador improvável, quase desconhecido, chegado ao clube há menos de três meses – e, desde já, eternizado.

O herói

No Palmeiras de Weverton, de Gustavo Gómez, de Rony, de Luiz Adriano, de Willian, de Felipe Melo, de Abel Ferreira, a história foi escrita por Breno Lopes, 25 anos, mineiro de Belo Horizonte, jogador que estava no Juventude na Série B e foi buscado em idos de novembro – sem alarde, como se fosse apenas mais um reforço em meio a tantos atletas mais famosos.

Vem aí o MundialGustavo Gómez, Luiz Adriano e Alison em Palmeiras x Santos

O Mundial de Clubes começa já nesta quinta-feira. Às 11h, o Tigres, do México, enfrenta o Ulsan, da Coreia do Sul, e o vencedor será o adversário do Palmeiras nas semifinais, domingo, dia 07/02, às 15h. O outro jogo das quartas de final, também na quinta, reúne o Al Duhail, do Catar, e o Al Ahly, do Egito. Quem vencer, pega o Bayern de Munique nas semifinais, segunda-feira. Clique aqui e veja a tabela.

A confusão

O segundo tempo parecia acabado, pronto para a prorrogação, e de repente pegou fogo. Uma bola saiu pela lateral, Cuca foi pegar, Marcos Rocha também, e os dois se enroscaram. O treinador acabou expulso. Pulou a mureta, foi para a arquibancada e, de lá, viu o Palmeiras fazer o gol do título.

O craque da Libertadores

“Hoje, não consegui ser o Marinho”, disse o atacante do Santos depois do jogo. De fato, ele não encontrou forma de se destacar na grande final. Foi muito bem marcado pelo Palmeiras. Mesmo assim, foi eleito o craque da Libertadores.

O primeiro tempo

A escalação do Santos, com Sandry reforçando o meio (e Lucas Braga no banco), indicava um time mais retraído. Mas não foi o que mostraram os minutos iniciais da partida. O time de Cuca começou com mais posse, tentou conquistar o terreno adversário e teve a primeira finalização – em chute cruzado de Pará. O Palmeiras, porém, logo conseguiu reagir: amarelou Lucas Veríssimo, chegou bem com Rony, ameaçou em cabeceio de Gómez. O jogo ficou pegado, com divididas duras, e se concentrou em disputas pelo meio, com eventuais arrancadas pelos lados. As marcações se sobressaíram: Marinho e Soteldo tiveram dificuldades; Rony e Luiz Adriano também. As chances de gol foram raras. Aos 36, Marcos Rocha avançou bem e acionou Raphael Veiga na área. O chute foi para fora. Três minutos depois, faltou pouco para Marinho aproveitar cruzamento e abrir o placar.

Jogadores se abraçam: o Palmeiras é campeão da LibertadoresO segundo tempo

O Palmeiras voltou para o segundo tempo mais incisivo. Parecia disposto a tomar o jogo para si, a decidir os rumos da partida. Concentrou-se no campo de ataque, cercou a área adversária e ameaçou em cruzamento de Gabriel Menino para Rony. O Santos respondeu. Em cobrança de falta, Soteldo rolou, Marinho cruzou e Lucas Veríssimo, na segunda trave, desviou para fora – na melhor chance do duelo até então. A reação alviverde saiu em cobrança de falta de Raphael Veiga, que quase surpreendeu o goleiro John. O jogo seguiu equilibrado, e os treinadores começaram a mover suas peças. No Santos, saiu Sandry e entrou Lucas Braga; no Palmeiras, saiu Zé Rafael e entrou Patrick de Paula. Quem mais se aproximou do gol foi o Peixe. Diego Pituca mandou uma pancada, Weverton espalmou e Felipe Jonatan, no rebote, emendou forte chute para fora. Conforme passava o tempo, mais os times demonstravam cansaço, e menos iminente parecia o gol. Kaio Jorge, aos 44, tentou uma bicicleta – defendida sem sustos por Weverton. O jogo parecia encerrado, à espera da prorrogação, e aí o inesperado aconteceu. Cuca e Marcos Rocha se estranharam na beira do campo para pegar uma bola que saiu pela lateral, e o treinador foi expulso. Ele pulou a mureta e se juntou ao público na arquibancada. De lá, viu o Palmeiras ser campeão. Aos 53 do segundo tempo, Rony cruzou, e Breno Lopes, o herói improvável, fez o inesquecível gol que tornou o Palmeiras campeão.

Os campeões

O Palmeiras chega ao bicampeonato da Libertadores. Grêmio, São Paulo e Santos se mantêm como os brasileiros mais vencedores do torneio, com três títulos, seguidos ainda por Cruzeiro, Flamengo e Inter, com dois, e Atlético-MG, Corinthians e Vasco, com um.

Dinheiro na conta

Além do título, o campeão comemora a chegada de um bom dinheiro. No total, o Palmeiras lucrou US$ 22,55 milhões (R$ 123,5 milhões) por toda a caminhada na Libertadores, sendo US$ 15 milhões (R$ 82 milhões) pelo título. Já o Santos embolsou US$ 13,55 milhões (R$ 74 milhões) no total, com US$ 6 milhões (R$ 33 milhões) pelo vice.

Com público

Os cerca de 2,5 mil convidados para a final da Libertadores ficaram concentrados no setor oeste inferior do Maracanã. Em meio à pandemia do novo coronavírus, com mais de 220 mil mortos, houve aglomeração no estádio. Foi possível ver, em diferentes momentos, pessoas tirando as máscaras. A Conmebol disse que todos os convidados fizeram testes para Covid antes da partida.

Por Alexandre Alliatti

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ESPORTES

Organizadas do Palmeiras exigem que “mãos sujas de sangue de Bolsonaro não manchem a taça”

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Várias torcidas organizadas do Palmeiras, que disputa a final da Libertadores no próximo sábado (30), no Maracanã, contra o Santos, soltaram manifesto, neste domingo (24), onde exortam o presidente Maurício Precivalle Galiotte, a “não endossar qualquer tipo de ação que coloque o clube sob o jugo de ações populistas e oportunistas por parte do presidente da República, Jair Bolsonaro”.

O texto manifesta a preocupação “com a possibilidade de nosso clube ter a sua imagem novamente associada, em um momento grandioso de nossa história, a um governo denunciado internacionalmente por seus ataques sistemáticos aos direitos humanos, pela devastação deliberada do meio ambiente e por seu comportamento genocida diante de um dos períodos mais difíceis da história do Brasil”.

“Além de ser tratado como pária internacional, devido aos motivos supracitados e também à péssima condução das relações internacionais, criando animosidade e hostilidades inclusive com países vizinhos aqui na América do Sul, algo que em nada interessa ao Palmeiras, o presidente tem a fama de “vira-casaca” e “torcedor misto”, ao aparecer batendo no peito e envergando a camisa de dezenas de clubes – incluindo nossos rivais, inclusive o rival que disputa a final da Libertadores contra o Palmeiras”, diz ainda o texto.

Leia na íntegra abaixo:

Carta aberta ao presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras, senhor Maurício Precivalle Galiotte

Nós, torcedores palmeirenses que assinamos esta carta, exortamos o presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras, senhor Maurício Precivalle Galiotte, a não endossar qualquer tipo de ação que coloque o clube sob o jugo de ações populistas e oportunistas por parte do presidente da República, Jair Bolsonaro, na ocasião da grande final da Copa Libertadores da América da presente temporada.

30 de janeiro de 2021 já é um dia histórico para nós, palmeirenses. Uma das mais importantes decisões que jogaremos em nossa trajetória centenária de lutas e glórias defendendo as cores de um só clube: o Palmeiras. Ao mesmo tempo, no momento em que redigimos este documento, o país chora a morte de mais de 211 mil brasileiros, vitimados pelo Covid-19, mas também pela negligência e pelo negacionismo do Estado no combate à pandemia que assola o planeta.

Por isso, manifestamos preocupação com a possibilidade de nosso clube ter a sua imagem novamente associada, em um momento grandioso de nossa história, a um governo denunciado internacionalmente por seus ataques sistemáticos aos direitos humanos, pela devastação deliberada do meio ambiente e por seu comportamento genocida diante de um dos períodos mais difíceis da história do Brasil.

Além de ser tratado como pária internacional, devido aos motivos supracitados e também à péssima condução das relações internacionais, criando animosidade e hostilidades inclusive com países vizinhos aqui na América do Sul, algo que em nada interessa ao Palmeiras, o presidente tem a fama de “vira-casaca” e “torcedor misto”, ao aparecer batendo no peito e envergando a camisa de dezenas de clubes – incluindo nossos rivais, inclusive o rival que disputa a final da Libertadores contra o Palmeiras.

Preocupados com a reputação do clube diante desta possibilidade e solidários ao luto de milhares de palmeirenses que perderam familiares e amigos durante a pandemia, exortamos que o Palmeiras não se preste ao papel de pedestal para aquele que, além de não demonstrar nenhum vínculo afetivo real com o nosso clube ao vestir tantas camisas, comete atrocidade ao fazer chacota com a dor dos brasileiros que choram seus mortos na pandemia.

É neste cenário que disputaremos a final do campeonato mais importante do continente e é pela grandeza do clube que expressamos nosso ponto de vista, conclamando a diretoria do clube a levar em consideração a opinião dos que subscrevem esta carta, sempre em defesa de um Palmeiras democrático, humano e inclusivo. Um Palmeiras de todos e para todos.

Assinam o texto:

Porcomunas

Palmeiras Antifascista

PorcoÍris

Palmeiras Livre

USParmera

Palestra Sinistro

 
 

Revista Fórum

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