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POLÍTICA

Buba Germano representa ALPB e Governo em Seminário do Programa Nacional de Alimentação Escolar

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A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), através da Frente Parlamentar Municipalista, participou, na manhã desta sexta-feira (11), do Seminário Regional sobre o PNAE – Programa Nacional de Alimentação Escolar, em Cajazeiras. Cerca de 100 pessoas participaram do encontro, incluindo prefeitos e secretários municipais de Educação e de Agricultura, trabalhadores rurais, Ministério Público Federal, Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), além de técnicos da Emater-PB.
O presidente da Frente Parlamentar Municipalista, deputado Buba Germano, que representou a Assembleia Legislativa e o governador Ricardo Coutinho, afirmou que ao chegar no Poder Legislativo recriou a Frente Parlamentar para que a ALPB pudesse percorrer a Paraíba e debater sobre os problemas dos municípios a fim de buscar soluções e parcerias. “É o poder legislativo mais perto dos municípios”, disse. “Na legislatura atual existem oito deputados que já foram prefeitos, portanto, são parlamentares municipalistas” ressaltou.
Duas dificuldades do programa foram apontadas pelo parlamentar, a longa estiagem de quatro anos, que reduziu a produção de alimentos, e o baixo valor de recursos repassados pelo governo federal.
O deputado destacou a importância da Emater no processo das chamadas públicas para que os gestores adquiram os alimentos dos agricultores familiares e conclamou a todos a fortalecer o programa, que beneficia alunos, agricultores e gestores. O seminário sobre o Programa Nacional de Alimentação Escolar já aconteceu na cidade de Picuí e está agendado para ser realizado em outras cidades paraibanas, como a cidade de Campina Grande.
O evento foi aberto com a palestra Legislação, Mapeamento e Perspectivas do PNAE na Paraíba, proferida pelo extensionista da Emater-PB, Flávio Muller Borghezan, que revelou as dificuldades que os municípios ainda têm de implantar o programa. “Nós temos produção suficiente no Estado para atender a demanda do PNAE, apesar da estiagem. Os agricultores estão organizados e em condições para atender a demanda. A legislação estabelece que as escolas públicas devem adquirir, ao menos, 30 por cento da merenda escolar junto à agricultura familiar. Porém, esse percentual ainda não é atingido em muitos municípios. Os gestores precisam entender melhor como funciona o programa”, explicou.
Na sequência houve a palestra Atuação do Ministério Público no PNAE, feita pelo procurador federal Tiago Misael. Uma mesa redonda deu seguimento ao seminário que terminou com encaminhamentos e avaliação.
O deputado Buba Germano, avaliou o encontro como propositivo e ressaltou a importância de mais uma região do Estado debater o tema PNAE. O deputado anunciou que nos próximos dias a Assembleia Legislativa aprovará o projeto de lei 290/2015, de sua autoria, que dispõe sobre o Programa Merenda Cidadã no sistema educacional paraibano e que garante no mínimo 30% dos recursos repassados pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE, no âmbito do PNAE.  A lei a ser aprovada inclui a criação de um site eletrônico para processar informações sobre valores de mercado e gêneros alimentícios produzidos nas regiões do Estado.  A lei vai obrigar que as escolas estaduais adquiram produtos da agricultura familiar.
Ascom 

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POLÍTICA

Bolsonaro se preocupa com migração de empresários, católicos e evangélicos para Lula

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O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) está preocupado com o avanço do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre empresários, católicos e, sobretudo, evangélicos. Lula tem feito conversas informais com estes setores desde antes do STF (Supremo Tribunal Federal) tê-lo tornado elegível para 2022.

Por conta disto, Bolsonaro foi aconselhado a se antecipar na articulação à reeleição para evitar que o petista avance sobre grupos de eleitores que apoiaram a sua eleição em 2018.

Deputados e senadores governistas têm alertado Bolsonaro desde o início deste mês sobre a necessidade de ele fazer uma contraofensiva.

Um dos nomes que está em disputa, segundo assessores de Bolsonaro, é Josué Alencar, da Coteminas. Lula já sinalizou a integrantes do centrão o interesse em ter como candidato a vice o filho do seu vice-presidente José Alencar e empresário filiado ao PL, partido da base aliada de Bolsonaro.

O agravamento da pandemia e a escalada da crise política com a instalação da CPI da Covid jogam contra Bolsonaro e pode levar parcela desses setores conservadores a migrar para candidaturas oposicionistas.

Pesquisa PoderData, do site Poder360, sobre a corrida presidencial de 2022, divulgada nesta quarta-feira (14), mostra que o ex-presidente Lula disparou nas intenções de voto em um eventual segundo turno contra Jair Bolsonaro e venceria o atual presidente com ampla vantagem.

No levantamento feito pelo PoderData em 17 de março, Lula tinha 41% das intenções de voto, contra 36% de Bolsonaro. Na nova pesquisa, o petista soma 52%, enquanto o titular do Planalto apresenta queda, marcando 34% das intenções de voto.

Com informações da Folha

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POLÍTICA

Golpe contra Dilma completa cinco anos, marcados pela destruição da economia, das instituições e da imagem do Brasil

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No dia 17 de abril de 2016, há exatos cinco anos, o Brasil provocou perplexidade internacional, ao revelar ao mundo que uma sessão da Câmara dos Deputados seria capaz iniciar um processo de impeachment contra uma presidente honesta, Dilma Rousseff, com votos de parlamentares corruptos, como Eduardo Cunha, e exaltadores da tortura, como Jair Bolsonaro. Naquele dia, foi realizada a sessão mais infame da história da Câmara dos Deputados, a partir de uma farsa: a tese das “pedaladas fiscais” criada pelo PSDB para retornar ao poder após quatro derrotas eleitorais.

Naquela sessão, parlamentares corruptos se uniram para derrubar um governo progressista e instalar no poder uma aliança entre a velha política representada por Michel Temer e o neoliberalismo do PSDB e do DEM. Graças a essa farsa histórica, apoiada pelos veículos de comunicação da imprensa corporativa, teve início um processo de destruição da economia nacional, das instituições republicanas e da imagem internacional do Brasil. Após a queda de Dilma, acelerou-se a retirada de direitos trabalhistas, a entrega do pré-sal e o fim da soberania nacional. Os governos seguintes, do traidor Michel Temer e do neofascista Jair Bolsonaro, praticamente eliminaram a influência geopolítica do Brasil, que passou a atuar como satélite dos Estados Unidos.

Na economia, a prometida “volta da confiança” jamais se materializou. O mercado de consumo interno do Brasil se tornou cada vez mais anêmico e o país se tornou ainda mais dependente do agronegócio. No campo dos direitos humanos, houve imenso retrocesso, assim como na educação, na cultura, na ciência e tecnologia e no combate à corrupção. Além disso, com o esquartejamento da Petrobrás e a privatização de ativos estatais, a concentração de riqueza se tornou ainda maior no Brasil. Para completar a destruição, o Brasil voltou ao mapa da fome, do qual havia sido retirado na gestão de Dilma Rousseff.

 

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