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POLÍTICA

Câmara confirma fim da reeleição e retoma mandato de 4 anos

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A Câmara dos Deputados reverteu nesta quarta-feira decisão tomada anteriormente pela Casa e retomou os mandatos de quatro anos para prefeitos, governadores, presidente, deputados e vereadores e manteve o mandato de oito anos para senadores.

Durante a votação da reforma política, os deputados confirmaram, por outro lado, o fim da reeleição, segundo a Agência Câmara.

Os parlamentares também decidiram voltar atrás na mudança da data de posse de presidente e governadores que, com o texto aprovado e que ainda terá de passar pelo Senado, volta a acontecer no dia 1º de janeiro do ano seguinte ao da eleição.

Na semana passada, os deputados aprovaram em segundo turno o texto-base da proposta de emenda à Constituição da reforma política e analisam nesta quarta destaques supressivos apresentados ao texto.

Após passar pela Câmara, a PEC da reforma política também terá de ser analisada em dois turnos no Senado. Os senadores, no entanto, criaram uma comissão específica na Casa para formular uma proposta de reforma política, que deve ser analisada pelos senadores já nesta semana.

Extra

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POLÍTICA

Com atraso, FHC diz que sente “certo mal-estar” em não ter votado em Haddad

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Apesar da política de destruição implantada pelo governo de Jair Bolsonaro, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) não dá o braço a torcer. O tucano, que foi um dos articulares do golpe que retirou Dilma Rousseff (PT) da presidência, não assume que se arrependeu de ter contribuído para eleger o atual presidente. No entanto, diz que sente “um certo mal-estar” por não ter votado em alguém contra Bolsonaro, que era Fernando Haddad (PT).

Em entrevista a Sérgio Roxo e Gustavo Schmitt, da Época, FHC foi questionado se repetirá em 2022 o que fez no segundo turno em 2018, quando anulou o voto, caso a disputa fique entre PT e Bolsonaro. Ele respondeu:

“Foi a única vez na vida que votei nulo. Não acreditava na possibilidade de o outro lado fazer uma coisa, que, no meu modo de entender, fosse positiva. Embora eu reconheça que o outro lado tinha mais sensibilidade social do que o Bolsonaro. Mas tinha medo que houvesse uma crise muito grande financeira e econômica e rachasse ainda mais o país. Só em desespero que se vota nulo”, disse.

“Tinha votado no Geraldo Alckmin no primeiro turno e fiquei sem ter candidato. E achei melhor que uma candidatura do PT, de uma pessoa que eu conheço até, me dou bem com ele, o Fernando Haddad. É uma boa pessoa, mas eu achei que ele era pouco capaz de levar o Brasil, naquela época. Hoje, deve ter melhorado. A pior coisa é você ser obrigado a não ter escolha. Ao não ter escolha, permite o que aconteceu: a eleição do Bolsonaro. Teria sido melhor algum outro? Provavelmente, sim. Pergunta se eu me arrependo? Olhando para o que aconteceu com o Bolsonaro, me dá um certo mal-estar não ter votado em alguém contra ele”, reconheceu com atraso.

No centro

FHC defende um candidato do centro para a disputa em 2022, não necessariamente do seu partido. No entanto, não descarta a possibilidade de votar no PT dessa vez para impedir a reeleição de Bolsonaro.

“Depende de quem do PT seria capaz de levar o país. Espero que não se repita esse dilema. Pouco provável que se repita. O PT perdeu muita presença. O Lula tinha uma imantação, que era do Lula, e não do PT. Não sei quem vai ser o candidato do PT. Mas eu prefiro que seja um candidato saído do PSDB, do centro, não necessariamente do PSDB”, afirmou. 

Fonte: Revista Fórum

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POLÍTICA

Empresários reconhecem fortalecimento de Lula e admitem voto no “demônio”

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A notícia da queda de popularidade de Jair Bolsonaro nas redes sociais só não é pior para ele do que a notícia da subida do nome do ex-presidente Lula nas mesmas plataformas.

O ranking digital da consultoria Quaest varia em uma escala de 0 a 100, sendo 100 a popularidade máxima. Segundo esse ranking, Bolsonaro, que no ano passado oscilou em torno dos 80 pontos, desabou para 62,3. Está agora a apenas 6,4 pontos de distância de Lula —o petista aparece com 55,9.

Esse sobe-desce identificado pela consultoria, envolvendo os nomes do atual presidente e do ex, não é coisa apenas do Twitter e do Facebook.

 

Na segunda-feira passada, um deputado federal em visita a São Paulo ouviu num círculo de empresários um grande banqueiro fazer duras críticas a Bolsonaro. Ao lado dele, o CEO de uma empresa, espantado com a contundência do julgamento, perguntou o que o amigo queria dizer com tudo aquilo. A resposta do banqueiro surpreendeu o CEO e o deputado: “O que eu quero dizer é que, hoje, entre Bolsonaro e o demônio, eu voto no demônio”.

Desnecessário explicar que o “demônio” era Lula.

“O mercado desapegou de Bolsonaro”, concluiu o parlamentar. “É o tipo de movimento que acontece quando uma crise desce da consciência para o bolso”, afirmou. (…)

DCM

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