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SAÚDE

Caminhos para a felicidade

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Por que a psicologia se dedica muito mais ao estudo das doenças do que da felicidade? Foi essa questão que motivou Helder Kamei, mestre em psicologia, a se aprofundar nos estudos da psicologia positiva, um campo que analisa o impacto das boas experiências para levar uma vida com mais qualidade e mais sentido. Autor do livro Psicologia Positiva e Flow (IBC), ele propõe a descoberta de atividades que nos trazem grande prazer. E defende que sentimentos como gratidão e generosidade nos ajudam no caminho da felicidade.

O que é o estado de flow e qual sua relação com a felicidade? 

Flow é um estado mental que você acessa quando está muito engajado e envolvido em uma atividade prazerosa. É algo que você gosta tanto de fazer que concentra 100% de sua atenção. E nem percebe a hora passar, de tão bem que se sente. Cada um tem uma atividade particular em que entra em flow.

E como descobrir qual é essa atividade?

É preciso pensar no que você gosta muito de fazer. E o que faz com muita facilidade ou naturalidade. Pode ser pintar, jogar bola, escrever, ou mesmo no trabalho. São atividades em que nos sentimos energizados e motivados. E, quanto mais atividades assim você conseguir colocar no seu dia ou na sua semana, mais terá uma vida engajada, que é um dos caminhos da felicidade autêntica, que não usa de meios artificiais, como compras ou bebidas, para trazer satisfação.

Quais são as outras formas, segundo a psicologia positiva?

São três. Além da vida engajada, há a vida prazerosa, que busca a maior vivência de sentimentos positivos em detrimento dos ruins. Já a vida significativa consiste em se engajar em alguma atividade com um propósito maior, que beneficie a comunidade, os animais ou a natureza. Esses três caminhos têm certa independência, mas, juntos, constituem a vida plena.

Você diz que a gratidão é uma das chaves para a felicidade. Por quê?

Porque, quando você é grato, passa a dar valor para tudo de bom que acontece em sua vida e para as pessoas que convivem com você. Consegue valorizar e apreciar mais os acontecimentos bons e as bênçãos. A gentileza também é outro sentimento poderoso. Nos ajuda a sair do “eu” e a olhar em volta. Isso traz significado para a vida.

 “A gratidão nos ajuda a enxergar o que acontece de bom em nossa vida e a valorizar bons acontecimentos. Por isso, é uma das chaves para a felicidade”
 — Helder Kamei

Vida Simples

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SAÚDE

Quatro sinais de deficiência em vitamina D

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Fique atento.

A vitamina D, ou a vitamina ‘do sol’, é essencial para o bom funcionamento do corpo. Esta vitamina é obtida principalmente através da exposição ao sol, embora os suplementos dietéticos e certos alimentos também possam ser fontes do nutriente.

Assim, deve ficar atento a estes quatro sinais de deficiência em vitamina D:

    1. A vitamina D desempenha um papel na função imunológica. Um dos sintomas mais comuns da sua deficiência é um risco maior de doenças ou infecções.

    2. A fadiga e o cansaço excessivos podem ser um sinal de deficiência de vitamina D. Tomar suplementos pode ajudar a melhorar os níveis de energia.

    3. Níveis baixos de vitamina D no sangue podem ser uma causa ou um fator contribuinte para dores nos ossos e na região lombar.

    4. A depressão está associada a baixos níveis de vitamina D e alguns estudos descobriram que a suplementação melhora o humor.
  1.  
      POR NMBR

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SAÚDE

Infectologistas recomendam suspensão de bebida alcoólica 14 dias antes da vacinação

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O consumo de álcool e a vacina não combinam. Com a campanha de imunização contra a Covid-19 em andamento, os especialistas alertam para alguns cuidados que devem ser tomados antes e depois de receber a dose para não interferir na resposta imune contra o vírus. O consumo de bebidas alcoólicas precisa ser evitado para garantir a eficácia do imunizante.

O médico infectologista e diretor do Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, Fernando Chagas, explicou que a bebida alcoólica não é recomendável para quem vai se vacinar contra a Covid-19.

O médico explicou que o álcool atrapalha a ação do linfócito T, uma célula muito importante na ação contra o coronavírus. “É importante dar uma pausa de pelo menos 14 dias antes da vacina e até quatro semanas depois da segunda dose”, explica o infectologista.

Conforme observou Fernando Chagas  o álcool também reflete na diminuição da imunidade e na redução da criação de anticorpos, deixando o paciente exposto, mesmo vacinado. Ele esclarece quais são as recomendações para alguns outros grupos.

De acordo com Fernando Chagas, a quimioterapia atrapalha muito a imunidade do paciente, dependendo do tipo de medicamento e do tempo de tratamento. Quando estiver perto do período de vacinação, o médico sugere uma visita ao oncologista para tratar sobre a liberação para receber a primeira dose.

Uma pesquisa divulgada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Conselho Filipino para Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, aponta que beber demais pode afetar a resposta do corpo e diminuir a eficácia das vacinas contra a covid-19 no indivíduo.
Além da diminuição do grau de eficácia, o consumo de álcool também pode tornar a duração da imunidade menor, o que pode fazer com que sejam necessárias doses de reforço após as duas primeiras.

Desde que as primeiras doses começaram a ser aplicadas no Brasil, existe uma ansiedade em torno da possibilidade da retomada do “antigo normal”. Mas, apesar dos imunizantes serem importantes aliados na luta contra a pandemia, os cuidados individuais também são indispensáveis.

Segundo os infectologistas, o sistema demora pelo menos 14 dias depois da vacina para começar a produzir anticorpos, e a pessoa só fica protegida de fato depois da segunda dose caso o imunizante não seja de dose única.

PB Agora

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