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PARAÍBA

Candidata do PSOL à Prefeitura de Solânea morre vítima de câncer

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Morreu na manhã desta segunda-feira (26), aos 47 anos, a candidata a prefeita de Solânea pelo PSOL Rosângela Vital, mais conhecida como Rosa.

O presidente estadual da legenda Tárcio Texeira, lamentou a morte e destacou o papel que a candidata exercia na cidade.

“Rosa sempre foi uma guerreira dos movimentos sociais e tinha resolvido fazer o enfrenta no campo institucional. Hoje é um dia muito triste para os que lutam por direitos”, afirmou.

A candidata estava internada no Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, onde lutava contra um câncer de mama.

Rosa tinha como vice na chapa Sedru Cavalcanti

MaisPB

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PARAÍBA

Covid-19: prefeito paraibano é transferido para Hospital das Clínicas, em SP

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O prefeito de Brejo do Cruz, Francisco Dutra testou positivo para Covid-19 e precisou ser transferido na quarta-feira (25) para o Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP (Incor), em São Paulo. O gestor estava internado desde a terça-feira (24) em um hospital particular de João Pessoa após aumento gradual dos sintomas.

Dutra é esposo da deputada estadual Pollyanna Dutra e está sendo acompanhado pelo filho médico, Rodrigo Dutra.

De acordo com a assessoria de Pollyanna Dutra, Francisco estava recebendo acompanhamento em casa desde a confirmação do diagnóstico, mas por precaução, a família optou por interná-lo em um hospital particular da Capital, onde ele estava sendo medicado para contenção dos sintomas e o seu quadro era considerado estável. A transferência foi uma opção familiar, com o objetivo de garantir toda a assistência necessária.

Francisco Dutra, mais conhecido como Barão, tem 53 anos e possui quadro de pré-diabetes, que foi agravada com a confirmação da Covid-19, o que o coloca no grupo de risco da doença.

A família de Francisco Dutra e a deputada Pollyanna Dutra alertou a todos que tiveram contato direto com ele nos últimos dias para que se mantenham em distanciamento social pelo período de 14 dias, tempo recomendado para contenção da possível transmissão do vírus. Caso apresentem algum sintoma, a orientação é que procurem uma unidade de saúde para realização do teste para o diagnóstico da Covid-19.

Paraíba Já

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PARAÍBA

Ex-deputado federal Benjamim Maranhão é alvo de operação da PF na Paraíba

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O ex-deputado federal Benjamim Maranhão (MDB) e a mãe dele, ex-prefeita de Araruna, Wilma Maranhão (MDB) são alvos de uma operação da Polícia Federal que apura desvio de dinheiro em obras de combate à seca na Paraíba nesta quarta-feira (23).

Pelo menos 15 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos em João Pessoa e Araruna, na Paraíba, e em Parnamirim, no Rio Grande do Norte. De acordo com a PF, a Operação “Poço Sem Fundo”, investiga desvio de dinheiro destinado à perfuração de poços e instalação de sistemas simplificados de abastecimento de água na Paraíba.

A defesa de Benjamim e de Wilma informou, às 10h, que tomou ciência prévia do que se trata a operação e que só vai se pronunciar após ter acesso aos autos. A defesa disse ainda que não há qualquer envolvimento de ambos no caso investigado.

As investigações começaram em 2016, último ano da gestão de Wilma. Além dela e do filho, também são alvos servidores do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS) e empresas cujos nomes não foram divulgados. Benjamim foi candidato a prefeito de Araruna nas eleições deste ano, mas perdeu para Vital Costa (Progressistas), que teve 50,83% dos votos válidos.

Em João Pessoa, policiais federais e auditores da Controladoria-Geral da União cumpriram um dos mandados de busca e apreensão em um condomínio de luxo no bairro do Altiplano. Também estão sendo cumpridos mandados no prédio do DNOCS na capital. Pelo menos 70 policiais e sete auditores participam da ação.

Segundo as investigações da Polícia Federal, o direcionamento de contratos firmados entre as empresas investigadas, o DNOCS, o Incra e a Prefeitura de Araruna, por meio de procedimentos de licitação, envolviam o montante de cerca de R$ 54 milhões.

As irregularidades investigadas apontam para desvio de recursos destinados à implantação de sistemas de abastecimento d’água para a população carente do interior paraibano, castigada sobremaneira pelos longos períodos de estiagem.

O órgão explica que apura também a prática de superfaturamento dos contratos, atos de corrupção passiva e ativa e lavagem de dinheiro por meio do uso de contas bancárias de empresas interpostas para dissimulação de movimentações financeiras. Quatro servidores públicos federais foram afastados das funções e tiveram os bens bloqueados, segundo a PF.

Em nota enviada à imprensa às 11h, o Incra informou que os contratos objetos da operação foram firmados em 2016 e 2017, na gestão anterior, e que nada foi executado e pago pela gestão atual. O órgão disse que desde o início das investigações, se colocou à disposição da polícia para prestar informações necessárias à apuração dos fatos. O Incra disse ainda que vem trabalhando em parceria com os órgãos de controle visando prevenir, identificar e coibir quaisquer irregularidades que possam ocorrer na aplicação de recursos públicos.

G1 PB

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