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BRASIL

Carreatas voltam a tomar o país para pedir #ForaBolsonaro e #VacinaJá

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As carreatas pedindo #ForaBolsonaro ganharam as ruas de várias cidades do país novamente neste sábado (20). Os protestos, organizados por movimentos sociais, como a frente Brasil sem Medo e a Central de Movimentos Populares, e partidos políticos, foram pensados desta forma como uma maneira de mostrar a insatisfação popular com o governo Jair Bolsonaro (sem partido) com menos riscos de disseminar o novo coronavírus.  As manifestações seguem neste domingo (21). Entre hoje e amanhã, os atos somam mais de 70 cidades.

O Brasil vive o pior momento da pandemia de Covid-19, com explosão de casos e redes hospitalares de vários municípios entrando em colapso. A situação se agrava com a variante brasileira, a P1, que é mais transmissível.

Além de pedir o impeachment de Bolsonaro, as carreatas também pediam vacina para todos os brasileiros e a volta do auxílio emergencial.

A principal carreata da cidade de São Paulo teve concentração na praça Charles Muller, em frente ao estádio do Pacaembu, na zona oeste da capital paulista. Assim como as demais, ela se dirigiu à avenida Paulista, percorrendo as ruas do centro, com mais de 200 veículos.

 
 
Carreata contra Bolsonaro em SP (Foto Divulgação CMP)

“É a voz das ruas contra esse governo da exclusão, do desemprego e da fome. Não vamos sair das ruas até que essa política que privilegia os ricos e que joga milhões de pessoas na pobreza chegue ao fim”, afirma Raimundo Bonfim, coordenador nacional da Central de Movimentos Populares (CMP).

Em Guarulhos (SP), o deputado federal Alencar Braga (PT-SP) mostrou a organização do movimento e escreveu: “Carreata #ForaBolsonaro e #VacinaJá em Guarulhos segue firme denunciando o governo genocida de Bolsonaro e seus milicos incompetentes que agora querem afundar a Petrobras depois de afundar o país”.

O ex-deputado Renato Simões (PT-SP) publicou as imagens da concentração e movimento em Campinas (SP). A carreata saiu do centro e foi em direção a bairros que são símbolo da luta por moradia popular na cidade.

Outra cidade do interior paulista realizou o movimento pela manhã. Foi Sorocaba, onde a CUT registrou o movimento.

Revista Fórum

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BRASIL

Morre de Covid-19 enfermeira bolsonarista de 35 anos que se recusou a tomar vacina

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A enfermeira Priscila Veríssimo, de 35 anos, que se recusou a tomar a dose de Coronavac que tinha direito, morreu nesta quarta, após complicação da covid-19.

Priscila era moradora do bairro Brasília em Arapiraca, cidade do Agreste de Alagoas e trabalhava como funcionaria do Hospital Chama. Ela já havia sido infectada uma vez e, fanática pelo presidente Jair Bolsonaro, se recusou a tomar a vacina.

Ela achava que não pegaria novamente a doença e, além disso, considerava que a vacina chinesa não tinha sido testada e que não era cientificamente comprovada.

Ela foi demitida por se recusar a tomar a vacina e, na semana passada, pegou a Covid-19. A doença evoluiu rapidamente e ela acabou não resistindo. Veríssimo deixa um filho de 2 anos.

 

O sepultamento de Priscila aconteceu na manhã desta quinta-feira (25) no Cemitério São Francisco, onde funcionários do Chama prestaram uma homenagem à colega de trabalho.

Com informações do É Assim

 

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Com 1.582 mortes por Covid-19 em 24 h, Brasil bate recorde de óbitos na pandemia

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — Um ano depois do primeiro caso de Covid-19, o Brasil registrou o maior número de óbitos pela doença em 24 horas em toda a pandemia. Nesta quinta-feira (25), foram registradas 1.582 mortes de brasileiros pela Covid. Com expansão da doença em diversos locais, os dados apontam que o país vive o pior momento da pandemia.

O recorde anterior de mortes (1.554) tinha ocorrido em 29 de julho do ano passado, seguido por 4 de junho, com 1.470 óbitos. O ranking, porém, já é dominado por 2021. Sete dos dez dias com mais mortes na pandemia ocorreram em 2021.

A média móvel de mortes pela Covid foi recorde, pelo segundo dia consecutivo. O valor chegou a 1.150, nesta quinta, com crescimento de 7% em relação ao dado de 14 dias atrás, o que representa uma situação de estabilidade. Na quarta, o valor era de 1.129. Essa média é recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

Os dados do país, coletados até às 20h, são fruto de colaboração entre Folha de S.Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

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