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POLÍTICA

Cássio: “Ninguém viu Ricardo fazer mobilização contra seca, violência ou saúde, mas para defender governo corrupto ele faz”

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O líder do PSDB no senado, Cássio Cunha Lima. criticou nas redes sociais a manifestação organizada pelo governo do Estado da Paraíba realizada nesta terça-feira, 15, em defesa do mandato da presidência Dilma Rousseff (PT).

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Cássio afirmou que fazer protesto dentro de um prédio público, lotado de detentores de cargos comissionados, é mais uma prova de como a sociedade está farta de pagar essa conta:

“Naquele instante, eles estão sendo pagos para prestar serviço à comunidade, se querem defender o governo corrupto que aí se encontra, que o façam nas ruas e fora do horário de expediente, como fazem as pessoas que trabalham”.

Cássio disse que não vê problema que as pessoas que defendem a presidente se expressem, “faz parte do processo democrático, mas é absolutamente estranho que se promova um evento partidário, para o qual o governador do Estado faz convocações a vários servidores públicos que a ele comparecem em pleno horário de expediente”, argumentou.

“Dificilmente as pessoas independentes sairiam ou sairão às ruas para defender um governo marcado pelo maior escândalo de corrupção da história, com vários integrantes, presos e/ou processados” – afirmou.

O líder do PSDB no Senado cobrou que, em vez de usar a máquina pública para defender a corrupção, o governo resolva os problemas que são obrigações do Estado:

“Enquanto o governo se mobiliza para defender a corrupção, faltam vacinas em vários hospitais públicos e fornecedores se encontram com até 4 meses de pagamentos em atrasos, numa prova incontestável de que o Estado está quebrado” – sentenciou.

O senador lamentou que o governo gaste energia, tempo e recursos públicos com a defesa do governo do PT, enquanto milhares de paraibanos sequer têm acesso à água e as mulheres estão com medo até de engravidar, devido ao surto de microcefalia.

Cássio relembrou que em várias oportunidades, nos finais de semana inclusive, incentivou todos os ocupantes de cargos comissionados para que fossem às ruas para ajudar a combater o mosquito transmissor da dengue em todos os municípios da Paraíba, com resultados extremamente positivos e que de fato reduziram os casos de dengue naqueles anos.

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POLÍTICA

Candidato a prefeito em São Paulo, Guilherme Boulos é diagnosticado com Covid-19

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O candidato à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos (PSOL), foi diagnosticado com Covid-19 nesta sexta-feira (27). Segundo nota da campanha, ele não apresenta qualquer sintoma da doença e vai seguir em quarentena pelo período necessário.

O candidato participaria do debate da Globo na noite desta sexta ao lado do seu oponente no segundo turno, Bruno Covas (PSDB). Pelas regras acordadas com os dois candidatos, a emissora cancelou o debate.

Em sua conta no Twitter, Covas diz que recebeu a notícia do teste positivo de seu adversário e desejou boa recuperação. “Acabamos de receber a notícia que Guilherme Boulos testou positivo para Covid-19. Pelo que fomos informados, está sem sintomas. Desejamos pronta recuperação ao candidato”.

O candidato do PSOL fez o teste para o coronavírus porque, na segunda-feira, a campanha foi informada que a deputada Sâmia Bonfim, também do PSOL, que esteve com ele em agenda pública na semana passada, havia testado positivo. “No encontro, Boulos e Sâmia seguiram todas as medidas sanitárias recomendadas, como uso de máscaras e álcool em gel”, diz a nota.

A assessoria diz ainda que o candidato suspendeu as agendas de rua nessa última semana de campanha. “Seguindo as orientações do Ministério da Saúde, Guilherme Boulos suspendeu as atividades de rua, dedicou-se a agendas em locais reservados e com público restrito, sempre resguardando as recomendações sanitárias, e fez o teste RT-PCR”, diz o texto.

“Diante do resultado positivo, Guilherme Boulos irá cumprir o protocolo de quarentena pelo período necessário. Toda a equipe que trabalha na campanha e que tem contato próximo com o candidato será testado a partir de agora”, diz a nota.

Com isso, Boulos não votará nas eleições no domingo (29), segundo sua assessoria de imprensa.

Nota campanha Boulos

“Comunicamos que o candidato Guilherme Boulos testou positivo para Covid-19 na tarde desta sexta-feira, mesmo sem apresentar qualquer sintoma da doença.

Na segunda-feira, a campanha foi informada de que a deputada Sâmia Bonfim, do PSOL, que esteve em uma agenda pública da campanha na sexta-feira passada, havia testado positivo. No encontro, Boulos e Sâmia seguiram todas as medidas sanitárias recomendadas, como uso de máscaras e álcool em gel.

Seguindo as orientações do Ministério da Saúde, Guilherme Boulos suspendeu as atividades de rua, dedicou-se a agendas em locais reservados e com público restrito, sempre resguardando as recomendações sanitárias, e fez o teste RT-PCR.

Diante do resultado positivo, Guilherme Boulos irá cumprir o protocolo de quarentena pelo período necessário. Toda a equipe que trabalha na campanha e que tem contato próximo com o candidato será testado a partir de agora.

O candidato reforça a preocupação que tem afirmado nos últimos dias sobre os indícios de uma segunda onda da pandemia, até aqui negligenciada pelos governos estadual e municipal, responsáveis pela aplicação das medidas

A campanha seguirá atuante nesta reta final para apresentar o projeto de mudança que São Paulo precisa e fazer a esperança que a gente vê nas ruas desaguar numa vitória no próximo domingo.”

G1

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POLÍTICA

Popularidade de Bolsonaro está em colapso em 23 capitais

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Pesquisa do Ibope é taxativa: a popularidade de Bolsonaro foi pelo ralo em 23 das 26 capitais brasileiras entre outubro e novembro. Os números mostram que em quase todas as capitais caiu o percentual que avaliou o governo como “ótimo ou bom”. Não houve aumento do índice de aprovação de Bolsonaro em nenhuma capital do país se considerada a margem de erro, informa O Globo.

As taxas de “péssimo” e “ruim” são as seguintes: Salvador (66%), São Luís (57%), Porto Alegre (56%), São Paulo (54%), Recife (52%), Aracajú (51%), Florianópolis (50%), Teresina (48%), Vitória (47%), Fortaleza (46%), Belo Horizonte (45%) Curitiba (44%), Belém (44%), Rio de Janeiro (43%), João Pessoa (43%), Maceió (39%), Natal (39%), Campo Grande (36%), Goiânia (35%), Rio Branco (35%), Manaus (32%), Cuiabá (32%), Palmas (32%), Porto Velho (31%), Macapá (30%), Boa Vista (18%).A notícia é ainda pior para Bolsonaro porque as pesquisas foram feitas em um período no qual o auxílio emergencial concedido pelo governo em decorrência da pandemia foi reduzido de R$ 600 para R$ 300.

O desmantelamento da popularidade de Bolsonaro nas capitais repercutiu nas urnas. Dos seis candidatos a prefeito apoiados pelo presidente em capitais, quatro foram derrotados no primeiro turno, ao passo que dois disputam o segundo turno mas se encontram atrás nas pesquisas de intenção de voto.

Brasil 247

 

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