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POLÍTICA

Cássio: PT quis legalizar valor de propinas na prestação de contas

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O Brasil acordou, nesta quarta-feira (15), com a prisão do tesoureiro do PT, João Vacarri Neto, realizada pela Polícia Federal, durante a 12ª fase da Operação Lava Jato. Vaccari foi preso preventivamente, em São Paulo, e foi levado para Curitiba (PR). O tesoureiro do PT é réu em ação do Ministério Público Federal (MPF) sob a acusação de arrecadar propinas de empresas por meio de contratos públicos firmados com a Petrobras.

O líder do PSDB no Senado, Cássio Cunha Lima (PB), acusou o PT de transformar a Justiça Eleitoral em “lavanderia” ao tentar legalizar o dinheiro da propina por meio da prestação de contas da campanha. “O PT transformou a Justiça Eleitoral em lavanderia. É o segundo tesoureiro preso por envolvimento em corrupção”, lembrou.

Para Cássio, a prisão de Vaccari envolve diretamente o Partido dos Trabalhadores como um todo, que ficou “refém das informações privilegiadas do Vaccari”. Cássio lembrou que esse é o segundo tesoureiro do PT preso por envolvimento em desvio de recursos públicos, o que deixa o PT em uma “situação muito grave”.

Aécio Neves – “É algo extremamente grave e inédito na história do Brasil e acho que de qualquer país do mundo. O homem responsável pelas finanças do partido da presidente da República está preso, com inúmeras acusações em relação à malversação de dinheiro público. O que estamos vendo é o agravamento da crise política e cada vez ela chegando mais próxima do governo e da própria presidente da República”, afirmou o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), após reunião com presidentes dos partidos de oposição no Senado.

“É a degradação moral absoluta de um partido que, para se manter no poder, deixou de lado o mínimo de respeito à sociedade brasileira e, obviamente, isso terá consequências. O PT, que iniciou sua trajetória buscando defender a ética, os valores republicados e a classe trabalhadora brasileira, se aproveitou da classe trabalhadora. Utilizou-a de forma indevida, abrindo mão de todos os valores que pregava lá atrás e, hoje, é um partido reconhecido pela sociedade brasileira como partido da ineficiência e o partido da corrupção”, disse Aécio Neves.

MaisPB

POLÍTICA

MP do Rio: Flávio Bolsonaro desviou mais de R$ 6 milhões da Alerj com esquema da rachadinha

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O Ministério do Rio de Janeiro (MP-RJ) informou que o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) desviou R$ 6 milhões em dinheiro público por meio do esquema rachadinha na Assembleia Legislativa do Rio, onde ele cumpria mandato antes de ser eleito para o Senado.

A denúncia do MP apontou que uma parte do dinheiro arrecadado com as ‘rachadinhas’ foi transferida ao patrimônio familiar de Flávio Bolsonaro por meio de três métodos. Uma delas eram pagamentos de gastos da família com dinheiro em espécie, conforme o blog do Fausto Macedo.

A outra maneira eram depósitos em espécie realizados nas contas bancárias do parlamentar e da esposa com valores arrecadados pelos operadores financeiros da organização criminosa, com datas próximas aos vencimentos de dívidas que viriam a ser quitadas nessas contas.

A denúncia apontou que os envolvidos no esquema também faziam transações imobiliárias utilizando, de forma dissimulada, dinheiro em espécie não declarado, oriundo do desvio de dinheiro da Alerj. 

Ex-assessora do senador, Luiza Sousa Paes admitiu em depoimento que era funcionária fantasma no gabinete de Flávio e era obrigada a devolver mais de 90% do salário

Principal assessor de Flávio Bolsonaro na Alerj, Queiroz foi preso no dia 18 de junho em Atibaia (SP), onde estava escondido em um imóvel que pertence a Frederick Wassef, então advogado de Flávio – depois ele deixou a defesa do parlamentar. 

Segundo relatório do antigo Conselho de Atividades Financeiras (Coaf), Queiroz fez movimentações financeiras atípicas. Foram R$ 7 milhões de 2014 a 2017, apontaram cálculos do órgão. 

Brasil 247

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POLÍTICA

Vereadores trans bombam nas urnas em SP, MG, RN e SE

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Representatividade nas urnas. Mulheres e homem trans impressionaram pela quantidade de votos neste domingo na eleição para vereador.

A candidata Duda Salabert (PDT) entrou para a história de Belo Horizonte ao receber mais 37 mil votos.

A professora se tornou a vereadora mais votada de todos os tempos na cidade e será a primeira mulher trans a exercer o cargo no município.

 

“Eu fiquei muito honrada, porque essa votação mostra o desejo de BH de colocar a educação como pauta central para as políticas públicas”, afirmou Duda.

Como professora há 20 anos, ela disse que a educação será uma das prioridades do mandato, além da geração de empregos e pautas voltadas ao meio ambiente.

Mulher trans, Duda sabe que sua expressiva eleição para a Câmara Municipal terá grande repercussão para a comunidade LGBTQI+.

“Quando uma travesti avança, toda sociedade avança. Essa vitória tem essa dimensão simbólica positiva para as pessoas trans, que historicamente foram estigmatizadas. Essa vitória ressignifica as identidades trans”.

São Paulo

Na capital paulista, foram eleitos Thammy Miranda e Erika Hilton.

Erika Hilton, do Psol, teve mais de 50 mil votos.

Ela comemorou nas redes sociais: “Vencemos! Com 99% das urnas apuradas já é possível dizer: Mulher preta e trans eleita a vereadora mais votada da cidade. Feminista, antirracista, LGBT e do PSOL! A primeira da história! Com mais de 50 mil votos. Obrigada”.

Já, Thammy, filho da cantora Gretchen, se elegeu pelo Partido Liberal (PL) e ficou na nona colocação com mais de 43 mil votos.

E disse que o seu mandato será colaborativo. “Agora começa um novo tempo, um novo ciclo na minha vida e eu vou mostrar que sou gente que cuida de gente… Somos mais de 43 mil pessoas agora que querem fazer o bem para a cidade de São Paulo “.

Rio Grande do Norte

Já Carnaúba dos Dantas, no Rio Grande do Norte, elegeu a primeira mulher trans vereadora do Estado!

É a Thabatta Pimenta, que cuida do irmão Ryan, que tem paralisia cerebral.

Ryan chama Thabatta de “irmãe”

“Estou aqui para ser os braços e pernas dele”, disse.

Sergipe

Em Sergipe teve Linda Brasil, a vereadora mais votada na capital Aracaju.

Erika e Thammy, vereadores eleitos em SP - Fotos: reprodução
Erika e Thammy, vereadores eleitos em SP – Fotos: reprodução

Com informações do MsN/Catraca, IG e RPA

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