Connect with us

SAÚDE

Cérebro maior não é sinônimo de mais inteligência, diz estudo

Publicado

em

Ter um cérebro maior não é garantia de ter um QI mais alto, já que o que importa é como está estruturada a massa cinza – é o que revelou um extenso estudo que cruza os dados de dezenas de pesquisas anteriores.

Os dados mostram claramente que os cientistas “superestimaram” a suposta relação entre o tamanho do cérebro e o rendimento intelectual, explicou nesta quarta-feira à agência APA o diretor do estudo, Jakob Pietschnig, da Universidade de Viena.

O pesquisador afirmou que o fator decisivo é “a estrutura do córtex, o mesencéfalo (cérebro médio) e o cerebelo, e o fato de que a matéria branca esteja conectada com a matéria cinza de uma forma ótima”.

O estudo foi publicado na revista Neuroscience & Biobehavioral Reviews na semana passada, depois que Pietschnig e sua equipe realizaram uma metanálise a partir de mais de 88 estudos, com mais de 8.000 participantes.

Os dados mostram que os homens, apesar de terem um cérebro maior do que o das mulheres, não têm mais habilidades cognitivas.

As pessoas com um cérebro anormalmente grande, condição conhecida como megaencefalia, têm em média um rendimento menor nos testes de QI, afirmou Pietschnig.

A mesma lógica aplica-se ao reino animal, afirmam os cientistas, que dão como exemplo o cachalote, que com um cérebro de nove quilos deveria ser o animal mais inteligente do planeta, mas não é.

UOL

Continue lendo
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado.

SAÚDE

Quatro sinais de deficiência em vitamina D

Publicado

em

Fique atento.

A vitamina D, ou a vitamina ‘do sol’, é essencial para o bom funcionamento do corpo. Esta vitamina é obtida principalmente através da exposição ao sol, embora os suplementos dietéticos e certos alimentos também possam ser fontes do nutriente.

Assim, deve ficar atento a estes quatro sinais de deficiência em vitamina D:

    1. A vitamina D desempenha um papel na função imunológica. Um dos sintomas mais comuns da sua deficiência é um risco maior de doenças ou infecções.

    2. A fadiga e o cansaço excessivos podem ser um sinal de deficiência de vitamina D. Tomar suplementos pode ajudar a melhorar os níveis de energia.

    3. Níveis baixos de vitamina D no sangue podem ser uma causa ou um fator contribuinte para dores nos ossos e na região lombar.

    4. A depressão está associada a baixos níveis de vitamina D e alguns estudos descobriram que a suplementação melhora o humor.
  1.  
      POR NMBR

Continue lendo

SAÚDE

Infectologistas recomendam suspensão de bebida alcoólica 14 dias antes da vacinação

Publicado

em

O consumo de álcool e a vacina não combinam. Com a campanha de imunização contra a Covid-19 em andamento, os especialistas alertam para alguns cuidados que devem ser tomados antes e depois de receber a dose para não interferir na resposta imune contra o vírus. O consumo de bebidas alcoólicas precisa ser evitado para garantir a eficácia do imunizante.

O médico infectologista e diretor do Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, Fernando Chagas, explicou que a bebida alcoólica não é recomendável para quem vai se vacinar contra a Covid-19.

O médico explicou que o álcool atrapalha a ação do linfócito T, uma célula muito importante na ação contra o coronavírus. “É importante dar uma pausa de pelo menos 14 dias antes da vacina e até quatro semanas depois da segunda dose”, explica o infectologista.

Conforme observou Fernando Chagas  o álcool também reflete na diminuição da imunidade e na redução da criação de anticorpos, deixando o paciente exposto, mesmo vacinado. Ele esclarece quais são as recomendações para alguns outros grupos.

De acordo com Fernando Chagas, a quimioterapia atrapalha muito a imunidade do paciente, dependendo do tipo de medicamento e do tempo de tratamento. Quando estiver perto do período de vacinação, o médico sugere uma visita ao oncologista para tratar sobre a liberação para receber a primeira dose.

Uma pesquisa divulgada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Conselho Filipino para Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, aponta que beber demais pode afetar a resposta do corpo e diminuir a eficácia das vacinas contra a covid-19 no indivíduo.
Além da diminuição do grau de eficácia, o consumo de álcool também pode tornar a duração da imunidade menor, o que pode fazer com que sejam necessárias doses de reforço após as duas primeiras.

Desde que as primeiras doses começaram a ser aplicadas no Brasil, existe uma ansiedade em torno da possibilidade da retomada do “antigo normal”. Mas, apesar dos imunizantes serem importantes aliados na luta contra a pandemia, os cuidados individuais também são indispensáveis.

Segundo os infectologistas, o sistema demora pelo menos 14 dias depois da vacina para começar a produzir anticorpos, e a pessoa só fica protegida de fato depois da segunda dose caso o imunizante não seja de dose única.

PB Agora

Continue lendo

Facebook

Publicidade

Copyright © 2020 Barra Portal - Todos os direitos reservados