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PARAÍBA

Chove 119 mm em menos de um dia em Teixeira, no Sertão da PB, diz Aesa

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Choveu 119 mílimetros em menos de um dia no Sertão da Paraíba, conforme dados da Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa). O registro foi feito na cidade de Teixeira, que fica a cerca de 320 km de João Pessoa. Ainda conforme a Aesa, segundo dados colhidos entre a noite de segunda-feira (9) e a manhã desta terça (10), foram registrados volumes significativos em outras cidades sertanejas, como São José de Piranhas (100 mm), Patos (82 mm), Cajazeiras (78 mm) e Serra Grande (72 mm).

Ainda conforme registro da Aesa, o registro desta terça-feira (10) foi mais significativo em São José de Piranhas – em todo o mês de janeiro de 2016, o município recebeu cerca de 175 mm de chuvas. No caso de Teixeira, choveu somente em um dia um percentual de 38,5% do total registrado em todo o mês de janeiro no ano passado (309 mm).

Em Patos foram registradas dezoito ocorrências por conta da chuva, entre alagamentos e desmoronamentos entre a noite de segunda-feira (9) e madrugada desta terça-feira (10) por conta das fortes chuvas que caíram na região. Segundo informações da prefeitura de Patos, uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) em Campo da Liga ficou alagada e o Pronto Atendimento Maria Marques também registrou alguns setores alagados.

Treze das ocorrências foram atendidas pelo Corpo de Bombeiros e outras cinco foram acompanhadas pela Defesa Civil da cidade, que atende emergências pelo número (83) 9-9967-6061.

Ainda segundo a prefeitura, o Canal do Frando não transbordou, mas ficou cheio e o represamento alagou algumas ruas na comunidade Dom Bosco. Uma loja de veículos no bairro do Jatobá caiu, assim como parte do tapume do teatro da cidade, dificultando a passagem de veículos nas ruas laterais.

G1

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PARAÍBA

Dias difíceis: número de internações diárias passa de 70 na Paraíba e é maior do que início da pandemia

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Em vários estados do Brasil, incluindo a Paraíba, têm passado por dias difíceis em relação à pandemia da Covid-19. Somente na Paraíba, a quantidade de internações diárias passou das 70 – número que tem chamado a atenção das autoridades, pois nos dias considerados piores da pandemia em maio e junho, o número chegava a 55.

“Estamos atravessando momentos muito difíceis e principalmente nesse fim de semana: sexta, sábado e domingo. Nós pudemos assistir dias repetidos de mais de 70 pessoas precisando internação no Estado. Nos piores dias, de maio, junho do ano passado isso nunca passou de 53, 55 pessoas por dia. Isso mostra o momento que estamos vivendo”, afirmou, o secretário Executivo de Gestão de Unidades de Saúde da Paraíba, Daniel Beltrammi, como o ClickPB acompanhou. 

Ainda de acordo com o secretário são mais de 964 leitos ativos em todo o estado, sendo 418 somente na Região Metropolitana de João Pessoa. O gestor apontou que são 100 leitos a mais de UTI na Região Metropolitana de João Pessoa que no início do ano passado. No entanto, mesmo assim o volume de internações é maior e crescido muito mais rápido. 

 
 

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PARAÍBA

Diante da inércia de Bolsonaro, Pazuello quer que Congresso assuma combate à Covid-19, diz jornal

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Diante da inércia de Jair Bolsonaro (Sem Partido), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, trabalha nos bastidores junto a governadores para que os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), assumam a liderança no combate à Covid-19.

Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o acordo de Pazuello com governadores e os parlamentares tem sido feito nos bastidores e “com cuidado para não provocar a ira do presidente”.

Nesta segunda-feira (8), o ministro se encontra com Wellington Dias (PT), do Piauí, que lidera o Fórum Nacional de governadores, na sede da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, para conversas sobre a distribuição da vacina. A reunião também servirá para colocar em marcha o plano para isolar Bolsonaro em questões de saúde relacionadas à pandemia.

As tratativas visam evitar o desgaste dos governadores, que têm sido alvo de ataques constantes do presidente.

O objetivo é que o grupo criado por Lira com governadores na semana passada concentre as principais ações para o combate ao coronavírus em temas como fabricação e compra de vacinas, leitos de UTI, equipamentos suficientes para hospitais, e medidas de restrição para frear a transmissão.

Além de parlamentares e governadores, o grupo pretende colocar representantes do judiciário, secretários de saúde e especialistas.

Dessa forma, Pazuello também tiraria de si a responsabilidade pelo aumento das mortes pela Covid-19 na segunda onda da pandemia.

Fonte: Revista Fórum

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