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POLÍCIA

Cidade é sitiada em ação com ataque a banco, uma pessoa morta e outra ferida, na PB

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Um homem morreu e outro ficou ferido na madrugada desta terça-feira (30) em confronto entre policiais militares e um bando de criminosos que havia acabado de atacar uma agência bancária em Queimadas, no Agreste paraibano, a 133 km de João Pessoa.

Segundo a Polícia Civil, o tiroteio aconteceu durante a fuga dos assaltantes. Equipes da cidade de Boqueirão, que tinham sido informadas sobre a ação no banco, montaram campana na estrada para tentar impedir que os bandidos escapassem. Houve intensa troca de tiros e um suspeito foi morto. Os cúmplices abandonaram o corpo do suspeito e um dos carros usados na fuga. Um fuzil calibre ponto 50 e dezenas de munições também foram deixadas no veículo. Os outros integrantes da quadrilha seguiram a rota e ainda não foram presos. A Polícia Militar acredita que pelo menos dois deles tenham sido feridos.

Um homem que passava pela área no momento do confronto acabou sendo atingido por um tiro. A vítima foi socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande e, segundo informações repassadas à Polícia Civil, não corre risco de morte. Nenhum policial ficou ferido no tiroteio.

Ao Portal Correio, um agente de investigação da Polícia Civil disse que pelo menos 16 homens teriam participado do ataque ao banco. Eles estavam fortemente armados.

“Os bandidos sitiaram toda a cidade, distribuídos em pontos estratégicos. Eles cercaram inclusive a delegacia e a sede da Polícia Militar. Efetuaram vários disparos, mas ninguém se feriu. Algumas viaturas foram metralhadas”, contou o policial, que preferiu não ser identificado na reportagem.

Houve explosões no banco e o objetivo principal do bando seria roubar o cofre principal da agência, porém a gerência estima que pouco dinheiro foi roubado.

“Os bandidos explodiram dois caixas, um deles só tinha documentos e o outro moedas e notas trocadas. Segundo o gerente, o cofre onde estava o montante maior tem tecnologia que ao sentir o impacto queima todas as notas que estão dentro e, mesmo assim, não chegou a ser explodido”,  informou a capitão Luciana Firme.

A Polícia Militar divulgou que toda região de Queimadas está cercada para buscas por suspeitos. A atividade conta com reforço de equipes de outras cidades.

Portal Correio

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POLÍCIA

Investigação policial conclui que sobrinho matou Expedito Pereira por dinheiro

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A Polícia Civil da Paraíba concluiu o inquérito criminal sobre a morte de Expedito Pereira, ex-prefeito da cidade de Bayeux e ex-deputado estadual da Paraíba, nesta sexta-feira (12). De acordo com a investigação, o sobrinho da vítima articulou a morte do tio por dinheiro. Expedito foi morto após ser baleado no dia 9 de dezembro de 2020, em João Pessoa. A vítima andava sozinho pelo bairro de Manaíra quando um homem em uma moto se aproximou e atirou nele, fugindo em seguida.

As investigações da Polícia Civil apontam que o crime foi cometido intencionalmente, para ocultar outras ações cometidas pelos suspeitos contra a vítima. De acordo com a delegada Emília Ferraz, os autores do crime agiram para encobrir os gastos excessivos dos bens materiais e posse do patrimônio do ex-gestor.

Os suspeitos Ricardo Pereira, sobrinho da vítima, e Leon Nascimento, responsável por ter efetuado os disparos, estão presos. Gean Carlos da Silva Nascimento, que teria ido com Leon Nascimento buscar a moto e entregue a arma que foi usada no crime, ainda não foi localizado.

“Durante a investigação, descobrimos que Ricardo Pereira era o responsável por administrar todas as finanças do tio. Ele tinha não só os cartões de débito e saque das contas bancárias de Expedito como também as senhas dos cartões e das operações eletrônicas de aplicativos de banco. Qualquer negociação ou transação comercial que envolvesse o nome de Dr. Expedito tinha que passar pelo crivo e aval do sobrinho”, disse Emília durante entrevista coletiva em dezembro de 2020.

 

Ainda segundo a delegada, o Inquérito Policial foi validado pelo Ministério Público, que já ofereceu inclusive a denúncia, além de solicitar a conversão da prisão temporária dos acusados em prisão preventiva.

No inquérito, um fato que chamou atenção foi a decisão da vítima de vender uma granja que tinha na cidade do Conde e uma casa que tinha em Bayeux, poucos meses antes do crime, preocupado com as finanças da casa e da família dele. A venda foi intermediada pelo sobrinho Ricardo.

A delegada Emília ainda esclareceu que “o crime que vitimou doutor Expedito não é só um crime grave, ele é de natureza hedionda, um crime que além de enlutar uma família, sensibilizou a população tanto da cidade de João Pessoa como, especialmente, a da cidade de Bayeux”.

“A Polícia continua trabalhando no sentido de dar cumprimento ao mandado de prisão que foi expedido contra o único foragido, e para tanto conta com a informação sociedade, que poderá colaborar através do canal de informações da Polícia Civil, o 197, ressaltando o respeito absoluto ao anonimato”, ressaltou o delegado Victor Melo.

Suspeitos trabalharam juntos

O delegado Victor Melo explicou que Gean, Ricardo e Leon trabalharam juntos no crime. “Ricardo e Gean já trabalhavam juntos há mais tempo, mas Leon se juntou aos dois para trabalhar na campanha eleitoral de Ricardo como candidato a vereador, este ano, e ficou trabalhando com ele depois”, disse Victor.

Segundo o delegado, Ricardo teria alugado um carro que foi usado pelos dois suspeitos para pegar a moto utilizada no crime e fugir em seguida. “Descobrimos que este carro foi usado para a dupla para, depois de devolver a moto ao dono, fugir para o Rio Grande do Norte. Ao investigar o carro, descobrimos que estava no nome de Ricardo”, explicou o delegado.

Victor Melo explicou ainda que, no dia do homicídio, cerca de 20 minutos depois do crime, Gean e Ricardo foram vistos juntos em um prédio no Centro de João Pessoa.

 

Na casa dos investigados, a polícia apreendeu documentos, cadernos e anotações. Um cheque de R$ 12 mil, assinado por Expedito, mas que a família não reconhece a assinatura, foi achado na casa de um dos suspeitos. Na casa de Ricardo a polícia encontrou um coldre de uma arma, o certificado de propriedade de uma pistola e comprovantes fiscais de compras recentes de munição.

A moto usada no crime foi apreendida pela polícia assim como a camisa utilizada pelo executor. Com base em imagens de câmera de segurança de antes, durante e depois do homicídio, a polícia achou o local em que a camisa foi descartada. “É possível ver o Leon se desfazendo da roupa. Pesquisamos as redes sociais dele, que são abertas, e encontramos várias fotos, desde novembro do ano passado, em que ele está usando a mesma camisa”, completou Victor Melo.

Do G1.

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POLÍCIA

Homem é encontrado morto na Zona Rural de Remígio

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O corpo de um homem foi encontrado nesta terça-feira (26), na Zona Rural do município de Remígio, na Paraíba. O corpo foi encontrado por moradores da região que acionaram o Samu. 

De acordo com os socorristas, ao chegarem no local apenas constataram o óbito. O local foi isolado pela Polícia Militar para a chegada da perícia. 

O corpo foi levado para o Intituto Médico Legal (IML) para investigação do que causou a morte.

ClickPB

 
 

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