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PARAÍBA

Comércio da PB atinge mais de R$ 34 bi em faturamento e emprega 121 mil pessoas, diz IBGE

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As receitas brutas das empresas do comércio da Paraíba atingiram R$ 34,541bilhões e empregavam 121 mil pessoas em 2014, segundo informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (26), com a divulgação dos resultados da Pesquisa Anual do Comércio (PAC). O faturamento das empresas do setor apresentou crescimento nominal de 8,5% sobre o ano anterior (R$ 31,836 bilhões), descontados os efeitos da inflação, o que representa um crescimento real. Na comparação de 2007 a 2014, a expansão das receitas do setor chegou a 167,8%.

Por segmento, o comércio varejista liderou na receita bruta com R$ 17,161 bilhões, quase metade do total (49,7%), alta de 8,8% sobre o anterior. O comércio atacadista apresentou maior crescimento nas receitas (10,4) na comparação com o ano anterior, atingindo R$ 13,776 bilhões (39,9% do total), enquanto o comércio de veículos, peças de veículos e motocicletas cresceu apenas 0,4% e detinha 10,4% das receitas do setor comercial em 2014 (R$ 3,6 bilhões).

De acordo ainda com os dados da Pesquisa Anual do Comércio, quanto ao número de empresas do setor, as unidades cresceram 2,6%, passando de 23.555 estabelecimentos na Paraíba, em 2013, para 24.168 empresas, no ano seguinte. O setor varejista concentra 85,3% (20.670 do total), enquanto os segmentos de peças de veículos (7,4%) e de atacado (7,1%) tiveram participações menores.

EMPREGOS GERADOS – No quesito de empregos, o comércio apresentou 10,11% de crescimento de pessoas ocupadas no setor de 2013 para 2014 na Paraíba, passando de 109,981 mil trabalhadores para 121,1 mil. A expansão de 2007 para 2014 chegou a 44,67%, um amento de 37,3 mil postos. O comércio varejo concentra 74%, seguido do comércio de veículos e peças com 17% do total (20.568) e, em terceiro, por atacadistas (8,9% do total), atingindo 10,303 mil pessoas ocupadas no Estado. Já a remuneração média do setor comercial cresceu 9,3% de 2013 para 2014 (de R$ 908 para R$ 993). Levando em consideração o período de 2017-2014, o índice cresceu 108,4%.

DADOS NACIONAIS – No país, o comércio ocupou 10,7 milhões de pessoas em 2014. Em 2013, esse valor foi de R$ 2,7 trilhões, segundo dados da Pesquisa Anual do Comércio (PAC). A receita do setor, com 1,6 milhão de empresas comerciais, cresceu 7,3% em termos reais, aumento impulsionado pelo desempenho do segmento do comércio atacadista, cuja contribuição para o crescimento da receita foi de 3,7 pontos percentuais. O aumento, no entanto, é menor que em 2013 (8,9%), 2001 e 2012 (11,9%).

Para o gerente da pesquisa, Luiz Andrés Ribeiro, um dos dados que merecem destaque é o que aponta aumento da participação do comércio varejista ao longo dos anos da pesquisa, iniciada em 2007. “A participação passou de 39,8%, em 2007, para 43,4%, em 2014. Por outro lado, o comércio atacadista, que respondeu pela maior parcela da receita, apresentou pequena queda, passando de 44,9% para 44,4%, bem como o comércio de veículos automotores, peças e motocicletas cuja participação passou de 15,4%, em 2007, para 12,2%, em 2014”, disse.

Ribeiro destacou que esses resultados tiveram impacto principalmente, pela dinâmica do mercado de trabalho, do mercado de crédito e pela elevação da renda média da economia brasileira no período. O comércio varejista respondeu por 78,8% do número de empresas, com 1,3 milhão, e empregou 7,9 milhões de pessoas (73,7% do total).

Secom

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PARAÍBA

Paraíba é segundo estado do país com menor ocupação de leitos covid-19, segundo boletim da Fiocruz

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A Paraíba é o segundo estado do país com menor ocupação de leitos de covid-19, tendo 70% dos leitos ocupados. Com isso, a Paraíba fica atrás apenas de Roraima, cuja ocupação é de 44%. Os dados são do Boletim Extraordinário do Observatório Covid-19 Fiocruz, referentes a Semana Epidemiológica 14 (4 a 10 de abril).

Apesar da melhora, a Paraíba continua em alerta médio, classificado pela Fiocruz com a cor amarela. Roraima é o único estado do país classificado na cor verde, que indica baixo estado de alerta.

O boletim apontou que a tendência de alta de transmissão da Covid-19 se manteve no país, com valores recordes no número de óbitos (uma média de 3.020 mortos por dia) e aumento de novos casos (cerca de 70.200 casos diários). A análise aponta também que a sobrecarga dos hospitais continuou em níveis críticos.

A alta proporção de testes com resultados positivos revela que, durante esse período, o vírus permanece em circulação intensa em todo o país. Segundo os pesquisadores do Observatório, o quadro epidemiológico observado pode representar a desaceleração da pandemia, com a formação de um novo patamar, como o ocorrido em meados de 2020, porém com números muito mais elevados de casos graves e óbitos.

Outro indicador estratégico, a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) se manteve predominantemente estável e muito elevada. Destacam-se a saída do Maranhão (78%) da zona de alerta crítico para a zona de alerta intermediário e quedas significativas do indicador no Pará (87% para 82%), Amapá (de 91% para 84%), Tocantins (de 95% para 90%), Paraíba (de 77% para 70%) e São Paulo (de 91% para 86%). 

Vacinação

O Boletim traz ainda um painel sobre a vacinação no Brasil. Do total das pessoas vacinadas (27.567.230) até a Semana 14, 30,2% completaram o esquema vacinal com duas doses e 69,8% receberam apenas a primeira dose do imunizante. Nove estados apresentam diferença igual ou menor à média nacional de vacinados com esquema completo e vacinados somente com uma dose.  

“Os que registraram as menores diferenças foram Roraima, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Essa diferença pode estar relacionada com o volume de faltosos para a segunda dose. É possível ainda que esteja refletindo estratégias diferenciadas de aceleração da imunização da primeira dose, ou ainda conter diferenças relativas à agilidade do registro”.

Para controlar a disseminação da pandemia e preservar vidas, os pesquisadores reforçam que é fundamental que os municípios brasileiros, em especial os que compõem as regiões metropolitanas, adotem medidas convergentes e sinérgicas, em especial dentro de cada Região Metropolitana.

“As medidas de restrição de mobilidade e de algumas atividades econômicas, adotadas nas últimas semanas por diversas prefeituras e estados, estão produzindo êxitos localizados e podem resultar na redução dos casos graves da doença nas próximas semanas. No entanto ainda não tiveram impacto sobre o número de óbitos e no alívio das demandas hospitalares”, alertam os pesquisadores. “A flexibilização de medidas restritivas pode ter como consequência a aceleração do ritmo de transmissão e, portanto, de casos graves de Covid-19 nas próximas semanas”.

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PARAÍBA

Paraíba sobe no ranking e é o 3º estado que mais vacinou contra covid-19 no Brasil

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A Paraíba é o 3º estado com a população mais vacinada contra covid-19 no Brasil. Os dados divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa nesta quarta-feira (14), apontam que 13,42% da população paraibana já tomou pelo menos a primeira dose da vacina contra o novo coronavírus.

Os cinco estados que mais vacinaram são: Rio Grande do Sul (15,84%), Mato Grosso do Sul (14,28%), Paraíba (13,42%), Bahia (13,33%) e Espírito Santo (13,16%). Em todo o Brasil, 24.433.064 milhões de pessoas já tomaram ao menos uma dose, o que corresponde a 11,54% da população.

De acordo com os dados, a Paraíba subiu uma posição no ranking das vacinas. No último dia 03 de abril, o Estado aparecia na 4ª posição com a população mais vacinada contra covid-19 no Brasil.

Até esta quarta-feira (14), foi registrado no sistema de informação SI-PNI a aplicação de 711.023 doses. Até o momento, 542.184 pessoas foram vacinadas com a primeira dose e 168.839 com a segunda dose da vacina. Um total de 918.218 doses já foram distribuídas.

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