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ENTRETENIMENTO

Conheça os músicos que quase viraram jogadores de futebol profissional

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Você já imaginou ver o cantor Wesley Safadão marcando um gol e comemorando com a torcida do Ceará? E o sambista Diogo Nogueira com a camisa 10 do Flamengo, seria possível? Nos dias de hoje, isso pode parecer uma utopia gigante, mas quase se tornou realidade com os dois cantores e tantos outros músicos brasileiros e internacionais. Listamos alguns astros do mundo da música que, por muito pouco, quase viraram jogadores de futebol profissionais.

Wesley Safadão

Nova sensação da música brasileira, o cantor Wesley Oliveira da Silva, o Safadão, tinha planos de se tornar jogador de futebol, antes mesmo de começar a se arriscar no mundo do forró. Segundo a mãe do Safadão, Dona Bill, o caçula de três irmãos caiu na música por acaso, pois até os 12 anos de idade frequentava a escolinha do Ceará e tinha o sonho de virar profissional.

Djavan

Quem também jogou futebol durante a infância e quase virou profissional foi o Djavan, que atuou como meia do CSA, de Alagoas, mas, aos 19 anos, resolveu pendurar as chuteiras e seguir na música.

Jorge Ben Jor

Um dos nomes mais famosos da história da música brasileira, o cantor Jorge Ben Jor quase virou ídolo do time com maior torcida do Brasil. O astro jogou como volante no infanto-juvenil do Flamengo, mas logo optou pela música e resolveu incluir seu amor pelo Flamengo e pelo futebol em suas canções, entre elas: Fio Maravilha, País Tropical, Flamengo e Camisa 10 da Gávea.

Diogo Nogueira

Outro que quase fez sucesso na Gávea e por pouco não vestiu a camisa 10 do Flamengo foi o cantor Diogo Nogueira. Após passar pelas categorias de base de Vasco e Fluminense, além de atuar pelo CFZ, o filho do cantor João Nogueira, flamenguista de coração, fez um teste para se profissionalizar pelo Cruzeiro-RS, ao 23 anos, em 2004, mas acabou sofrendo uma grave lesão no joelho esquerdo, rompendo os ligamentos, optando assim em abandonar a carreira.

Jackson do Pandeiro

Indo mais longe, temos o exemplo de Jackson do Pandeiro. Aos 30 anos de idade, o cantor e músico brasileiro foi goleiro do Treze de Campina Grande, da Paraíba, mas em pouco tempo largou o futebol para se dedicar à música.

Julio Iglesias

Julio Iglesias era o goleiro das categorias de base do Real Madrid. Aos 20 anos sofreu um acidente e quase morreu. Enquanto se recuperava no hospital, ganhou um violão, presente que mudou sua vida, não voltou mais aos gramados.

Steve Harris

Steve Harris, baixista da banda de heavy metal inglesa Iron Maiden, sempre foi uma figura ligada ao futebol. Desde criança ele já demonstrava um grande interesse pelo esporte mais popular do mundo. Tinha como ídolos craques da grande geração campeã inglesa como George Best, Bobby Moore e Geoff Hurst, mas sua paixão maior era (e é) pelo time do East End, bairro onde nasceu, chamado West Ham United.

O “Hammers”, como é frequentemente chamado o time, é pouco conhecido internacionalmente e com certa freqüência aparece jogando a segunda divisão da liga inglesa, mas revelou grandes craques que foram campeões em 1966 pela Inglaterra. O time também é conhecido em função do filme Hooligans, lançado em 2005, que conta com Elijah Wood (o Frodo de Senhor dos Anéis) no elenco.

Durante a década de 70, o músico não só cantava “I’m forever blowing bubbles” (música clássica da torcida dos hammers) como também se dedicava a treinar para a peneira do West Ham.

Correio

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ENTRETENIMENTO

Roberto Carlos, quase aos 80 anos, defende a vacina e diz que pandemia afetou TOC

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) — Uma grande notícia surge do bairro da Urca, no Rio de Janeiro, onde Roberto Carlos mora desde 1980, numa cobertura do prédio Golden Bay — o rei está trabalhando. 

“Sim, tenho trabalhado bastante em casa compondo novas canções”, afirmou, em entrevista distribuída por sua assessoria de imprensa. O artista fará 80 anos na próxima segunda-feira, dia 19.

Não é uma notícia menor para os fãs. Para um artista cuja carreira se confundia com o hábito de lançar um álbum de inéditas todo final de ano, Roberto tem se mostrado muito pouco produtivo nas últimas décadas.

Seu último álbum de inéditas naquela toada quase anual — ele já vinha pulando um ano ou dois — é de 2005. Depois disso, ele lançou apenas dois EPs, com quatro músicas cada um, puxados pelos hits “Esse Cara Sou Eu”, em 2012, e “Sereia”, em 2017.

Questionado que tipo de música estaria fazendo se ainda tivesse 20 anos, ele lembrou esses últimos sucessos. “Estaria fazendo o mesmo tipo de música que faço hoje. ‘Esse Cara Sou Eu’ e ‘Sereia’ são exemplos disso.”

Roberto também adiantou a próxima canção que vai lançar. “Tenho um dueto com [a cantora paraense] Liah Soares para a próxima novela das nove da TV Globo, ‘Um Lugar ao Sol’, de autoria de Licia Manzo. É uma linda canção, composição da Liah e Iana Marinho, e estou muito contente com esse trabalho.”

Outra novidade é o início das filmagens de uma obra sobre sua vida. “Um filme sobre a minha vida dirigido por Breno Silveira começa a ser rodado no início de 2022 e contando tudo da minha vida, desde que nasci. Vamos contar tudo”, lembrando provavelmente o acidente que sofreu quando criança, em Cachoeiro do Itapemirim, e que custou a ele parte da perna direita.

As afirmações de Roberto fazem parte de um questionário de cerca de 60 perguntas enviadas por jornais e revistas do Brasil inteiro em razão de seu aniversário. O artista respondeu por escrito a cerca de um terço delas, contando inclusive que a pandemia atrasou um pouco o tratamento do transtorno obsessivo compulsivo, ou TOC, de que sofre há décadas.

“Não estou curado totalmente do TOC. Na realidade, do conjunto de coisas que tenho do TOC, uma delas é a higienização, lavar as mãos, essa coisa toda. E isso, logicamente, ficou mais rigoroso. Mas não estou curado do TOC totalmente não, ainda tem muita coisa, estou tentando, estou lutando”, afirmou. “Lido com total cuidado, até de repente um pouco exagerado, mas sigo realmente tudo o que deve ser feito, os cuidados que devem ser tomados.”

“Defendo, de verdade, a ciência”, disse, a respeito da primeira dose da vacina que tomou, em 1º de março. “A ciência é que realmente pode orientar o povo, o que deve ser feito em relação à vacina, a importância da vacina. Defendo a ciência e tudo que alguém diz em nome da ciência. Me vacinei, estou mais tranquilo e agora estou para receber a segunda dose da vacina, mas estou mantendo os mesmos cuidados de sempre. Repito: a vacina é muito importante e todos devem se vacinar. Vacina sim!”

Roberto também pediu que as recomendações sanitárias sejam seguidas por seus fãs. “O que eu quero pedir é que levem a sério, que sigam rigorosamente as orientações das autoridades do setor de saúde. Usem máscaras, lavem as mãos, usem álcool em gel, mantenham o distanciamento social o máximo possível e tomem vacina. Isso com certeza vai ajudar muito a acabar com esse problema.”

E lembrou que não gostaria que esses fãs fizessem homenagens para seu aniversário na segunda-feira, na frente de seu prédio. “[Vou passar o aniversário] em casa. Para evitar aglomerações, peço a vocês que também fiquem em casa e eu estarei recebendo esses abraços, esse carinho e todo esse amor a distância, que é como deve ser feito nesse momento.”

“O momento de aniversário é sempre um momento de muita reflexão, de se pensar muito na vida, no passado, no presente e no futuro. Brindo sempre à saúde, ao amor, à felicidade e às bênçãos do nosso Deus de bondade. Amém.”

Além de trabalhar, o artista revelou um pouco do seu dia a dia na cobertura da avenida Portugal. “Sou fã do BBB e assisto quase todos os dias, me divirto muito”, disse, respondendo ainda que a única coisa que não pode faltar em sua geladeira é sorvete.

Comentou também a falta que sente dos palcos e do amigo e parceiro Erasmo Carlos. “Sinto falta de tudo isso, do palco, das luzes e principalmente da plateia. De estar de frente para o público em contato direto com as pessoas, dos sorrisos, dos olhares, desse carinho e desse amor que eu recebo nesse momento em que estou no palco. Sinto falta sim, mas isso vai passar e daqui a pouco a gente está de volta.”

“A minha amizade com Erasmo continua a mesma de sempre. Erasmo é meu grande irmão, meu parceiro em quase todas as canções que tenho feito até hoje. Mas nós respeitamos muito as regras de distanciamento social. Vamos nos falar por telefone com o abraço de sempre e, quando tudo isso passar, a gente vai comemorar com um outro grande abraço.”

Questionado sobre arrependimentos, Roberto Carlos disse que os têm principalmente por não ter agido em algumas ocasiões. “Sim, por algumas coisas que não fiz e outras poucas coisas que fiz. Mas me arrependo sim, seja como for me arrependo sim.”

Ao fim, deixou sua visão a respeito de se tornar octogenário. “Eu sou, aos 80 anos, o mesmo de sempre. E chegar aos 80 anos não me assusta porque isso vem acontecendo gradativamente. O importante é que eu me sinto bem e me sinto com menos idade do que a que tenho. Sou um cara com muitos sonhos aos 80 anos.”

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ENTRETENIMENTO

Juliette vence a Prova Bate e Volta e se livra do décimo Paredão do BBB21

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A paraibana Juliette venceu a Prova Bate e Volta e se livrou do décimo Paredão do BBB21. O desafio foi disputado por ela, Caio e Rodolffo, na noite deste domingo (04).

A sister chegou na Prova Bate e Volta depois de ser puxada por Caio durante a formação do paredão. O fazendeiro e a maquiadora foram os mais votados pela casa na votação aberta, segunda votação que aconteceu na noite. Diante do empate, Viih Tube deu seu voto de minerva e livrou a paraibana da berlinda. Contudo, Caio teve direito a um Contragolpe e puxou Juliette.

Rodolffo, por sua vez, foi o mais votado no Confessionário, assim como Juliette. E, novamente, a Líder teve de desempatar, escolhendo pelo cantor sertanejo.

O 10º paredão do BBB 21 acontece nesta terça-feira (06).

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