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Corinthians, Flamengo, Atlético-MG e Chape são campeões estaduais; veja resumo

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Em mais um tradicional domingo de futebol, foram conhecidos os campeões dos principais campeonatos estaduais do Brasil. Corinthians, Flamengo, Atlético Mineiro, Chapecoense, Coritiba, Vitória e Goiás são alguns dos times que soltaram o grito já no início da temporada de 2017.

Confira abaixo como foram as decisões dos estaduais pelo Brasil com um breve resumo de cada partida do Paulistão, Carioca, Mineiro, Paranaense, Catarinense, Baiano e Goiano. Teve até campeão decidido somente nos pênaltis.

Campeonato Paulista

Jogo de ida: Ponte Preta 0 x 3 Corinthians, no Moisés Lucarelli
Jogo de volta: Corinthians 1 x 1 Ponte Preta, na Arena Corinthians

O Corinthians entrou em campo com uma vantagem enorme, a maior entre os principais estaduais, e, 40 anos depois da lendária decisão de 1977 contra a própria Ponte Preta, conquistou o seu 28º título Paulista.

Cássio levanta a taça do 28º título Paulista do Corinthians, o primeiro na Arena
Divulgação

Cássio levanta a taça do 28º título Paulista do Corinthians, o primeiro na Arena

Após um primeiro tempo amarrado, Jadson aproveitou saída de bola errada de Fernando Bob e achou Romero livre. O paraguaio chutou, Aranha defendeu, mas no rebote ele não desperdiçou e abriu o placar. Com Marllon, aos 40, a Ponte ainda empatou a partida, mas já era muito tarde. Final: Corinthians campeão e festa dos mais de 46 mil torcedores presentes na Arena.

Campeonato Carioca

Jogo de ida: Fluminense 0 x 1 Flamengo, no Maracanã
Jogo de volta: Flamengo 2 x 1 Fluminense, no Maracanã

O Fluminense precisava de pelo menos um gol para levar a decisão para os pênaltis e começou a partida com tudo. Logo aos três minutos, Henrique Dourado, o ceifador, aproveitou bola cruzada na área e fez para o tricolor carioca.

Boas chances foram criadas para ambos os lados ainda na primeira etapa, mas só no segundo tempo a bola balançou o barbante do Maracanã novamente. Aos 39, Gabriel cobrou escanteio, Réver ganhou de Henrique e cabeceou para boa defesa de Cavalieri, na sobra, porém, estava Guerrero, que fuzilou de pé esquerdo para deixar tudo igual.

Autor de um dos gols, Guerrero comemora título pelo Flamengo
Reprodução

Autor de um dos gols, Guerrero comemora título pelo Flamengo

Com 1 a 1, o Flamengo já era campeão, mas com o Fluminense todo no ataque, o rubro-negro ainda virou a partida com Rodinei, aos 50 minutos, em rápido contra-ataque. Ainda deu tempo do goleiro do Flu ser expulso após falta em Rodinei. Final: Flamengo campeão pela 34ª vez para mais de 68 mil torcedores no Maracanã.

Campeonato Mineiro

Jogo de ida: Cruzeiro 0 x 0 Atlético-MG, no Mineirão
Jogo de volta: Atlético-MG 2 x 1 Cruzeiro, no Independência

O Atlético-MG começou o clássico contra o Cruzeiro com a vantagem de poder empatar para ser campeão, já que teve melhor campanha. Mas Fred e Robinho parecia que não sabiam disso. Logo aos 12 minutos, o camisa 7 recebeu do centroavante dentro da área e só empurrou para o fundo do gol.

Jogadores do Atlético-MG comemoram o título do Campeonato Mineiro de 2017
Reprodução

Jogadores do Atlético-MG comemoram o título do Campeonato Mineiro de 2017

No segundo tempo, Ábila, muito ligado, aproveitou cruzamento de Rafinha, dominou no peito, girou e finalizou com muito estilo, de voleio para deixar tudo igual. Aos 24, Elias jogou água no chope e esfriou as chances cruzeirenses, que precisavam virar a partida para ser campeão. Final: Atlético-MG campeão estadual pela 44ª vez.

Campeonato Gaúcho

Jogo de ida: Internacional 2 x 2 Novo Hamburgo, no Beira-Rio
Jogo de volta: Novo Hamburgo 1 (3) x (1) 1 Internacional

O Novo Haburgo surpreendeu ao empatar com o Internacional no primeiro jogo em pleno Beira-Rio e começou a partida decisiva com tudo. Logo aos 21 do primeiro tempo, Ernando tentou afastar, mas fez contra a própria meta. A reação do colorado veio só no segundo tempo.

Novo Hamburgo derrotou o Internacional nos pênaltis e se tornou Campeão Gaúcho pela primeira vez 2017
Reprodução

Novo Hamburgo derrotou o Internacional nos pênaltis e se tornou Campeão Gaúcho pela primeira vez 2017

Logo aos três minutos, D’Alessandro recebeu na direita e cruzou, após disputa, a bola sobrou para Rodrigo Dourado estufar as redes. A partida terminou empatada e a decisão foi para os pênaltis e aí brilhou a parte azul em Caxias do Sul. Com três pênaltis desperdiçados, entre eles o do camisa 10, o Inter foi superado por 3 a 1 e não conseguiu o heptacampeonato estadual. Bom para o Novo Hamburgo, que pôde gritar campeão pela primeira vez na história.

Campeonato Parananese

Jogo de ida: Atlético-PR 0 x 3 Coritiba, na Arena da Baixada
Jogo de volta: Coritiba 0 x 0 Atlético-PR, no Couto Pereira

Após vencer a primeira partida por 3 a 0 fora de casa, o Coritiba foi recebido pelo seu torcedor com muita festa e já com uma mão na taça do Campeonato Paranaense. Em boa parte do primeiro tempo controlou as ações e a melhor chance dos rubro-negros veio apenas aos 45 minutos.

Torcida do Coritiba deu show para comemorar mais um título estadual
Reprodução

Torcida do Coritiba deu show para comemorar mais um título estadual

Na etapa final, o Furacão foi pra cima e o Coxa se fechou, não deixando que o rival furasse a boa defesa. A melhor chance foi aos 32 com cobrança de falta de João Pedro. Final: Coritiba, pela 38ª vez, campeão Paranaense.

Campeonato Catarinense

Jogo de ida: Avaí 0 x 1 Chapecoense, na Ressacada
Jogo de volta: Chapecoense 0 x 1 Avaí, na Arena Condá

Pouco mais de cinco meses depois da tragédia que matou parte do elenco campeão estadual de 2016, a Chapecoense voltou a conquistar um título. Após vencer o primeiro jogo contra o Avaí por 1 a 0, o Verdão do Oeste fez valer o regulamento e, apesar de ser derrotado pelo mesmo placar, se tornou bicampeão pela primeira vez em sua história.

O elenco da Chapecoense campeão Catarinense de 2017
Reprodução

O elenco da Chapecoense campeão Catarinense de 2017

O gol do Avaí foi marcado por Leandro Silva, aos 27 do primeiro tempo, mas foi só. Pela sexta vez, a Chapecoense conquistou o título do Campeonato Catarinense, para a alegria dos torcedores e de todos que ajudaram na reconstrução de um dos times mais amados do Brasil.

Outros estaduais

Em outros estaduais pelo Brasil, o Goiás, que havia vencido o Vila Nova na partida de ida por 3 a 0, conseguiu uma vitória mínima na partida de volta no Serra Dourada para conquistar o terceiro título goiano consecutivo. Já na Bahia, o Vitória, time de melhor campanha, segurou o 0 a 0 no Barradão – na partida de ida o empate havia sido por 1 a 1 – e conquistou, de forma invicta, o título baiano de 2017. No Sergipe, o Confiança conquistou o título e em Pernambuco o Sport empatou com o Salgueiro na partida de ida da final do estadual local. A volta acontecerá no dia 18 de junho.

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Palmeiras vence o Santos e conquista o bi da Libertadores

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Aos 53 minutos do segundo, quando a bola cruzou o ar do Maracanã, encontrou a cabeça do atacante Breno Lopes e foi descansar no fundo da rede do Santos, valeu a pena cada uma daquelas vezes em que o torcedor do Palmeiras disse aos amigos, gritou aos jogadores, sussurrou para si mesmo: “A Taça Libertadores é obsessão”. Neste sábado, o título tão desejado desde 1999, tão pedido nestes últimos anos, deixou de ser ambição para se tornar realidade: o Palmeiras é bicampeão da América. O gol da vitória por 1 a 0 nasceu quase no fim, logo após confusão entre Cuca e Marcos Rocha à beira do campo, e saiu da cabeça de um jogador improvável, quase desconhecido, chegado ao clube há menos de três meses – e, desde já, eternizado.

O herói

No Palmeiras de Weverton, de Gustavo Gómez, de Rony, de Luiz Adriano, de Willian, de Felipe Melo, de Abel Ferreira, a história foi escrita por Breno Lopes, 25 anos, mineiro de Belo Horizonte, jogador que estava no Juventude na Série B e foi buscado em idos de novembro – sem alarde, como se fosse apenas mais um reforço em meio a tantos atletas mais famosos.

Vem aí o MundialGustavo Gómez, Luiz Adriano e Alison em Palmeiras x Santos

O Mundial de Clubes começa já nesta quinta-feira. Às 11h, o Tigres, do México, enfrenta o Ulsan, da Coreia do Sul, e o vencedor será o adversário do Palmeiras nas semifinais, domingo, dia 07/02, às 15h. O outro jogo das quartas de final, também na quinta, reúne o Al Duhail, do Catar, e o Al Ahly, do Egito. Quem vencer, pega o Bayern de Munique nas semifinais, segunda-feira. Clique aqui e veja a tabela.

A confusão

O segundo tempo parecia acabado, pronto para a prorrogação, e de repente pegou fogo. Uma bola saiu pela lateral, Cuca foi pegar, Marcos Rocha também, e os dois se enroscaram. O treinador acabou expulso. Pulou a mureta, foi para a arquibancada e, de lá, viu o Palmeiras fazer o gol do título.

O craque da Libertadores

“Hoje, não consegui ser o Marinho”, disse o atacante do Santos depois do jogo. De fato, ele não encontrou forma de se destacar na grande final. Foi muito bem marcado pelo Palmeiras. Mesmo assim, foi eleito o craque da Libertadores.

O primeiro tempo

A escalação do Santos, com Sandry reforçando o meio (e Lucas Braga no banco), indicava um time mais retraído. Mas não foi o que mostraram os minutos iniciais da partida. O time de Cuca começou com mais posse, tentou conquistar o terreno adversário e teve a primeira finalização – em chute cruzado de Pará. O Palmeiras, porém, logo conseguiu reagir: amarelou Lucas Veríssimo, chegou bem com Rony, ameaçou em cabeceio de Gómez. O jogo ficou pegado, com divididas duras, e se concentrou em disputas pelo meio, com eventuais arrancadas pelos lados. As marcações se sobressaíram: Marinho e Soteldo tiveram dificuldades; Rony e Luiz Adriano também. As chances de gol foram raras. Aos 36, Marcos Rocha avançou bem e acionou Raphael Veiga na área. O chute foi para fora. Três minutos depois, faltou pouco para Marinho aproveitar cruzamento e abrir o placar.

Jogadores se abraçam: o Palmeiras é campeão da LibertadoresO segundo tempo

O Palmeiras voltou para o segundo tempo mais incisivo. Parecia disposto a tomar o jogo para si, a decidir os rumos da partida. Concentrou-se no campo de ataque, cercou a área adversária e ameaçou em cruzamento de Gabriel Menino para Rony. O Santos respondeu. Em cobrança de falta, Soteldo rolou, Marinho cruzou e Lucas Veríssimo, na segunda trave, desviou para fora – na melhor chance do duelo até então. A reação alviverde saiu em cobrança de falta de Raphael Veiga, que quase surpreendeu o goleiro John. O jogo seguiu equilibrado, e os treinadores começaram a mover suas peças. No Santos, saiu Sandry e entrou Lucas Braga; no Palmeiras, saiu Zé Rafael e entrou Patrick de Paula. Quem mais se aproximou do gol foi o Peixe. Diego Pituca mandou uma pancada, Weverton espalmou e Felipe Jonatan, no rebote, emendou forte chute para fora. Conforme passava o tempo, mais os times demonstravam cansaço, e menos iminente parecia o gol. Kaio Jorge, aos 44, tentou uma bicicleta – defendida sem sustos por Weverton. O jogo parecia encerrado, à espera da prorrogação, e aí o inesperado aconteceu. Cuca e Marcos Rocha se estranharam na beira do campo para pegar uma bola que saiu pela lateral, e o treinador foi expulso. Ele pulou a mureta e se juntou ao público na arquibancada. De lá, viu o Palmeiras ser campeão. Aos 53 do segundo tempo, Rony cruzou, e Breno Lopes, o herói improvável, fez o inesquecível gol que tornou o Palmeiras campeão.

Os campeões

O Palmeiras chega ao bicampeonato da Libertadores. Grêmio, São Paulo e Santos se mantêm como os brasileiros mais vencedores do torneio, com três títulos, seguidos ainda por Cruzeiro, Flamengo e Inter, com dois, e Atlético-MG, Corinthians e Vasco, com um.

Dinheiro na conta

Além do título, o campeão comemora a chegada de um bom dinheiro. No total, o Palmeiras lucrou US$ 22,55 milhões (R$ 123,5 milhões) por toda a caminhada na Libertadores, sendo US$ 15 milhões (R$ 82 milhões) pelo título. Já o Santos embolsou US$ 13,55 milhões (R$ 74 milhões) no total, com US$ 6 milhões (R$ 33 milhões) pelo vice.

Com público

Os cerca de 2,5 mil convidados para a final da Libertadores ficaram concentrados no setor oeste inferior do Maracanã. Em meio à pandemia do novo coronavírus, com mais de 220 mil mortos, houve aglomeração no estádio. Foi possível ver, em diferentes momentos, pessoas tirando as máscaras. A Conmebol disse que todos os convidados fizeram testes para Covid antes da partida.

Por Alexandre Alliatti

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Organizadas do Palmeiras exigem que “mãos sujas de sangue de Bolsonaro não manchem a taça”

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Várias torcidas organizadas do Palmeiras, que disputa a final da Libertadores no próximo sábado (30), no Maracanã, contra o Santos, soltaram manifesto, neste domingo (24), onde exortam o presidente Maurício Precivalle Galiotte, a “não endossar qualquer tipo de ação que coloque o clube sob o jugo de ações populistas e oportunistas por parte do presidente da República, Jair Bolsonaro”.

O texto manifesta a preocupação “com a possibilidade de nosso clube ter a sua imagem novamente associada, em um momento grandioso de nossa história, a um governo denunciado internacionalmente por seus ataques sistemáticos aos direitos humanos, pela devastação deliberada do meio ambiente e por seu comportamento genocida diante de um dos períodos mais difíceis da história do Brasil”.

“Além de ser tratado como pária internacional, devido aos motivos supracitados e também à péssima condução das relações internacionais, criando animosidade e hostilidades inclusive com países vizinhos aqui na América do Sul, algo que em nada interessa ao Palmeiras, o presidente tem a fama de “vira-casaca” e “torcedor misto”, ao aparecer batendo no peito e envergando a camisa de dezenas de clubes – incluindo nossos rivais, inclusive o rival que disputa a final da Libertadores contra o Palmeiras”, diz ainda o texto.

Leia na íntegra abaixo:

Carta aberta ao presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras, senhor Maurício Precivalle Galiotte

Nós, torcedores palmeirenses que assinamos esta carta, exortamos o presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras, senhor Maurício Precivalle Galiotte, a não endossar qualquer tipo de ação que coloque o clube sob o jugo de ações populistas e oportunistas por parte do presidente da República, Jair Bolsonaro, na ocasião da grande final da Copa Libertadores da América da presente temporada.

30 de janeiro de 2021 já é um dia histórico para nós, palmeirenses. Uma das mais importantes decisões que jogaremos em nossa trajetória centenária de lutas e glórias defendendo as cores de um só clube: o Palmeiras. Ao mesmo tempo, no momento em que redigimos este documento, o país chora a morte de mais de 211 mil brasileiros, vitimados pelo Covid-19, mas também pela negligência e pelo negacionismo do Estado no combate à pandemia que assola o planeta.

Por isso, manifestamos preocupação com a possibilidade de nosso clube ter a sua imagem novamente associada, em um momento grandioso de nossa história, a um governo denunciado internacionalmente por seus ataques sistemáticos aos direitos humanos, pela devastação deliberada do meio ambiente e por seu comportamento genocida diante de um dos períodos mais difíceis da história do Brasil.

Além de ser tratado como pária internacional, devido aos motivos supracitados e também à péssima condução das relações internacionais, criando animosidade e hostilidades inclusive com países vizinhos aqui na América do Sul, algo que em nada interessa ao Palmeiras, o presidente tem a fama de “vira-casaca” e “torcedor misto”, ao aparecer batendo no peito e envergando a camisa de dezenas de clubes – incluindo nossos rivais, inclusive o rival que disputa a final da Libertadores contra o Palmeiras.

Preocupados com a reputação do clube diante desta possibilidade e solidários ao luto de milhares de palmeirenses que perderam familiares e amigos durante a pandemia, exortamos que o Palmeiras não se preste ao papel de pedestal para aquele que, além de não demonstrar nenhum vínculo afetivo real com o nosso clube ao vestir tantas camisas, comete atrocidade ao fazer chacota com a dor dos brasileiros que choram seus mortos na pandemia.

É neste cenário que disputaremos a final do campeonato mais importante do continente e é pela grandeza do clube que expressamos nosso ponto de vista, conclamando a diretoria do clube a levar em consideração a opinião dos que subscrevem esta carta, sempre em defesa de um Palmeiras democrático, humano e inclusivo. Um Palmeiras de todos e para todos.

Assinam o texto:

Porcomunas

Palmeiras Antifascista

PorcoÍris

Palmeiras Livre

USParmera

Palestra Sinistro

 
 

Revista Fórum

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