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BRASIL

Covid-19: Brasil registra 24.468 casos e 272 mortes em 24 horas

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O Brasil registrou neste domingo (29) 6.314.740 casos confirmados do novo coronavírus, conforme balanço divulgado pelo Ministério da Saúde. Foram computados 24.468 novos casos e 272 mortes nas últimas 24 horas e existem 2.177 óbitos em investigação. Desde o início da pandemia ocorreram em todo o país 172.833 óbitos. 

Conforme o balanço, 563.789 pessoas estão em acompanhamento. O número de recuperados está em 5.578.118.

Nos estados

Os estados com mais mortes pela covid-19 são São Paulo (42.076), Rio de Janeiro (22.561), Minas Gerais (10.031), Ceará (9.607) e Pernambuco (9.030). As unidades da Federação com menos óbitos pela doença são Acre (723), Roraima (727), Amapá (806), Tocantins (1.162) e Rondônia (1.555).

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 29/11/2020

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil 29/11/2020 – 29/11/2020/ Divulgação/Ministério da Saúde

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BRASIL

“A vacina salva vidas”, diz primeira indígena a se vacinar contra a Covid

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O governo de São Paulo, comandado por João Doria (PSDB), iniciou a vacinação com a primeira dose da CoronaVac neste domingo, 17, após a aprovação do imunizante para uso emergencial pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Vanusa Kaimbé, de 50 anos, técnica de enfermagem e assistente social, foi a primeira indígena a ser vacinada contra a Covid-19. Ela é presidente do conselho dos indígenas kaimbé do estado de São Paulo.

“Eu vim aqui hoje representar a população indígena e falar sobre a importância da vacina. A vacina salva vidas. Fui a primeira indígena a ser vacinada e recomendo para todos os meus parentes”, afirmou.

A primeira pessoa a ser vacina foi a enfermeira negra Mônica Calazans. Depois dela, o enfermeiro Wilson Paes de Pádua, de 57 anos, do hospital Vila Penteado, na Zona Norte.

Brasil 247

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BRASIL

“Vamos nos vacinar, não tenham medo”, diz Monica Calazans, a primeira brasileira vacinada

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A enfermeira Monica Calazans, a primeira mulher a ser vacinada contra a Covid-19 no Brasil, pediu neste domingo (17) o apoio da população à campanha de vacinação. 

“Eu fui criticada com piadinha, memes, me chamaram de cobaia. Eu não sou cobaia, sou participante de pesquisa e to muito orgulhosa. Meu nome tá aí no mundo todo, 54 anos, negra, brasileira e participante de  vacina. Vamos nos vacinar. Não tenham medo“, disse Monica Calazans, logo após ser imunizada com a primeira dose da vacina Coronavac. 

Mulher negra, torcedora do Corinthians e moradora de Itaquera, na Zona Leste de São Paulo, Monica Calazans trabalha na UTI do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, em São Paulo. Com obesidade, hipertensão e diabetes, ela faz parte do grupo de risco. 

Com seu uso emergencial autorizado na tarde deste domingo pela Anvisa, a Coronavac tem uma eficácia global de 50,38%, subindo para 78% para leves e, embora isso ainda precise de confirmação, aparentes 100% para moderados e graves.

Nesta segunda, o governo paulista começa a distribuir doses, seringas e agulhas para imunizar trabalhadores de saúde de seis hospitais do estado. HC (Hospital das Clínicas) da capital e de Ribeirão Preto (USP), HC da Campinas (Unicamp), HC de Botucatu (Unesp), HC de Marília (Famema) e Hospital de Base de São José do Rio Preto (Funfarme).

Brasil 247

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