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POLÍTICA

CRISE?! Conheça os deputados da PB que votaram a favor do “Shopping dos Deputados”, orçado em R$ 1 bilhão

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O que é prioridade para os deputados paraibanos? Qual seria o significado dessa palavra para eles? Com certeza não é o que se faz necessário nesse instante ao povo da Paraíba, água e segurança. Nem parece que o estado vive um colapso de água, nem parece que o estado vive uma Segurança fragilizada, e parece menos ainda que, em Campina Grande, o hospital da Fap esteja para fechar suas portas por falta de condições de funcionamento.

Os deputados paraibanos, em sua maioria, enquanto não lutam e não fazem nada, em caráter de emergência para resolver a questão da crise hídrica que ora passa o estado, preferem engordar seus bolsos mais uma vez. Os parlamentares preferem o afago entre eles. A cantiga no Congresso tem sido assim, “agradamos o Executivo e o Executivo nos agrada”.

No início da semana, ao mesmo tempo em que aprovou mais uma das medidas de aperto dos gastos públicos, o plenário da Câmara deu aval à continuidade do projeto de ampliação da estrutura dos deputados, o que inclui novos gabinetes e a construção de um shopping center. Por que será que esses peçonhentos, não fazem contenção de despesa já que pregam tanto que o país está em crise? Por que esses peçonhentos não pagam pelo ajuste fiscal que eles próprios contraíram como consequência da prática de uma política fisiologista e patológica?

Verbas para socorrer o povo não existe. Verbas para a Segurança, Educação e para a Saúde não existem, mas para construir o “shopping dos deputados” existe. Isso é uma vergonha. Esses parlamentares brasileiros são a escória da sociedade. Os parlamentares paraibanos foram capazes de votar a favor de um shopping avaliado em R$ 1 bilhão, construção essa público-privada, ou seja, mais dinheiro dos impostos pagos pelo povo brasileiro indo pelo ralo e oferecendo cada vez mais regalias para essa raça desprovida de caráter e bom senso.

Os únicos deputados contrários a essa pouca vergonha foram Pedro Cunha Lima (PSDB) e Luiz Couto (PT).

O novo complexo, que abrigará o shopping, inclui uma reforma no anexo IV e a construção de outros três prédios. Em vez de 432 gabinetes, o atual anexo IV passará a abrigar 264. As salas serão mais confortáveis, o tamanho passará da média de 40 m² para 60 m². Além dos gabinetes, serão construídos auditórios, um deles com capacidade para 700 pessoas, e uma área comercial.

A obra é uma das bandeiras da gestão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que chegou a tentar barrar nesta quarta a votação de uma emenda contrária à empreitada. Após ser criticado por deputados de vários partidos e ser comparado ao ditador soviético Josef Stálin, ele voltou atrás.

Apesar disso, acabou saindo vitorioso: o aval ao projeto passou no plenário por 273 votos contra 184. Ficaram a favor da obra o PMDB e a liderança do governo, entre outros. Contra, o PT e o PSDB, principalmente.

Desde que assumiu o comando da Câmara, em fevereiro, Cunha tem dado sequência ao projeto de ampliar a estrutura da Casa, construindo um novo auditório, novos gabinetes, mais estacionamentos e um centro comercial.

Não estranhem a aprovação da construção do Shopping de mais que parte das empresas que manifestaram interesse na PPP doaram R$ 9,6 milhões a candidatos nas eleições de 2014, a maioria deles deputados.

Conheça quais os deputados paraibanos que votaram a favor da luxúria e das benesses a si próprios em plena crise econômica porque passa o País:

VOTARAM A FAVOR DA CONSTRUÇÃO DO SHOPPING DOS DEPUTADOS

Damião Feliciano PDT

Hugo Mota PMDB

Manoel Jr PMDB

Veneziano Vital do Rego PMDB

Aguinaldo Ribeiro PP

Wellington Roberto PR

Rômulo Gouveia PSD

Wilson Filho PTB

Benjamim Maranhão SDD

VOTARAM CONTRÁRIO A CONSTRUÇÃO DO SHOPPING DOS DEPUTADOS:

Pedro Cunha Lima PSDB

Luiz Couto PT

NÃO VOTOU:

Efraim Morais (DEM) – A maioria da bancada do DEM foi pela aprovação do shopping dos deputados

deputados paraibanos shopping

 Blog da Simone Duarte

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POLÍTICA

Um mês após perder esposa, Schiavinato, é 1º deputado federal a morrer de Covid-19

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O deputado federal José Carlos Schiavinato (PP-PR), 66, morreu na noite desta terça-feira (13) por complicações da Covid-19. Ele foi o primeiro deputado federal em exercício a morrer vítima da doença, segundo a Câmara dos Deputados.

Schiavinato estava internado em um hospital de Brasília desde o dia 3 de março e, uma semana depois, foi transferido para a UTI, onde passou a receber ventilação mecânica. Ele terá o corpo transladado para Toledo (PR), onde foi prefeito por dois mandatos (2005-2012).

A mulher dele, Marlene Schiavinato, morreu no dia 12 de março, também vítima da Covid-19. Ela tinha câncer e fazia tratamento havia três anos quando foi contaminada pelo coronavírus. Segundo a assessoria do parlamentar, ele não chegou a ser informado sobre a morte da mulher.

Nascido em Iguaraçu (PR), Schiavinato era engenheiro civil formado pela Universidade Estadual de Maringá. Além de prefeito de Toledo, foi deputado estadual no Paraná (2015-2018).

Estava no primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Era membro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e participou da CPI do BNDES, entre março e outubro de 2019. Aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), era considerado um defensor do municipalismo.

Três senadores já morreram em decorrência da Covid-19 ou de complicações da doença: Major Olímpio (PSL-SP), José Maranhão (MDB-PB) e Arolde de Oliveira (PSD-RJ).

A morte de Major Olímpio aos 58 anos causou comoção entre os senadores. Ele era um crítico das políticas do governo federal no enfrentamento à pandemia e um dos principais defensores da instalação da CPI da Covid, que acaba de ser instalada. O parlamentar anunciou em 2 de março que havia contraído a Covid-19. No dia seguinte, foi internado no Hospital São Camilo, em São Paulo, de onde chegou a participar de uma sessão virtual do Senado. Ele morreu no dia 19 de março.

Segundo amigos do senador, ele não tinha nenhuma doença pré-existente, como diabetes ou outras comorbidades. Só reclamava, de vez em quando, de dores das costas (em especial após pequenas corridas que costumava praticar) e do estresse das disputas políticas.

O senador José Maranhão (MDB-PB) morreu no dia 8 de fevereiro. O parlamentar tinha 87 anos e era o mais velho do Congresso Nacional.

Maranhão havia sido infectado no fim de novembro, em João Pessoa (PB), durante o segundo turno das eleições municipais. Uma semana depois, foi transferido para São Paulo para se tratar, onde permaneceu desde então.

O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ), 83, morreu em outubro do ano passado. Ele estava internado havia mais de um mês e foi o primeiro congressista a morrer vítima da Covid-19.

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POLÍTICA

Nove partidos articulam “superpedido” de impeachment contra Bolsonaro

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A oposição está articulando a criação de um “superpedido” de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A intenção é reunir em uma única peça várias denúncias de crimes de responsabilidade cometidos pelo ocupante do Palácio do Planalto e entregá-la ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), até o final deste mês, em um ato nacional.

Lira já tem em sua gaveta mais de 70 pedidos de impeachment protocolados contra Bolsonaro e, até agora, não deu prosseguimento a nenhum deles.

A decisão pela estratégia foi tomada no Fórum de Partidos de Oposição, realizado de forma virtual nesta terça-feira (13), com participação do PSOL, PT, PCdoB, PDT, PSB, Rede, UP, PV e Cidadania.

“Vamos convocar uma grande plenária para chamar todos aqueles que pediram o impeachment do Bolsonaro. Além da luta pelos direitos do povo, temos a necessidade de colocar a luta política como uma questão prioritária”, afirmou a presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR).

No “superpedido” serão anexadas, por exemplo, denúncias sobre os mais diversos erros cometidos pelo governo Bolsonaro na condução da pandemia de Covid-19 e tentativas do Executivo de interferir politicamente nas Forças Armadas e na Polícia Federal.

Além disso, será feita uma cobrança pela aceleração na vacinação dos brasileiros contra a Covid-19 e pelo aumento do auxílio emergencial para R$ 600.

As informações são do site de notícias Brasil 247.

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