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ENTRETENIMENTO

Domingos Montagner morre após mergulho no Rio São Francisco

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O ator Domingos Montagner, que interpreta Santo em “Velho Chico”, morreu aos 54 anos nesta quinta-feira (15), informou a TV Globo. O ator estava desaparecido após um mergulho no rio São Francisco desde 14h30 desta tarde. Segundo informações da TV Globo, ele gravou cenas da novela pela manhã e em seguida entrou no rio localizado na cidade de Canindé de São Franscisco, no Sergipe.

Em comunicado oficial, a Globo informou que a atriz Camila Pitanga estava no local e, ao notar que o colega não retornava, avisou a produção, que iniciou imediatamente as buscas pelo ator. O resgate contou com uma força-tarefa composta por Helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores da região.

Domingos Montagner nasceu em São Paulo em 26 de fevereiro de 1962. Sua carreira artista começou em 1980, no circo, na companhia de teatro La Mínima.

O ator só foi para a TV em 2008, quando participou do seriado “Mothern”, do GNT. Ele trabalhou em produções como “Força Tarefa” e “Divã” antes de estrear nas novelas em 2011, com “Cordel Encantado”.

Desde então, ele trabalhou em várias novelas da Globo, como “Salve Jorge”, “Joia Rara” e “Sete Vidas”. Ele estava reservado para “O Que nos Une”, novela de Lícia Manzo prevista para 2017.

Considerado um galã das novelas, o ator dizia que o rótulo podia ser traiçoeiro. “Isso não muda muito, pode ser uma armadilha. Não me incomoda mas também não altera em nada. Mas pode reduzir a possibilidade de trabalhar o personagem. Os rótulos reduzem. Sou palhaço também, é uma antítese”, disse ao UOL em 2015.

Nos cinemas, Montagner estreou em 2009, com o filme “Paredes Nuas”. Recentemente, ele pôde ser visto em “Um Namorado da Minha Mulher”, com Ingrid Guimarães. Ele estava no elenco do filme “O Rei das Manhãs”, que deve estrear no próximo ano.

O ator deixa a mulher, Luciana Lima, e os filhos Leo, Antonio e Dante.

UOL

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ENTRETENIMENTO

Karol Conká é eliminada do BBB21, com 99,17% dos votos, recorde de rejeição

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Quem saiu do BBB21 nesta terça, 23/2, foi Karol Conká. A participante disputou o Paredão ao lado de Arthur e Gilberto e saiu da casa com 99,17% dos votos, recorde de rejeição do programa.

Os brothers permanecem no jogo. O instrutor de crossfit recebeu 0,54% dos votos, e Gilberto, 0,29%.

“Eu amei conhecer vocês! O que acontece aqui fica aqui. Lá fora é um outro rolê”, disse a sister após a Eliminação.

Karol recebeu o carinho dos outros participantes. Pocah e Projota se emocionaram muito. “Vou ficar com saudades”, disse a cantora para o amigo cantor.

“Jorge, mamãe está chegando”, disse Karol ao mandar um recado para o filho.
Os confinados cantaram a música mais famosa da cantora, “Tombei”, antes de ela sair pela porta da casa mais vigiada.

Em seguida, Karol conversou com Tiago Leifert no estúdio e comentou sobre sua trajetória no reality: “Eu me perdi dentro de mim”

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ENTRETENIMENTO

Nordestina e trans, Faela Maya cria webnovela e é sucesso na internet

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No interior do Ceará, uma mulher trans transforma os impactos do isolamento social, do desemprego e da pobreza em motivos para rir da vida ao criar seu próprio espaço de trabalho.

Rafaela Maia Magalhães, a Faela, deixou Jaguaribe, no interior do Ceará, para tentar a sorte no mercado formal de Fortaleza, onde cursou quatro semestres de Teatro e cinco semestres do curso de Psicologia.

Sem condições de se manter nos cursos sem estágio e sem emprego, esbarrou nas inúmeras dificuldades encontradas por pessoas sem experiência e transexuais e retornou para Jaguaribe.

Leia mais: Pessoas trans e travestis estreiam websérie documental Transdemia

Vivendo com cerca de R$ 30 por mês e na expectativa de prestar concurso para a prefeitura de sua cidade, cancelado no início da pandemia, Faela decide investir na produção amadora de vídeos que já fazia desde 2018, como a webnovela Pobreza Brasil.

“Em abril, o concurso [para a Prefeitura de Jaguaribe] foi cancelado, praticamente tudo fechado e eu dependendo apenas da minha mãe. E no começo do ano de 2020 foi muito difícil para mim, sobrevivendo apenas com R$ 30 por mês. Foi aí que eu decidi retomar os vídeos. Não a novela em si, mas os vídeos aleatórios. Eu fazia mais para ter uma forma de me distrair na pandemia. As pessoas dentro de casa, isoladas, com medo, foi uma forma de me distrair e distrair as pessoas”, relata.

:: Julia Katharine, primeira cineasta trans brasileira a entrar no circuito comercial ::

Assista ao primeiro capítulo da webnovela Pobreza Brasil:

Em três plataformas

Em novo formato, os vídeos que já eram disponibilizados pelo YouTube agora migraram também para o Instagram e o Facebook, com versões mais curtas e acessíveis.

É justamente com um vídeo de quatro amigas no que seria um barzinho clandestino em plena pandemia, que as produções viralizaram. Com linguagem popular, no quintal de uma casa, com roupas no varal e causos do cotidiano contados com humor e simplicidade, eles ganham o gosto do público.

:: Empresa de consultoria em diversidade inclui pessoas trans no mercado de trabalho ::


Além de criar o roteiro e editar os vídeos, Faela Maya (à esquerda) participa de alguns episódios dos vídeos / Reprodução

O elenco é composto por pessoas da família e vizinhos de Faela, que acreditaram no projeto e hoje também já conseguem uma renda a partir das produções. Entre eles estão Ivone Maia, Ivonilce Maia, Yslla Maia, Nineide Alves, Pedro Vitor Alves, Talia Ferreira, Joelma Ferreira, Neymar Ferreira, Maria do Socorro de Lima, Maria Helena de Lima e Letícia Pereira.

“O apoio dos meus vizinhos e da minha família foi muito importante para que isso desse certo. Porque eles acreditaram quando ninguém mais acreditava e hoje em dia estamos aí. Duas vezes por semana saem vídeos novos, e estamos continuando e batalhando até hoje”, comemora.

 

Entre os milhares de comentários, destacam-se as recomendações dos vídeos para pessoas em profundo desânimo e depressão, como uma forma de renovar as energias em meio ao isolamento social.

 


Familiares e vizinhos compõem o elenco que conquistou o público / Reprodução

Com criatividade e compromisso, Faela já construiu o seu próprio espaço no mercado de trabalho, que antes lhe foi negado. Hoje são 302 mil inscritos no canal do Youtube, mais de 380 mil seguidores na página do Facebook e 320 mil seguidores no Instagram.

“Eu me sinto realizada, porque, de certa forma, estou sendo inserida no mercado de trabalho. Foi uma forma criativa, uma forma original que eu encontrei de ter um trabalho, de ter uma renda. Eu estava desempregada, não conseguia nada, porque você sabe que a situação é complicada no Brasil para as pessoas trans, não é? Eu não conseguia de forma alguma arrumar emprego”, encerra.

Edição: Rodrigo Durão Coelho

Fonte: Brasil de Fato

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