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POLÍTICA

Efraim Filho é apontado como candidato forte para liderar a bancada do DEM em 2017 na Câmara Federal

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Mídia nacional considera deputado paraibano forte candidato a líder do DEM As negociações para alçar novos líderes das bancadas para 2017 estão se consolidando na Câmara Federal. Segundo os portais Diário do Poder na coluna de Cláudio Humberto desta segunda-feira (26) e a Coluna Esplanada do portal UOL confirmam a tendência para que o deputado paraibano Efraim Filho venha a assumir a liderança do DEM na Câmara dos Deputados em 2017. Segundo os mesmos, no Democratas, o deputado Pauderney Avelino (AM) cederá a vaga ao paraibano Efraim Filho. É a sétima bancada em número, com 28 deputados. No portal de Cláudio é destacado que apesar de ser intensa a disputa para líder do DEM na Câmara entre: Alberto Fraga (DF), Carlos Meles (MG), Efraim Filho (PB), Jorge Mudalen (SP) e José Carlos Aleluia (BA). Aleluia e Efraim têm ligeira vantagem. Ainda segundo, a Coluna Esplanada o DEM planeja candidatura para presidente em 2018. A manifestação foi do senador Ronaldo Caiado (DEM-GO), que sugeriu a renúncia do presidente Michel Temer (PMDB). Dentro do Democratas começa a ganhar força a ideia de que o partido patrocine candidatura própria à Presidência da República em 2018. E o nome mais forte é o de Caiado. Esta será a principal pauta da convenção nacional marcada para fevereiro, mês em que se prevê uma série de mudanças de lideranças dentro Congresso Nacional. Simpatizantes do senador goiano acreditam que até o final de 2017, Caiado terá 10% da preferência do eleitorado. O Democratas sinaliza como será difícil para Michel Temer administrar sua base de apoio no próximo ano. O próprio PMDB planeja esse sonho que embala o PSDB, o PSB e até o PV.

Redação

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POLÍTICA

Popularidade de Bolsonaro está em colapso em 23 capitais

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Pesquisa do Ibope é taxativa: a popularidade de Bolsonaro foi pelo ralo em 23 das 26 capitais brasileiras entre outubro e novembro. Os números mostram que em quase todas as capitais caiu o percentual que avaliou o governo como “ótimo ou bom”. Não houve aumento do índice de aprovação de Bolsonaro em nenhuma capital do país se considerada a margem de erro, informa O Globo.

As taxas de “péssimo” e “ruim” são as seguintes: Salvador (66%), São Luís (57%), Porto Alegre (56%), São Paulo (54%), Recife (52%), Aracajú (51%), Florianópolis (50%), Teresina (48%), Vitória (47%), Fortaleza (46%), Belo Horizonte (45%) Curitiba (44%), Belém (44%), Rio de Janeiro (43%), João Pessoa (43%), Maceió (39%), Natal (39%), Campo Grande (36%), Goiânia (35%), Rio Branco (35%), Manaus (32%), Cuiabá (32%), Palmas (32%), Porto Velho (31%), Macapá (30%), Boa Vista (18%).A notícia é ainda pior para Bolsonaro porque as pesquisas foram feitas em um período no qual o auxílio emergencial concedido pelo governo em decorrência da pandemia foi reduzido de R$ 600 para R$ 300.

O desmantelamento da popularidade de Bolsonaro nas capitais repercutiu nas urnas. Dos seis candidatos a prefeito apoiados pelo presidente em capitais, quatro foram derrotados no primeiro turno, ao passo que dois disputam o segundo turno mas se encontram atrás nas pesquisas de intenção de voto.

Brasil 247

 

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POLÍTICA

Boulos dispara e já está em empate técnico com Covas, aponta nova pesquisa XP/Ipespe

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A nova pesquisa XP/Ipespe traz ótimas notícias para Guilherme Boulos, do Psol. O levantamento, divulgado pelo jornal Valor Econômico, mostra que ele já pode estar em empate técnico com Bruno Covas, do PSDB, no limite da margem de erro. Isso porque Boulos foi de 32% a 41%, enquanto Covas ficou estável em 48%. Como a margem de erro é de 3,5 pontos percentuais, ambos podem estar empatados em 44,5%.

Boulos cresceu entre os indecisos, enquanto Covas não avançou. Diante do crescimento do psolista, o tucano também emitiu sinais de desespero e passou a pagar publicidade na internet para redirecionar as buscas sobre seu vice Ricardo Nunes, acusado de agressão à mulher, e também anunciou o pagamento de um auxílio-emergencial proposto por Eduardo Suplicy, do PT, a poucos dias das eleições.

Brasil 247

 

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