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SAÚDE

Espinafre é aliado contra o câncer e protege o cérebro

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O espinafre é um excelente promotor da saúde cardiovascular. Sua ação antioxidante ocorre através da vitamina C e do betacaroteno, que trabalham juntos em prol do coração e do sistema circulatório, impedindo a oxidação do colesterol. O colesterol oxidado é um perigo para o sistema cardiovascular, contribuindo para o endurecimento e estreitamento das artérias coronárias. Uma porção de espinafre contém 65% da necessidade diária de folato, que neutraliza a homocisteína, uma proteína nociva que aumenta a chance de enfartar.

Cérebro poderoso

O combustível do marinheiro Popeye melhora o funcionamento cerebral e protege contra o envelhecimento prematuro dos neurônios, evitando os efeitos degenerativos da oxidação no cérebro. Os pesquisadores descobriram que se alimentar com espinafre ajuda a proteger o cérebro de danos dos radicais livres e do declínio da capacidade cognitiva relacionado à idade avançada. O alto teor de vitamina E da folhosa verde-escura também contribui para driblar a neurodegeneração cerebral.

Antinutrientes

O espinafre contém substâncias bociogênicas, de ocorrência natural em alguns alimentos, e que podem interferir com o funcionamento da glândula tireoide. O cozimento ajuda a inativar estes compostos, e o consumo moderado não traz nenhum problema.

O espinafre contém purina e um consumo exagerado (mais de três vezes por semana) pode levar ao acúmulo de ácido úrico no organismo de algumas pessoas. Gota e cálculos renais de urato são dois exemplos de problemas relacionados ao consumo excessivo de purinas. Para os que têm gota ou ácido úrico elevado ele é contraindicado.

Espinafre apresenta também um nível considerável de oxalato. Quando oxalatos tornam-se excessivamente concentrados em fluídos corporais, eles podem se cristalizar e causar cálculos nos rins e vesícula. Pessoas com litíase devem evitar o seu consumo. Cozinhar o espinafre em água inativa uma boa parte do ácido oxálico.

Ácido fítico – bom mocinho

Benefícios de saúde importantes têm sido associados com a ingestão de fitatos. Isso inclui a prevenção de calcificações patológicas (cálculos renais, cálculos dentários e calcificação cardiovascular) devido a sua ação inibidora da cristalização de sais de cálcio. O ácido fítico está presente em inúmeros alimentos como nozes diversas, amendoim, sementes, feijões, cereais, tubérculos e folhas verdes – esta é a forma com que os vegetais armazenam o fósforo, um mineral essencial para a produção de energia. Apesar de sua aparente desvantagem (redução da absorção de ferro e cálcio), o ácido fítico é semelhante em alguns aspectos a uma vitamina, e metabólitos do ácido fítico têm funções necessárias nas células. Os estudos sugerem que é o ácido fítico, presente no espinafre, em grãos integrais e feijões, que confere as propriedades protetoras contra doenças cardiovasculares, câncer e diabetes. Só para constar: os grãos com pouco ou nenhum ácido fítico são os refinados.

Modo de usar

O espinafre é carregado com luteína, um grande aliado contra doenças oculares como a degeneração macular senil e a catarata, mas ele precisa ser consumido com uma fonte de gordura para aumentar a sua absorção, assim como da vitamina E. Espinafre cozido e temperado com azeite faz uma combinação perfeita. Outra opção é refogar as folhas (cozidas e espremidas para retirar o excesso de água) no azeite e alho amassado, depois temperar com gotas de limão e uma pitada de sal marinho. O ideal é sempre usar o espinafre cozido para neutralizar os antinutrientes presentes nele, e vale acrescentar em sopas, omeletes, quiches, etc. Prefira a versão orgânica, pois o espinafre costuma estar muito contaminado por agrotóxicos. A dose ideal é uma porção (uma xícara) uma a duas vezes por semana. O espinafre deve fazer parte de uma dieta equilibrada, composta por uma grande variedade de alimentos, sempre alternando legumes e hortaliças. Nenhum exagero é benéfico. Equilíbrio e diversidade alimentar, este é o caminho para a saúde.

Minha Vida

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SAÚDE

Quatro sinais de deficiência em vitamina D

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Fique atento.

A vitamina D, ou a vitamina ‘do sol’, é essencial para o bom funcionamento do corpo. Esta vitamina é obtida principalmente através da exposição ao sol, embora os suplementos dietéticos e certos alimentos também possam ser fontes do nutriente.

Assim, deve ficar atento a estes quatro sinais de deficiência em vitamina D:

    1. A vitamina D desempenha um papel na função imunológica. Um dos sintomas mais comuns da sua deficiência é um risco maior de doenças ou infecções.

    2. A fadiga e o cansaço excessivos podem ser um sinal de deficiência de vitamina D. Tomar suplementos pode ajudar a melhorar os níveis de energia.

    3. Níveis baixos de vitamina D no sangue podem ser uma causa ou um fator contribuinte para dores nos ossos e na região lombar.

    4. A depressão está associada a baixos níveis de vitamina D e alguns estudos descobriram que a suplementação melhora o humor.
  1.  
      POR NMBR

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SAÚDE

Infectologistas recomendam suspensão de bebida alcoólica 14 dias antes da vacinação

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O consumo de álcool e a vacina não combinam. Com a campanha de imunização contra a Covid-19 em andamento, os especialistas alertam para alguns cuidados que devem ser tomados antes e depois de receber a dose para não interferir na resposta imune contra o vírus. O consumo de bebidas alcoólicas precisa ser evitado para garantir a eficácia do imunizante.

O médico infectologista e diretor do Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, Fernando Chagas, explicou que a bebida alcoólica não é recomendável para quem vai se vacinar contra a Covid-19.

O médico explicou que o álcool atrapalha a ação do linfócito T, uma célula muito importante na ação contra o coronavírus. “É importante dar uma pausa de pelo menos 14 dias antes da vacina e até quatro semanas depois da segunda dose”, explica o infectologista.

Conforme observou Fernando Chagas  o álcool também reflete na diminuição da imunidade e na redução da criação de anticorpos, deixando o paciente exposto, mesmo vacinado. Ele esclarece quais são as recomendações para alguns outros grupos.

De acordo com Fernando Chagas, a quimioterapia atrapalha muito a imunidade do paciente, dependendo do tipo de medicamento e do tempo de tratamento. Quando estiver perto do período de vacinação, o médico sugere uma visita ao oncologista para tratar sobre a liberação para receber a primeira dose.

Uma pesquisa divulgada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Conselho Filipino para Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, aponta que beber demais pode afetar a resposta do corpo e diminuir a eficácia das vacinas contra a covid-19 no indivíduo.
Além da diminuição do grau de eficácia, o consumo de álcool também pode tornar a duração da imunidade menor, o que pode fazer com que sejam necessárias doses de reforço após as duas primeiras.

Desde que as primeiras doses começaram a ser aplicadas no Brasil, existe uma ansiedade em torno da possibilidade da retomada do “antigo normal”. Mas, apesar dos imunizantes serem importantes aliados na luta contra a pandemia, os cuidados individuais também são indispensáveis.

Segundo os infectologistas, o sistema demora pelo menos 14 dias depois da vacina para começar a produzir anticorpos, e a pessoa só fica protegida de fato depois da segunda dose caso o imunizante não seja de dose única.

PB Agora

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