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MUNDO

EUA citam ataques de Bolsonaro à imprensa e violência policial em relatório de direitos humanos

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O relatório anual de direitos humanos dos Estados Unidos, produzido pelo Departamento de Estado e divulgado na terça-feira (30), destaca a violência policial no Brasil e ataques do presidente Jair Bolsonaro a jornalistas. Documento diz que o governo brasileiro “nem sempre respeitou” o direito à liberdade de imprensa.

O relatório cita um levantamento da organização Repórteres Sem Fronteira que diz que Bolsonaro criticou a imprensa, verbalmente ou pelas redes sociais, 53 vezes durante o primeiro semestre de 2020. A informação é da Folha de S.Paulo.

Entre os casos citados, há a ameaça feita pelo presidente a um repórter do jornal O Globo, em agosto passado, após ser questionado sobre depósitos feitos por Fabrício Queiroz à primeira-dama, Michelle Bolsonaro. o mandatário disse ter vontade de encher a boca do jornalista “de porrada”.

Além dos ataques à imprensa, o documento cita Bolsonaro outras duas vezes. Primeiro, em relação ao decreto assinado para políticas de ensino a crianças com deficiência, com a observação de que “a política pode resultar em menos opções de escolaridade”, assim como ações adotadas pelo governo contra a Covid-19 para comunidades indígenas.

O documento também levanta preocupações em relação aos casos de violência policial no Brasil. O relatório cita dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública que mostram que 5.804 civis foram mortos pela corporação em 2019.

 

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MUNDO

Jornal francês diz que Bolsonaro colocou pandemia “fora do controle” e compara Brasil a acidente nuclear

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O jornal francês Libération disse que a pandemia no Brasil está “fora do controle” com 4 mil mortes por dia, “hospitais à beira do colapso” e “o maior número de mortes no mundo nesta semana, três vezes mais do que nos Estados Unidos”. O artigo também comparou o Brasil, com suas mutações do novo coronavírus que poderiam resistir às vacinas, a “um acidente nuclear causando reações descontroladas”.

Ainda, o jornal lembrou que as vacinas “são inacessíveis para a população em geral”.

Segundo o artigo do Libération, “atrás da catastófre nacional no Brasil, tem um homem, seu presidente eleito Jair Bolsonaro, personificação extrema do populismo de direita”. O jornal francês lembrou que Bolsonaro insistiu a minimizar a pandemia da Covid-19, “ridicularizar portadores de máscaras e duvidar da urgência da vacinação”.

Por isso, destacou que “358 mil mortes mais tarde, já é tarde demais: o Brasil tornou-se um pária mundial, percebido como uma usina gigantesca de variantes desconhecidas”. Bolsonaro é um “irresponsável”, diz um dos mais importantes jornais franceses.

Na semana passada, o jornal francês Le Monde denunciou a farsa jurídica da Lava Jato e Sergio Moro para condenar o ex-presidente Lula sem provas e tirá-lo das eleições presidenciais de 2018, permitindo a vitória de Bolsonaro. Moro foi ministro do atual governo genocida.

Brasil 247

 

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MUNDO

Jornal português explica por que o Brasil é o pior país do mundo na pandemia: Bolsonaro

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Jair Bolsonaro é o responsável direto pelo aumento dos casos de mortes relacionados à Covid-19 no Brasil, aponta o jornal Diário de Notícias, um dos maiores de Portugal. “De quem é a culpa? Depois de recusar comprar vacinas, além de criticá-las, de promover tratamentos ineficazes e de rejeitar isolamento e máscaras, os especialistas apontam o dedo ao presidente Jair Bolsonaro, cujo governo vai começar a responder politicamente pela tragédia em Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) por omissão no combate à doença”, destaca o periódico. 

A reportagem, assinada pelo jornalista João Almeida Moreira, ressalta que “um estudo realizado pelo Centro de Pesquisas e Estudos de Direito Sanitário da Faculdade de Saúde Pública da USP e pela organização não-governamental Conectas Direitos Humanos descarta a tese da “incompetência” de Bolsonaro e aponta que o presidente promoveu a propagação do novo coronavírus no Brasil “com empenho e eficiência”’ sob a alegação da necessidade de “retomar a atividade económica o mais rapidamente possível e a qualquer custo”. 

Ainda segundo o jornal, o Brasil ocupa a última classificação em um ranking de 98 países no combate à pandemia, elaborado pelo centro de debates do Lowy Institute, de Sidney, na Austrália. Além disso, o Diário de Notícias também destaca que uma pesquisa do Datafolha, realizada em março, apontou que 43% dos brasileiros consideram Bolsonaro o principal responsável pela crise sanitária. 

“Com este pano de fundo, Luiz Roberto Barroso, juiz do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o Senado abrisse uma CPI para investigar a ação – ou omissão – do governo no combate à doença, com base num pedido nesse sentido de 31 parlamentares (mais quatro do que o mínimo de 27 exigido) de 15 de janeiro”, diz um outro trecho da reportagem. 

 

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