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PARAÍBA

Fantástico mostra rachas realizados por motocicletas na BR-230 na Paraíba

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 Velocímetros disparados… 100, 120, 140, 299 quilômetros por hora. É a madrugada que foi revelada neste domingo (26), numa reportagem especial do programa Fantástico da Rede Globo. A reportagem mostrou uma série de atos irresponsáveis pelas estradas paraibanas.

A reportagem da Globo mostrou que na Paraíba, um grupo de motoqueiros ganhou fama e até um apelido: “Clube do 299”. Eles aceleram muito, com um objetivo: chegar a 299 km/h. “A partir do momento que ele atingiu aquilo, registrou aquilo, aquilo vai fazer ele ser mais respeitado como motociclista que corre mais”, diz Anderson Poddis, assessor de comunicação da PRF-PB.

“Vários deles furaram blitz, chegando inclusive a ter a possibilidade de atropelar um dos guardas da Polícia Rodoviária Federal. São verdadeiras armas nas mãos daqueles que não querem cumprir a legislação”, afirma Bertrand Araujo Asfora, procurador-geral de Justiça da Paraíba.

Nos últimos quatro meses, a Polícia Rodoviária Federal acompanhou cada movimento desses motoqueiros da Paraíba. Descobriu que eles usavam grupos restritos nas redes sociais para marcar as corridas. É na BR-230, a principal rodovia do estado da Paraíba, que os motoqueiros faziam os rachas. Na estrada, a velocidade máxima permitida é de 110 km/h.

Na rodovia, entre João Pessoa e Campina Grande, os motoqueiros cometem infrações gravíssimas: fazem ultrapassagens perigosas em local não permitido e até pilotam sem segurar o guidão. Os motoqueiros faziam questão de compartilhar os vídeos com os amigos. Em janeiro, policiais gravaram um dos rachas do Clube do 299. No vídeo, todas as motos passam voando. Algumas estão indo tão rápido que o radar nem consegue registrar a velocidade.

Para mostrar o tamanho do perigo, o Fantástico fez um teste no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Primeiro, pedimos a um piloto profissional que dirigisse a 110 km/h. E depois, a mais de 200 km/h. E os freios? Como funcionam numa situação dessas? A 110 km/h, a moto parou depois de percorrer 34 metros. A mais de 200 km/h, a moto percorreu 143 metros, uma distância quatro vezes maior até parar.

“Na estrada, a chance de morrer é alta. Por quê? Primeiro, você não controla as variáveis. Você não sabe se tem uma sujeira no chão, uma ondulação. A 200 por hora, uma ondulação é suficiente para derrubar”, alerta Roberto Manzini, especialista em direção defensiva.

Na sexta-feira (24), o Fantástico acompanhou a operação contra o Clube do 299 na Paraíba. Polícia Rodoviária Federal, Polícia Civil e Ministério Público já tinham provas suficientes para apreender as motos e as habilitações dos integrantes do grupo. Segundo as investigações, quem organizava as corridas clandestinas era o empresário Gibran Moraes. Ele aparece em vários vídeos fazendo manobras arriscadas e em altíssima velocidade.

Na operação policial desta semana, na Paraíba, dez motoqueiros acusados de participar dos rachas tiveram a habilitação apreendida. Ou seja, não podem dirigir. “É uma questão de provar que ‘ah, eu não sou medroso. Não aconteceu nada’. Hoje. E amanhã? A chance de dar errado e de se matar é grande e ainda matar terceiros”, diz Roberto Manzini, especialista em direção defensiva.

Desde 2014 as punições para quem praticar “racha” estão mais duras. De acordo com a lei, caso haja morte, a pena será de cinco a dez anos de prisão. Responsáveis por lesões graves durante a corrida serão punidos com prisão de três a seis anos. O texto também aumenta para R$ 1.915,40 as multas aplicadas para rachas e arrancadas perigosas. Prisão – Ontem a Polícia Rodoviária Federal (PRF), revelou detalhes da prisão de quatros suspeitos de praticar rachas utilizando motocicletas na BR-230, na Paraíba. Eles foram foram detidos durante uma operação conjunta da PRF, Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual e Polícia Civil.

PBAgora

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PARAÍBA

Empresário José Carlos, dono do Grupo São Braz e da Rede Paraíba de Comunicação, morre vítima de covid-19

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Faleceu nesta sexta-feira (05) em decorrência da Covid-19 o empresário paraibano José Carlos da Silva Júnior, dono do Sistema Paraíba de Comunicação e do Grupo São Braz. Ele estava internado no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, desde o dia 18 de fevereiro após testar positivo para a covid-19 e acabou não resistindo a uma parada cardiorrespiratória. De acordo com informações obtidas pelo ClickPB, inicialmente José Carlos não manifestou sintomas do novo coronavírus, mas foi internado mesmo assim como forma de prevenção, já que possuía comorbidades e em razão da idade avançada.

José Carlos tinha 93 anos de idade e já ocupou o cargo de senador da Paraíba entre os anos de setembro de 1996 e janeiro de 1997 e de junho a novembro de 1999, quando suplente de Ronaldo Cunha Lima. Ele também foi vice-governador da Paraíba de 1983 a 1986, durante a gestão de Wilson Braga. Wilson Braga também faleceu vítima de covid-19 no mês de maio de 2020.

Natural de Campina Grande, José Carlos era casado com Virgília Henriques de Oliveira Carlos, que faleceu em 2015 aos 89 anos de idade. Ele deixa três filhos: Ricardo Carlos, Eduardo Carlos e Eliane Freire.

Ainda no início da pandemia de covid-19, José Carlos perdeu um neto vítima da doença. Mateus Carlos tinha 34 anos de idade e faleceu no dia 30 de março de 2020, quando estava internado no Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa. Mateus foi um dos primeiros paraibanos a falecer em decorrência do novo coronavírus.

O empresário Eduardo Carlos, pai de Mateus e filho de José Carlos, permanece internado em São Paulo, no Hospital Sírio Libanês se tratando da covid-19. Ele foi internado pouco após o seu pai. 

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PARAÍBA

Com chegada de novas remessas da vacina contra a Covid-19, idosos de 70 a 80 anos na Paraíba serão imunizados até março

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Com a chegada de novas remessas da vacina contra a Covid-19, nesta quarta-feira (3) na Paraíba, a imunização de idosos de 70 a 80 anos na Paraíba será efetivada. A estimativa, segundo o secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros, em entrevista ao ClickPB, é de que toda a população nessa faixa etária seja imunizada durante todo o mês de março, além dos profissionais de Saúde da linha de frente de combate ao coronavírus. Atualmente estão recebendo as doses os idosos com mais de 75 anos.

De acordo com ele, com a continuidade do envio das remessas das doses de vacinas, no cronograma previsto no Plano Nacional do Ministério da Saúde, conforme forem chegando novas remessas o público alvo será ampliado, sendo assim, a próxima faixa etária será de idosos entre 60 e 69 anos.

Segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas nesta quarta-feira (3), a Paraíba já passa de 224.287 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, com 4.588 mortes confirmadas. São 1.118 novos casos e mais 30 mortes na última atualização. Todos os 223 municípios paraibanos registraram casos da doença e 206 cidades registraram óbitos.

ClickPB

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