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PARAÍBA

Governo inicia Campanha Estadual de Hanseníase

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Saúde (SES), em parceria com a Secretaria de Estado da Educação e o município de Cabedelo, promoveu na tarde desta quarta-feira (12) a abertura oficial da Campanha Estadual de Hanseníase, Verminose e Tracoma 2015, na Escola Centro Integrado Imaculada Conceição, em Cabedelo. Participarão da campanha, que vai até o dia 31 de outubro, mais de 142 mil estudantes, na faixa etária entre cinco e 14 anos de 1.085 escolas públicas, em 58 municípios.

“Segundo o Ministério da Saúde, daqui a alguns anos, estas três doenças deverão ser eliminadas, daí a importância desta campanha que convida os pais a autorizarem a participação dos filhos,” explicou a gerente executiva de Vigilância em Saúde da SES, Renata Nóbrega.

Para a coordenadora do Programa Saúde na Escola, da Secretaria de Estado da Educação, Emília Fernandes, o aluno com saúde vai refletir no índice de aprendizagem, e, “consequentemente, todos ganham: os pais, os filhos, a escola, a comunidade, o município e o estado”.

O secretário de Saúde, de Cabedelo, Jairo Gama, disse que o município está empenhado em atingir as metas estabelecidas, que são 85% do total de crianças tratadas para verminoses e 75% das examinadas para hanseníase.

A agricultora Maria das Dores fez questão de ir para a abertura da campanha e levou os três netos: Mateus, de 13 anos; Gabriel, de 11; e Stefany, de 9. Eles estudam numa escola pública do Conjunto Renascer, em Cabedelo, onde receberam as fichas de autoimagem, que devem ser preenchidas pelos pais ou responsáveis, sinalizando se há manchas encontradas no corpo e também a autorização para que as crianças e os adolescentes possam tomar o medicamento para verminose.

Ela disse que autorizou e também vai responder o questionário sobre hanseníase. “É melhor a gente ir ao médico e ouvir dele que não tem nada do que ir e ouvir que não tem cura. E, quanto às pessoas que se negam a responder o questionário, penso o seguinte: falta de conhecimento é uma coluna conjugada com a ignorância e o preconceito”, frisou a avó.

Durante a abertura da campanha, foram administrados medicamentos para verminose. As amigas Laysa, de 9 anos, e Rayane, de 10, gostaram. “É bom. Tem gosto de laranja”, disse Rayane. “Eu também gostei porque mata o verme que causa muitas doenças”, falou Laysa.

Para a professora Alessandra Fernandes, que também participou da abertura solene, a campanha é muito importante para esclarecer sobre doenças que têm cura, mas que podem matar. “No ano passado, minha filha Alyne, de 8 anos, estudava em escola particular e não havia isso. Este ano tive que colocá-la em escola pública e estou achando ótimo participar desta ação de combate a estas doenças”, disse.

Hanseníase – Doença crônica e contagiosa, transmitida de pessoa para pessoa ou pelas vias respiratórias. O principal sintoma é o aparecimento de manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo. Normalmente, no local dessas manchas a pessoa não sente dor, calor e nem frio. Outros sinais importantes para identificar a hanseníase é a presença de caroços e formigamento nos pés e mãos.

Verminoses – A campanha pretende reduzir a carga das verminoses (parasitas intestinais, conhecidos como lombrigas), que causam anemia, dor abdominal e diarreia. Esses parasitas podem prejudicar o desenvolvimento e o rendimento escolar da criança.

Tracoma – É uma doença inflamatória dos olhos, crônica e recidivante (retorno da doença), que afeta a córnea e a conjuntiva, provocada pela bactéria Chlamydia trachomatis. A transmissão pode ocorrer sempre que houver lesões ativas na conjuntiva pelo contato direto entre as pessoas, ou por contato indireto com mãos ou objetos contaminados (toalhas, lenços, produtos de maquiagem, etc.).


Secom/PB

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Abono natalino, que vai beneficiar mais de 520 famílias paraibanas, começa a ser pago na próxima semana; Confira o calendário

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O abono natalino, que vai ser pago a mais de 520 mil famílias paraibanas do programa Bolsa Família, começa a ser pago a partir do próximo dia 10 de dezembro e se estende até dia 23 de dezembro. O calendário já está disponível para a população e segue o Número de Identificação Social (NIS) do beneficiado. O Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (SEDH), investirá R$ 33.280 milhões.

De acordo com informações da SEDH, as famílias beneficiadas com o abono natalino residem nos 223 municípios paraibanos, conforme apurou o ClickPB. O pagamento abono natalino da Paraíba será pago de acordo com o calendário do mês de Dezembro de 2020 do Programa Bolsa Família e escalonado de acordo com o último dígito do NIS, com início no dia 10 a 23 de dezembro. 

Cada família irá receber o valor de R$ 64, gerando um investimento com recursos do próprio Estado de R$ 33.280 milhões. Esse valor foi reajustado durante a pandemia do novo coronavírus. Para a SEDH, o abono é de extrema importância, principalmente neste momento, para as famílias paraibanas que irão receber esse benefício, considerando as dificuldades financeiras enfrentadas pelas mesmas e diante da pandemia mundial.

O pagamento será feito pela Caixa Econômica Federal (CEF), ou seja, em uma das agências da Caixa, lotérica ou correspondente Caixa Aqui. A recomendação é que as famílias não esqueçam de levar o documento de identidade e o cartão Bolsa Família para poder receber o benefício. 

 

 
 

 

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Paraíba registra alta na média móvel de mortes por covid-19 e fica no vermelho em avaliação do consórcio de imprensa

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A Paraíba apresentou alta de 16% na média móvel de mortes por covid-19 e ficou classificada no vermelho na última avaliação divulgada pelo consórcio de imprensa, nessa quinta-feira (3). A alta corresponde à comparação da média atual com a média de 14 dias antes. O consórcio reúne dados fornecidos por secretarias de Saúde de todo o Brasil.

Além da Paraíba, outros 12 estados apresentaram alta: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Acre, Amapá, Rondônia, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. O destaque fica para o Rio Grande do Norte, que apresentou alta de 137% na média móvel de mortes.

No Brasil, houve estabilidade, assim como no Distrito Federal e dez estados: Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Amazonas, Pará, Roraima, Tocantins, Bahia, Maranhão e Piauí. 

Apenas três estados apresentaram queda na média: Rio de Janeiro, Goiás e Alagoas.

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