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PARAÍBA

H1N1 já provocou 764 mortes este ano; nove na Paraíba, diz Ministério da Saúde

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O vírus H1N1 já matou 764 pessoas desde o início do ano até o dia 28 de maio, segundo novo boletim divulgado pelo Ministério da Saúde. Em uma semana, desde a divulgação do boletim anterior, foram registradas 85 novas mortes pelo vírus.

Ao todo, foram notificados 3.978 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza A/H1N1 ao longo do ano. A SRAG é uma complicação da gripe. Em uma semana, foram registrados 460 novos casos de SRAG por H1N1 no país.

Além das mortes pela influenza A/H1N1, houve ainda 68 mortes por outros tipos de influenza. São Paulo foi o estado com o maior número de mortes por influenza, correspondendo a 45,7% do total no país.

Vacinação atingiu 95,5% do público-alvo
Segundo o Ministério da Saúde, a campanha nacional de vacinação contra a gripe já vacinou mais de 47,6 milhões de essoas, o que corresponde a 95,5% do público-alvo. A campanha é destinada a alguns grupos prioritários: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, mulheres que deram à luz há menos de 45 dias, idosos, profissionais da saúde, povos indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade.

A vacina aplicada é a trivalente, que protege contra H1N1, H3N2 (ambos vírus da Influenza A) e uma cepa da Influenza B. A campanha se encerrou no dia 20 de maio, mas prossegue em alguns estados e municípios.

Número de mortes por H1N1 por estado
São Paulo: 352
Rio Grande do Sul: 82
Paraná: 54
Goiás: 44
Rio de Janeiro: 36
Santa Catarina: 28
Mato Grosso do Sul: 24
Espírito Santo: 23
Minas Gerais: 20
Bahia: 18
Pará: 18
Pernambuco: 13
Distrito Federal: 10
Paraíba: 9
Ceará: 8
Mato Grosso: 6
Rio Grande do Norte: 6
Alagoas: 5
Amapá: 4
Amazonas: 2
Maranhão: 1

G1

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PARAÍBA

Abono natalino, que vai beneficiar mais de 520 famílias paraibanas, começa a ser pago na próxima semana; Confira o calendário

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O abono natalino, que vai ser pago a mais de 520 mil famílias paraibanas do programa Bolsa Família, começa a ser pago a partir do próximo dia 10 de dezembro e se estende até dia 23 de dezembro. O calendário já está disponível para a população e segue o Número de Identificação Social (NIS) do beneficiado. O Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano (SEDH), investirá R$ 33.280 milhões.

De acordo com informações da SEDH, as famílias beneficiadas com o abono natalino residem nos 223 municípios paraibanos, conforme apurou o ClickPB. O pagamento abono natalino da Paraíba será pago de acordo com o calendário do mês de Dezembro de 2020 do Programa Bolsa Família e escalonado de acordo com o último dígito do NIS, com início no dia 10 a 23 de dezembro. 

Cada família irá receber o valor de R$ 64, gerando um investimento com recursos do próprio Estado de R$ 33.280 milhões. Esse valor foi reajustado durante a pandemia do novo coronavírus. Para a SEDH, o abono é de extrema importância, principalmente neste momento, para as famílias paraibanas que irão receber esse benefício, considerando as dificuldades financeiras enfrentadas pelas mesmas e diante da pandemia mundial.

O pagamento será feito pela Caixa Econômica Federal (CEF), ou seja, em uma das agências da Caixa, lotérica ou correspondente Caixa Aqui. A recomendação é que as famílias não esqueçam de levar o documento de identidade e o cartão Bolsa Família para poder receber o benefício. 

 

 
 

 

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PARAÍBA

Paraíba registra alta na média móvel de mortes por covid-19 e fica no vermelho em avaliação do consórcio de imprensa

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A Paraíba apresentou alta de 16% na média móvel de mortes por covid-19 e ficou classificada no vermelho na última avaliação divulgada pelo consórcio de imprensa, nessa quinta-feira (3). A alta corresponde à comparação da média atual com a média de 14 dias antes. O consórcio reúne dados fornecidos por secretarias de Saúde de todo o Brasil.

Além da Paraíba, outros 12 estados apresentaram alta: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Acre, Amapá, Rondônia, Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. O destaque fica para o Rio Grande do Norte, que apresentou alta de 137% na média móvel de mortes.

No Brasil, houve estabilidade, assim como no Distrito Federal e dez estados: Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso, Amazonas, Pará, Roraima, Tocantins, Bahia, Maranhão e Piauí. 

Apenas três estados apresentaram queda na média: Rio de Janeiro, Goiás e Alagoas.

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