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SAÚDE

Receita simples para fazer água alcalina

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Já publicamos uma receita de água alcalina .

É uma receita excelente, mas que requer mais de um ingrediente.

A receita que vamos publicar agora é mais simples, pois pede apenas um único ingrediente.

E um ingrediente muito fácil de encontrar.

Que ingrediente é esse?

Limão!

Sim, tão somente o limão pode transformar qualquer água em alcalina.

A única recomendação é que o limão seja orgânico.

No entanto, se o limão não for orgânico, higienize-o bem lavando-o com sabão neutro com o auxílio de uma escova de cozinha.

Mas o limão não é um alimento ácido?

Ele é acido somente no gosto e antes de ser ingerido.

Assim que entra no organismo, o limão realiza uma poderosa alcalinização do sangue, levando o corpo a atingir o pH ideal: entre 7,36 e 7,42.

A alcalinização produzida pelo limão beneficia o cérebro, coração, pulmões, rins, sistema imunológico, intestinos, fígado, enfim, todos os principais órgãos do corpo.

A água alcalina feita com limão, portanto, é um poderoso agente terapêutico que irá contribuir para o equilíbrio do corpo, realizando diariamente uma “faxina” preventiva.

Você deve consumir 2 litros dessa água diariamente, no lugar da água comum.

E como se prepara a água alcalina de limão?

Ponha 2 litros de água numa jarra.

Corte 1 limão em 8 partes, sem espremer e sem tirar a casca.

Deixa descansar durante 8 horas.

Depois, basta consumir a água alcalina ao longo do dia.

cura pela natureza

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SAÚDE

Quatro sinais de deficiência em vitamina D

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Fique atento.

A vitamina D, ou a vitamina ‘do sol’, é essencial para o bom funcionamento do corpo. Esta vitamina é obtida principalmente através da exposição ao sol, embora os suplementos dietéticos e certos alimentos também possam ser fontes do nutriente.

Assim, deve ficar atento a estes quatro sinais de deficiência em vitamina D:

    1. A vitamina D desempenha um papel na função imunológica. Um dos sintomas mais comuns da sua deficiência é um risco maior de doenças ou infecções.

    2. A fadiga e o cansaço excessivos podem ser um sinal de deficiência de vitamina D. Tomar suplementos pode ajudar a melhorar os níveis de energia.

    3. Níveis baixos de vitamina D no sangue podem ser uma causa ou um fator contribuinte para dores nos ossos e na região lombar.

    4. A depressão está associada a baixos níveis de vitamina D e alguns estudos descobriram que a suplementação melhora o humor.
  1.  
      POR NMBR

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SAÚDE

Infectologistas recomendam suspensão de bebida alcoólica 14 dias antes da vacinação

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O consumo de álcool e a vacina não combinam. Com a campanha de imunização contra a Covid-19 em andamento, os especialistas alertam para alguns cuidados que devem ser tomados antes e depois de receber a dose para não interferir na resposta imune contra o vírus. O consumo de bebidas alcoólicas precisa ser evitado para garantir a eficácia do imunizante.

O médico infectologista e diretor do Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, Fernando Chagas, explicou que a bebida alcoólica não é recomendável para quem vai se vacinar contra a Covid-19.

O médico explicou que o álcool atrapalha a ação do linfócito T, uma célula muito importante na ação contra o coronavírus. “É importante dar uma pausa de pelo menos 14 dias antes da vacina e até quatro semanas depois da segunda dose”, explica o infectologista.

Conforme observou Fernando Chagas  o álcool também reflete na diminuição da imunidade e na redução da criação de anticorpos, deixando o paciente exposto, mesmo vacinado. Ele esclarece quais são as recomendações para alguns outros grupos.

De acordo com Fernando Chagas, a quimioterapia atrapalha muito a imunidade do paciente, dependendo do tipo de medicamento e do tempo de tratamento. Quando estiver perto do período de vacinação, o médico sugere uma visita ao oncologista para tratar sobre a liberação para receber a primeira dose.

Uma pesquisa divulgada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Conselho Filipino para Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, aponta que beber demais pode afetar a resposta do corpo e diminuir a eficácia das vacinas contra a covid-19 no indivíduo.
Além da diminuição do grau de eficácia, o consumo de álcool também pode tornar a duração da imunidade menor, o que pode fazer com que sejam necessárias doses de reforço após as duas primeiras.

Desde que as primeiras doses começaram a ser aplicadas no Brasil, existe uma ansiedade em torno da possibilidade da retomada do “antigo normal”. Mas, apesar dos imunizantes serem importantes aliados na luta contra a pandemia, os cuidados individuais também são indispensáveis.

Segundo os infectologistas, o sistema demora pelo menos 14 dias depois da vacina para começar a produzir anticorpos, e a pessoa só fica protegida de fato depois da segunda dose caso o imunizante não seja de dose única.

PB Agora

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