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PARAÍBA

Justiça revoga prisão do “caso Simone” que foi presa após morte do marido

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A Justiça revogou a prisão preventiva do caso “Simone”, episódio que ganhou grande repercussão na mídia da Capital paraibana, no início deste mês de dezembro. A prisão ocorreu horas após o esposo de Simone ser assassinado a tiros no bairro do Bessa, em João Pessoal. Ela foi detida sob a acusação de integrar uma organização criminosa.

Simone Ferreira da Costa e Diego Pinto Biodi Vieira tiveram prisões preventivas revogadas pelo juízo da 1° Vara Criminal da Capital. Os Advogados Dr. Moisés Duarte Chaves Almeida e Dr. Antônio Weryk, requereram a liberdade de seus constituintes pelas quais foram atendidos pela Justiça, embora parecer ministerial foi pela manutenção da prisão cautelar.

Foram aplicadas medidas cautelares a fim de assegurar a normal tramitação e conveniência da instrução processual.

moises

Advogado Moisés Duarte conseguiu revogar a prisão e garante que vai provar a inocência de Simone Ferreira

Simone Ferreira da Costa procurou o Dr. Moisés Duarte Chaves Almeida que enfatizou, que sua constituinte é inocente e depois da instrução e produção de provas, acredita na sua absolvição e acrescentou que na oportunidade da revogação de sua prisão, deixou a inteira disposição da Justiça, os sigilos bancários, fiscais e telefônicos, inclusive os valores recebidos em sua conta apontados como ilícitos pela polícia.

Entenda o Caso

Duas pessoas foram presas no dia 05 de dezembro em João Pessoa. De acordo com a Polícia Civil, os detidos são membros de organização especializada na negociação de imóveis com documentos falsos e atuação em diferentes estados.

Segundo a Polícia Civil, outro procurado pela Delegacia de Defraudações e Falsificações (DDF) iria ser preso, porém foi assassinado no bairro do Bessa. A polícia informou que o crime foi cometido por membros da organização criminosa, em virtude de discussão envolvendo a partilha dos lucros obtidos nas fraudes. Simone Ferreira da Costa, mulher do homem assassinado, foi detida ao comparecer para prestar esclarecimento na Delegacia de Homicídios.

Homem é executado na frente da esposa no Bessa

Um homem foi morto a tiros no início da tarde desta segunda-feira (5) quando chegava com a esposa no prédio onde morava no bairro do Bessa, em João Pessoa. A vítima havia se mudado para o imóvel há 15 dias. De acordo com a Polícia Militar, o casal estava num veículo Chevrollet Cruze quando foi interceptado por uma Hillux prata, ocupada por cerca de três homens que efetuaram os disparos.

Segundo a PM, a vítima seguia no banco de carona do Cruze e após os disparos ainda chegou a abrir a porta do carro, saiu do automóvel, mas não resistiu aos ferimentos e caiu ao lado do veículo. A mulher que dirigia o carro em que a vítima estava não foi localizada.

A vítima chegou a ser socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas, de acordo com os socorristas, não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Os médicos informaram que ele foi atingido por pelo menos três tiros.

De acordo com os moradores do prédio, a caminhonete prata com placas de Pernambuco estava parada desde o início da manhã embaixo de uma árvore perto do prédio. No final da manhã, a vítima voltou para o apartamento e, ao descer do carro em que estava, a caminhonete se aproximou e homens que estavam dentro atiraram, fugindo em seguida.

O casal, segundo moradores do prédio, tinha alugado o apartamento há 15 dias e que o homem seria natural do estado de Pernambuco.

O corpo foi levado para a Gerência Executiva de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa.

Portal do Litoral

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PARAÍBA

Dias difíceis: número de internações diárias passa de 70 na Paraíba e é maior do que início da pandemia

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Em vários estados do Brasil, incluindo a Paraíba, têm passado por dias difíceis em relação à pandemia da Covid-19. Somente na Paraíba, a quantidade de internações diárias passou das 70 – número que tem chamado a atenção das autoridades, pois nos dias considerados piores da pandemia em maio e junho, o número chegava a 55.

“Estamos atravessando momentos muito difíceis e principalmente nesse fim de semana: sexta, sábado e domingo. Nós pudemos assistir dias repetidos de mais de 70 pessoas precisando internação no Estado. Nos piores dias, de maio, junho do ano passado isso nunca passou de 53, 55 pessoas por dia. Isso mostra o momento que estamos vivendo”, afirmou, o secretário Executivo de Gestão de Unidades de Saúde da Paraíba, Daniel Beltrammi, como o ClickPB acompanhou. 

Ainda de acordo com o secretário são mais de 964 leitos ativos em todo o estado, sendo 418 somente na Região Metropolitana de João Pessoa. O gestor apontou que são 100 leitos a mais de UTI na Região Metropolitana de João Pessoa que no início do ano passado. No entanto, mesmo assim o volume de internações é maior e crescido muito mais rápido. 

 
 

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PARAÍBA

Diante da inércia de Bolsonaro, Pazuello quer que Congresso assuma combate à Covid-19, diz jornal

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Diante da inércia de Jair Bolsonaro (Sem Partido), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, trabalha nos bastidores junto a governadores para que os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), assumam a liderança no combate à Covid-19.

Segundo a coluna Painel, da Folha de S.Paulo, o acordo de Pazuello com governadores e os parlamentares tem sido feito nos bastidores e “com cuidado para não provocar a ira do presidente”.

Nesta segunda-feira (8), o ministro se encontra com Wellington Dias (PT), do Piauí, que lidera o Fórum Nacional de governadores, na sede da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Rio de Janeiro, para conversas sobre a distribuição da vacina. A reunião também servirá para colocar em marcha o plano para isolar Bolsonaro em questões de saúde relacionadas à pandemia.

As tratativas visam evitar o desgaste dos governadores, que têm sido alvo de ataques constantes do presidente.

O objetivo é que o grupo criado por Lira com governadores na semana passada concentre as principais ações para o combate ao coronavírus em temas como fabricação e compra de vacinas, leitos de UTI, equipamentos suficientes para hospitais, e medidas de restrição para frear a transmissão.

Além de parlamentares e governadores, o grupo pretende colocar representantes do judiciário, secretários de saúde e especialistas.

Dessa forma, Pazuello também tiraria de si a responsabilidade pelo aumento das mortes pela Covid-19 na segunda onda da pandemia.

Fonte: Revista Fórum

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