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BRASIL

Ladrão de casas de luxo “diz que rouba menos do que Dilma”

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O vendedor desempregado Jean Rodrigo de Moraes, de 23 anos, foi preso na Cidade Industrial, suspeito de furtar mais de 10 residências de luxo em Curitiba. Segundo a Polícia Civil, ele fazia parte de uma quadrilha especializada neste tipo de crime.

Parte dos objetos furtados em casas de luxo de Curitiba foi recuperado na ação policial.
De acordo com as investigações da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR), a quadrilha a qual o rapaz pertencia age sempre da mesma forma, entrando nas casas quando os moradores saem ou viajam. Eles tocavam a campainha da casa escolhida e, se ninguém os atendesse, invadiam a residência.

A polícia chegou a Jean por causa do carro usado nos crimes: um Fiat Stilo dourado. O veículo pertence à sogra de Jean, identificada como Loraci Taborda, de 53 anos. Ela também foi presa, pois deu falsa queixa de roubo do veículo.

O rapaz disse aos policiais que era apenas motorista do bando. Segundo ele, ganhava os objetos roubados como pagamento para ajudar os bandidos. Quando perguntado pelas equipes de reportagem se ele se considerava bandido, Jean afirmou que “a Dilma rouba muito mais do que ele”.

Os comparsas de Jean ainda não foram identificados oficialmente. De acordo com o delegado Fernando Zanoni, da Delegacia de Furtos e Roubos (DFR), o rapaz chegou a dizer nomes de alguns homens que seriam os responsáveis pelos furtos junto com ele, mas os policiais ainda trabalham nas identificações oficiais destes suspeitos.

Com o rapaz foram encontrados vários objetos, como um notebook, um vídeo game, relógios e outros produtos furtados das casas. “Alguns dos objetos furtados pela quadrilha já foram vendidos e é importante alertamos à população que, se alguém reconhecer o assaltante e lembrar que comprou algo dele, deve comparecer à DFR, caso os comparadores não apareçam e sejam identificados serão autuados por receptação”, disse. O telefone da Delegacia de Furtos e Roubos é o 3218-6100.

Gazeta do Povo

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BRASIL

Expectativa de vida no Brasil sobe para 76,6 anos em 2019

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A expectativa de vida ao nascer no Brasil em 2019 era de 76,6 anos, segundo dados da Tábua da Mortalidade, divulgados hoje (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa é 0,3 ano superior à de 2018, divulgada na pesquisa do ano passado (76,3 anos).

A Tábua da Mortalidade é divulgada anualmente pelo IBGE e usa como referência dados de 1º de julho do ano anterior.

O dado, que é uma média da expectativa de vida dos dois sexos, foi publicado na edição de hoje (26) do Diário Oficial da União. A divisão do dado, por sexo, será feita às 10h pelo IBGE.


Agência Brasil

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BRASIL

Sem opção: depois de arroz, óleo e carne, preço da batata dispara 33%

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Depois de ver o preço do arroz, do óleo e da carne dispararem, o brasileiro agora faz as contas na hora de comprar batata. O preço do tubérculo disparou 33,37% entre outubro e novembro, segundo a prévia da inflação oficial do país medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O indicador, IPCA-15, foi divulgado nesta terça-feira (24).

O pior é que esse reajuste não veio sozinho. Todos aqueles itens que já vinham aumentando continuaram na escalada de preços entre meados do mês passado e deste. O óleo de soja para fazer a batata frita subiu 14,85%, a carne para o bife aumentou 4,89% e o arroz continuou sua escalada, com reajuste de 8,29%.

A Associação Paulista de Supermercados (Apas) já tinha detectado essas variações nos preços dos varejistas do estado de São Paulo. O levantamento divulgado na quinta-feira (19) pela entidade mostrava aumento em outubro de 22,5% na batata, 16,4% no óleo de soja e 5,38% na carne. Segundo a associação, entre os cortes que registraram inflações estão a picanha (11,16%), patinho (8,67%) e contrafilé (7,16%).

Razões climáticas

Segundo análise do Cepea-USP (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), o final da safra de inverno da batata e uma quebra de produção na região Sul diminuíram a oferta do produto e influenciaram na alta dos preços.

De acordo com os analistas do centro, a quebra no Sul se deveu ao baixo volume de chuva registrado durante as fases de plantio e desenvolvimento da cultura. A expectativa é que o volume comece a aumentar nas próximas semanas. Se isso se confirmar, o preço deve cair.

Puxado pelo grupo de alimentos e bebidas, o IPCA-15 marcou 0,81% em novembro, o maior número para o mês desde 2015.

Para elaborar o indicador deste mês, os preços foram coletados entre 14 de outubro e 12 de novembro e comparados aos valores pesquisados entre 12 de setembro a 13 de outubro.

Revista Fórum

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