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POLÍTICA

Lula recebeu propina em dinheiro vivo

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Nos últimos meses, o ex-presidente Lula foi emparedado pela Lava Jato. Virou reú três vezes por práticas nada republicanas: obstrução de Justiça, ocultação de patrimônio — ao omitir um tríplex no Guarujá —, lavagem de dinheiro, corrupção passiva, organização criminosa e tráfico de influência no BNDES, em razão do esquema envolvendo a contratação de seu sobrinho Taiguara Rodrigues dos Santos. Ou seja, já há uma fartura de provas contra o petista, ao contrário do que costuma alardear sua defesa. Nada, no entanto, pode ser mais categórico e definitivo como conceito de corrupção, na acepção da palavra, do que o recebimento de pagamentos de propina em dinheiro vivo. Por isso, o que se revela agora acrescenta um ingrediente potencialmente devastador para o ex-presidente.

Reproduzimos aqui o material que o leitor vai encontrar a partir deste sábado, 11, nas bancas de todo o País. Para a leitura do conteúdo exclusivo e autoral em telas de computador, celular e tablet, disponibilizamos as imagens das páginas de ISTOÉ para download com antecedência. Boa leitura.

Leia a versão na íntegra em PDF.

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POLÍTICA

“Frescura? Mimimi? Inacreditável!” Fala de Bolsonaro sobre a pandemia aumenta indignação

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São Paulo – “Que Bolsonaro já praticou uma série de crimes desde que tomou posse, todo mundo sabe. Crime comum, crime de responsabilidade… Praticou crimes e continua praticando. Mas quem pratica crimes não tem que responder pelos seus atos? Tem. Só que o procurador-geral da República, o Augusto Aras, não o processa. O que ele faz em relação a isso? Nada. A Câmara, ainda mais agora com Arthur Lira, não vai pautar impeachment. E se pautar, perde.” Assim o advogado e ex-deputado federal Wadih Damous comenta – e lamenta – a inação da Procuradoria-Geral da República (PGR) ante as atitudes do presidente Jair Bolsonaro em relação à pandemia de covid-19, que nunca matou ou infectou tantas pessoas no Brasil como no momento atual.

Nesta quinta-feira (4), o presidente voltou a demonstrar irracionalidade, e a agredir o bom senso e a ciência. Além disso, desafiou o esforço dos governadores dos estados brasileiros, que lutam para encontrar soluções que minimizem a tragédia do país.

“Chega de frescura e mimimi. Vão ficar chorando até quando?”, disse o presidente brasileiro nesta quinta, ao se manifestar sobre as políticas de isolamento e restrições de governos estaduais para conter o avanço da contaminação. Pior do que isso, aparentando estar fora de si, protestou contra as vacinas. “Tem idiota que a gente vê nas redes sociais, na imprensa, ‘vai comprar vacina’. Só se for na casa da tua mãe”, declarou.

Fora de si

O Brasil é hoje uma preocupação da Organização Mundial da Saúde e de países civilizados de todo o mundo. “A crise da Covid no Brasil é um alerta para o mundo inteiro, dizem os cientistas”, estampou o jornal The New York Times na quarta (3).

O fato de o mandatário brasileiro continuar com apoio de cerca de 30% da população, segundo as pesquisas, pode ser difícil de aceitar. Mas, para Damous, com esse cenário, o presidente pode sim sonhar em se sustentar até o segundo turno da eleição de 2022,

Fonte: Rede Brasil Atual

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POLÍTICA

Aprovação do governo Bolsonaro cai pela primeira vez abaixo de 30%; evangélicos são seu apoio principal

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Pela primeira vez desde a posse de Jair Bolsonaro, a aprovação a seu governo cai abaixo de 30%. É o que aponta a pesquisa do IPEC (Inteligência, Pesquisa e Consultoria), realizada presencialmente entre 18 e 23 de fevereiro. 28% dos entrevistados consideram a gestão Bolsonaro ótima ou boa, enquanto 39% avaliam como ruim ou péssima. Segundo os dados do IPEC, o eleitorado evangélico é a principal base de apoio a Bolsonaro, que tem avaliação positiva de 38% neste segmento. A margem de erro é de dois pontos.

O IPEC é formado por executivos que deixaram o Ibope após o encerramento das atividades com pesquisas de opinião pública. Apesar da queda da aprovação do governo Bolsonaro, nenhum instituto havia até agora apontado uma taxa abaixo de 30%. Segundo levantamento da Fundação Perseu Abramo, que consolidou as pesquisas dos principais institutos, os índices de aprovação do governo Bolsonaro até agora eram: Datafolha, 31% (campo em 20 e 21 de janeiro); XP/Ipespe, 30% (02 a 04 de fevereiro); PoderData, 30% (01 e 03 de fevereiro); Exame/Ideia, 31% (12 de fevereiro).

A parcela evangélica fundamentalista do eleitorado apresenta, na pesquisa do IPEC, um desenho inverso em relação à avaliação geral do governo. Neste segmento, é o percentual de avaliações como ótimo ou bom que se aproxima da faixa de 40% dos entrevistados. Entre os evangélicos, 27% consideram o governo ruim ou péssimo. É a menor taxa de rejeição registrada em todo o levantamento.

A pesquisa do IPEC, veiculada pelo jornal O Globo, indica que, para 87% dos brasileiros, há alguma expectativa de pagamento do auxílio emergencial “até a situação econômica voltar ao normal” — o que pressupõe um prazo maior do que os quatro meses do planejamento do governo federal.

No recorte por renda, 93% dos que têm renda mensal de até um salário mínimo — parcela da população à qual o benefício é majoritariamente destinado — concordam, ao menos de forma parcial, que o auxílio deve durar até uma normalidade econômica.

Para a cientista política Luciana Veiga, professora da Unirio, o cenário atual de baixa aprovação, que aponta um comprometimento de seu projeto de reeleição em 2022, pode estimular Bolsonaro a tentar um prolongamento do benefício, contrariando suas próprias declarações e as projeções da área econômica, comandada pelo ministro Paulo Guedes: “O que Bolsonaro faz com o auxílio não é conquistar eleitores que não gostam dele, mas sim trazer o que está nesse bloco do regular. É um eleitor muito prático, menos apegado a questões ideológicas, e que pode oscilar a depender do impacto do governo federal em sua vida. É aí que entra o auxílio. Por outro lado, este eleitor também é mais pressionado pelo cenário da Saúde, já que depende da rede pública — avaliou Veiga”.

A CEO do IPEC, Márcia Cavalari, afirma que a análise dos resultados deve levar em consideração o contexto à época da realização das pesquisas. O levantamento do IPEC, que ouviu 2.002 pessoas presencialmente em 143 municípios entre 18 e 23 de fevereiro, ocorreu nos dias que se seguiram à primeira ameaça de Bolsonaro de trocar o comando da Petrobras por insatisfação com aumentos nos preços de combustíveis, O anúncio da demissão de Roberto Castelo Branco da presidência da petroleira ocorreu no dia 19, durante a realização da pesquisa. “Esta é uma das possíveis hipóteses para que a rejeição ao governo seja mais alta entre os eleitores com maior remuneração do que entre os mais pobres. Para o segmento de menor renda, a troca pode não ter soado tão ruim, por conta do discurso de baratear o combustível”, afirmou Márcia.

Fonte: Brasil 247

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