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Manifestantes ateiam fogo no prédio do Ministério da Agricultura

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Manifestantes que estão na Esplanada dos Ministérios na tarde desta quarta-feira (24/5) para protestar contra as reformas propostas pelo governo federal e para pedir a saída do presidente Michel Temer atearam fogo na sede do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

 

O Corpo de Bombeiros trabalha para conter as chamas. De acordo com o Ministério, o prédio já foi esvaziado e ninguém ficou ferido. O local, no entanto, ficou destruído após a invasão. 

 

 

 

 

 

A sede do Ministério do Planejamento também virou alvo dos manifestantes que jogaram pedras contra o local. Mais cedo, um grupo já havia tentado invadir o Ministério da Fazenda, mas foi contido pela Força Nacional. O prédio já havia sido esvaziado.

 

Alessandra Azevedo/CB/D.A Press

 

 

O clima na Esplanada é bastante tenso. O Batalhão de Policiamento de Choque (BPChoque) e a cavalaria da PM agem para tentar controlar a confusão. Há registro de confrontos em ao menos três cordões de isolamento formados pela polícia. Os manifestantes derrubaram alguns banheiros químicos e se protegem atrás deles.

 

 

Ainda não há um registro oficial, mas a reportagem flagrou ao menos duas pessoas feridas e uma sendo detida. Mesmo com toda a situação, os organizadores da marcha que estão em um carro de som pedem que as pessoas continuem no local e gritam que a “PM não tem o direito de acabar com o protesto”.

 

A confusão começou quando manifestantes que estavam próximos à Alameda dos Estados, em frente ao gramado do Congresso Nacional, derrubaram grades que isolavam o local. A polícia então respondeu lançando bombas de efeito moral e gás de pimenta no grupo. Em seguida, os participantes do protesto passaram a lançar pedaços de madeira, pedras, garrafas e outros objetos contra a polícia. Eles também gritam palavras de ordem contra a PM.

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Conselho Federal de Medicina agora diz que é contra o kit Covid-19 de Bolsonaro

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O vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Donizette Giamberardino Filho, afirmou que a entidade não endossa mais medicamento algum para tratamento da doença do novo coronavírus. “O Conselho Federal de Medicina não recomenda e não aprova tratamento precoce e não aprova também nenhum tratamento do tipo protocolos populacionais [contra a Covid-19]”, afirmou o vice-presidente do CFM aos senadores, durante audiência pública da Comissão Temporária da Covid-19 do Senado nessa segunda-feira (19). 

O CFM impulsionou ao longo de 2020 as recomendações para o “kit covid” ou “kit bolsonaro”. A Associação Médica Brasileira (AMB) confrontou o Conselho em março e alertou que os medicamentos do chamado “kit Covid”, como a hidroxicloroquina e a ivermectina, devem ser “banidos” do tratamento da Covid-19.

De acordo com o vice-presidente do CFM, o Conselho havia autorizado a prescrição fora da bula [off label] em situações individuais e com autonomia das duas partes, “firmando consentimento esclarecido [médico] e informado [paciente]”. “Esse parecer não é habeas corpus para ninguém. O médico que, tendo evidências de previsibilidade, prescrever medicamentos off label e isso vier a trazer malefícios porque essa prescrição foi inadequada, seja em dose ou em tempo de uso, pode responder por isso”, continuou, para amenizar a mudança de postura da entidade.

Medicamentos do kit covid não têm eficácia comprovada cientificamente e já foi recomendado em várias ocasiões tanto por Bolsonaro como por seus aliados. Em janeiro, por exemplo, usuários do Twitter criaram perfis fictícios para acessar o aplicativo do ministério da Saúde, então comandado pelo general Eduardo Pazuello, e constataram que a plataforma receitava a cloroquina contra a Covid-19. Pessoas nem sabiam se estavam com a doença receberam como sugestão o uso do remédio, que valeu até para recém-nascido.

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Morre de Covid-19 enfermeiro que divulgava fake news sobre vacinas e defendia suposto “tratamento precoce”

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Morreu neste domingo (18), em decorrência da Covid-19, o enfermeiro Anthony Ferrari. O óbito foi confirmado pela Secretaria Municipal de Comunicação de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Ele faleceu no Hospital São José, montado para atender pacientes com Covid-19.

Ferrari ficou conhecido nas redes sociais por propagar informações falsas sobre as vacinas contra Covid-19, afirmando, por exemplo, que o imunizante poderia causar Alzheimer. No fim de 2020, o enfermeiro chegou a dizer que um médico voluntário no ensaio clínico da vacina de Oxford teria sido “vítima da vacina”, o que não é verdade.

O profissional também tinha o hábito de recomendar e divulgar o suposto “tratamento precoce” contra a doença, como o uso da Ivermectina. Ele alegava que países como Etiópia e Austrália têm poucos casos de coronacvírus porque distribuem o medicamento de forma massiva. A informação não procede.

Até o fechamento desta reportagem, a família de Ferraria não havia se pronunciado sobre o falecimento.

Brasil 247

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