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Marcelo Odebrecht complica ainda mais Dilma

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Em depoimento aos procuradores da Operação Lava Jato, o empresário Marcelo Odebrecht implicou a presidente Dilma Rousseff. Ao negociar sua delação, Odebrecht disse que empreiteiros foram pressionados pelo ex-ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a doar recursos para a campanha de Dilma em 2014.

Segundo Odebrecht, os empresários compelidos a fazerem as doações tinham em comum o fato de possuírem financiamentos no BNDES. Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo a ser publicada neste domingo, Mantega e Coutinho pediram aos empreiteiros que se reunissem com o tesoureiro da campanha de Dilma, Edinho Silva, a fim de acertarem os repasses “caso eles quisessem continuar a serem ajudados pelo governo”. Os empreiteiros, segundo Odebrecht, encararam o pedido como uma forma de pressão.

Ainda na negociação de sua delação, prestes a ser fechada, Marcelo Odebrecht ratificou parte das revelações do senador Delcídio do Amaral à força-tarefa da Lava Jato, antecipadas com exclusividade por ISTOÉ em 3 de março. De acordo com o empresário, a presidente Dilma atuou pessoalmente para assegurar que ele fosse solto. Odebrecht foi preso em junho de 2015.

A maneira encontrada por Dilma para livrá-lo da cadeia foi nomear Marcelo Navarro para a vaga de ministro do STJ. Caberia ao indicado relatar o pedido de soltura dos presos. Em troca da nomeação, Navarro se comprometeu a emitir parecer favorável à libertação de Odebrecht e de outros empreiteiros presos.

O acordo foi honrado, mas Navarro acabou sendo voto vencido no tribunal. Com base nessa acusação, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu semana passada ao Supremo abertura de inquérito para investigar a presidente Dilma Rousseff. Com a confirmação de teor da delação de Delcídio por Odebrecht, dificilmente o STF não autorizará a investigação. As novas revelações complicam ainda mais a situação de Dilma, às vésperas da votação do seu afastamento pelo Senado Federal – dado como certo.

ISTOÉ

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Após ação em Criciúma, Cametá, no Pará, vive madrugada de terror com assalto a banco

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Um dia depois do mega assalto em Criciúma, em Santa Catarina, um grupo armado roubou diversas agências bancárias em Cametá, no Pará, na madrugada desta quarta-feira (2).

Imagens que circulam nas redes sociais mostram que criminosos utilizaram dezenas de reféns como escudo humano para se locomover pela cidade. De acordo com o UOL, moradores estavam em bares quando foram abordados.

Segundo o prefeito da cidade, Waldoli Valente, um jovem morreu no confronto. “Rogamos ainda a Deus que conforte a família do jovem que perdeu a vida de forma covarde”, escreveu no Facebook. Ele informou ainda que a Polícia Militar foi acionada para conter o assalto.

 

A Polícia Federal está investigando se o mega assalto que ocorreu em Criciúma, na madrugada desta terça-feira (1º), teve participação de membros do PCC (Primeiro Comando da Capital).

A ação na cidade de Santa Catarina é uma cena que vem se repetindo em diversas cidades do interior do país. Criminosos agem em grupos grandes, usam carros de primeira linha, explosivos e armamentos pesados.

Revista Fórum

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STF julga a partir de 11 de dezembro obrigatoriedade da vacinação contra Covid-19

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O Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar em plenário virtual a partir da sexta-feira da próxima semana, dia 11 de dezembro, duas ações que tratam da obrigatoriedade da vacinação contra Covid-19, conforme o relator dos processos, ministro Ricardo Lewandowski.

Em uma das ações ajuizada em outubro, o PDT quer garantir a competência de Estados e municípios de promover a vacinação obrigatória contra o novo coronavírus, diante das declarações do presidente Jair Bolsonaro contrárias à eventual exigência da adoção do imunizante.

Em outra, o PTB –partido aliado de Bolsonaro no Congresso– quer que o Supremo não determine essa obrigação de se vacinar.

Na sexta-feira desta semana, dia 4, o STF vai apreciar outra ação em julgamento virtual referente ao Covid-19: se o governo tem de ser obrigado a comprar 46 milhões de doses da vacina desenvolvida pela chinesa Sinovac, a CoronaVac, que será produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.

Bolsonaro vetou o acordo para comprar essas doses e chegou a colocar em dúvida publicamente a eficácia desse imunizante.

No chamado plenário virtual, os ministros do STF apresentam seu voto por um sistema remoto e não há transmissão ao vivo da sessão.

Se um ministro quiser, ele pode pedir para que o julgamento ocorra no plenário presencial –o que, na prática, recomeça a apreciação do caso. Durante a pandemia, o plenário presencial tem sido substituído por sessões virtuais, mas neste caso, todos ministros se reúnem ao mesmo tempo e a sessão é transmitida ao vivo.

Brasil 247

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