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EDUCAÇÃO

MEC divulga resultado do Enem 2014 por escola; veja a lista

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou na manhã desta quarta-feira (5) as notas por escola da edição do ano passado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2014).

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Os dados abrangem 15.640 escolas de todo o país. Nelas, 1.295.954 estudantes fizeram o Enem. A divulgação dos dados de 2014 marca o terceiro ano consecutivo em que o governo federal não divulga a média geral do Enem por escola, e apresenta apenas a média em cada uma das quatro provas objetivas e da prova de redação.

O objetivo é diminuir o impacto da comparação direta entre as instituições de ensino. Além do governo, especialistas em educação apontam que o Enem é um elemento, mas não pode ser critério único para definir a qualidade de uma escola. “Nós queremos dar os dados do Enem, mas mostrar que não são absolutos, podem ser interpretados de formas diferentes. O pai não pode só olhar o ranking puro do Enem ao matricular o filho na escola”, afirmou o ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, em entrevista coletiva na manhã desta quinta.

Entre os 20 colégios mais bem posicionados, cinco estabelecimentos estão no estado de São Paulo. Tanto Minas Gerais quanto Rio de Janeiro têm quatro escolas. Ceará tem três, Piauí tem duas e Mato Grosso do Sul e Goiás têm uma escola cada. Estados do Norte e Sul do país não aparecem na lista do “top 20″.

Se considerado apenas o número de alunos, somente três escolas entre as 20 mais bem posicionadas têm mais que 90 alunos. A maioria concentra salas pequenas com entre 14 e 67 alunos. A estratégia revela a tendência de formação de turmas que concentram apenas alunos de melhor rendimento.

Janine afirmou que o requisito para a divulgação da nota é que a escola tenha pelo menos 10 estudantes e que pelo menos 50% de todos os alunos tenham participado do Enem. Mas outros indicadores foram divulgados para oferecer maior contextualização. “Poderia ser justo aumentar a barra de 50% para evitar que as escolas queiram só mostrar suas joias ou ocultar seus problemas. Apenas 30 recorreram após terem acesso ao ranking. Isso indica que o sistema está praticamente à prova de erros, mas ao mesmo tempo aceita correções”, afirmou ele.

Médias das provas objetivas
Segundo o cálculo aritmético feito pelo G1, com base nas notas das quatro provas objetivas (linguagens, matemática, ciências humanas e ciência da natureza), a escola com a média geral mais alta do Brasil no Enem 2014 foi o Colégio Objetivo Integrado, de São Paulo.

No Integrado, 42 dos 43 alunos prestaram o Enem. A escola já havia ocupado a mesma posição em 2013. Já outro estabelecimento da mesma rede, e que fica no mesmo endereço da escola com a maior nota do Brasil (o Objetivo Centro Interescolar Unidade Paulista), ficou na posição 608.

Veja as 20 escolas com as maiores médias nas PROVAS OBJETIVAS do Enem 2014
1º) Colégio Objetivo Integrado (São Paulo/SP) – privada – média 742,96
2º) Colégio Farias Brito – unidade central (Fortaleza/CE) – privada – média 737,88
3º) Colégio Olimpo Integral (Goiânia/GO) – privada – média 735,02
4º) Christus Colégio Pré-Universitário (Fortaleza/CE) – média 731,38
5º) Colégio Bernoulli – unidade Lourdes (Belo Horizonte/MG) – privada  – média 730,33
6º) Colégio Ari de Sá – unidade Major Facundo (Fortaleza/CE) – privada – média 725,09
7º) Colégio e Curso Ponto de Ensino unidade Tijuca (Rio de Janeiro/RJ) – privada – média 720,73
8º) Colégio Elite Vale do Aço (Ipatinga/MG) – privada  – média 719,81
9º) Coleguium (Belo Horizonte/MG) – privada – média 719,71
10º) Colégio Objetivo Integrado de Mogi das Cruzes (Mogi das Cruzes/SP) – privada – média 718,66
11º) Colégio Bionatus II (Campo Grande/MS) – privada – média 712,91
12º) Colégio Santo Antônio (Belo Horizonte/MG) – privada – média 711,95
13º) Colégio e Curso Ponto de Ensino (Niterói/RJ) – privada – média 711,36
14º) Colégio Vértice Unidade II (São Paulo/SP) – privada – média 710,99
15º) Colégio e Curso Ponto de Ensino unidade Vila da Penha (Rio de Janeiro/RJ) – privada – média 709,43
16º) Instituto Dom Barreto (Teresina/PI) – privada – média 705,26
17º) Colégio São Bento (Rio de Janeiro/RJ) – privada  – média 704,94
18º) SEB COC Unidade Álvares Cabral (Ribeirão Preto/SP) – privada – média 701,70
19º) Colégio Anglo Leonardo da Vinci (Carapicuíba/SP) – privada – média 701,11
20º) Colégio Lerote Ltda (Teresina/PI) – privada – média 700,86

Ao contrário da edição do ano passado, neste ano nenhuma escola do “top 20″ é pública (no Enem 2013, apenas uma, o Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Viçosa, o Coluni, se encaixava nesta categoria). Além disso, não há escolas das regiões Norte e Sul entre as 20 melhores. Um quarto das 20 escolas com notas mais altas estão em São Paulo, e só cinco colégios na lista ficam fora de capitais.

Em 2014, o colégio público com a méda mais alta nas provas objetivas foi o Instituto Federal do Espírito Santo (campus Vitória).

10 escolas PÚBLICAS com as maiores médias nas PROVAS OBJETIVAS do Enem 2014
1º) Ifes – Campus Vitória (Vitória/ES) – federal – média 700,30
2º) Colégio de Aplicação da UFV – Coluni (Viçosa/MG) – federal  – média 693,32
3º) Colégio Politécnico da UFSM (Santa Maria/RS) – federal – média 689,44
4º) Colégio de Aplicação do CE da UFPE (Recife/PE) – federal – média 674,65
5º) Colégio Militar de Belo Horizonte/MG) – federal – média 665,94
6º) Escola Preparatória de Cadetes do Ar (Barbacena/MG) – federal – média 664,50
7º) Coltec – Colégio Técnico da UFMG (Belo Horizonte/MG) – federal – média 661,66
8º) Campus 1 – BH (Belo Horizonte/MG) – federal – média 658,67
9º) Centro de Educação Tecnológica de Minas Gerais – Cefet – campus Timóteo – federal – média 658,04
10º) Etec de São Paulo (São Paulo/SP) – estadual – média 657,59

Novo indicador: permanência na escola
Em busca de relativizar a formação de um ranking, o Inep diz que neste ano foi incluído o indicador de permanência na escola. Ele mostra se o estudante cursou total ou parcialmente o ensino médio no mesmo local.

“Essa informação é importante para que a sociedade conheça quais são as escolas que realmente ajudam seus alunos a melhorarem, que oferecem educação de qualidade durante todo o ensino médio, e quais são aquelas que, simplesmente, selecionam alguns para cursarem apenas o 3º ano”, disse o presidente do Inep, Chico Soares.

O Inep diz que o sistema de consulta permitirá ainda ver as taxas de rendimento (aprovação, reprovação e abandono) verificadas no Censo Escolar da Educação Básica, além do nível socioeconômico (INSE) e a formação docente.

“Reunir as escolas em um único grupo para qualquer tipo de análise é uma opção muito limitada, que gera sínteses equivocadas”, afirmou o presidente do Inep.

“As escolas de ensino médio brasileiras formam um conjunto muito heterogêneo, principalmente em relação às características socioeconômicas de seus estudantes e esses fatores precisam ser levados em consideração”, completou Chico Soares.

Os resultados de 2014 foram divulgados somente para as escolas em 9 de julho. Os dirigentes escolares tiveram prazo de dez dias para entrar com recurso no Inep. De acordo com o Inep, nesta edição 30 escolas entraram com recurso, sendo que 11 delas tiveram os pedidos deferidos.

Os dados são calculados apenas para escolas que tenham matriculados, no mínimo, dez estudantes da 3ª e/ou 4ª série do ensino médio regular seriado e 50% de estudantes destas mesmas séries participando do Enem.

Veja 10 escolas com as maiores médias na REDAÇÃO do Enem 2014
1º) Colégio São Bento (Rio de Janeiro/RJ) – privada  – média 886,56
2º) Colégio Bionatus II (Campo Grande/MS) – privada – média 870,45
3º) CEMP Ensino Médio Ltda (Rio de Janeiro/RJ) – privada – média 855,00
4º) Colégio Cruzeiro unidade Centro (Rio de Janeiro/RJ) – privada – 851,98
5º) Colégio Lerote Ltda (Teresina/PI) – privada – média 844,62
6º) Colégio de Aplicação da UFPE (Recife/PE) – federal – média 843,85
7º) Colégio de Aplicação do Recife – FCAP UPE (Recife/PE) – federal – média 843,33
8º) Christus Colégio Pré-Universitário (Fortaleza/CE) – média 838,62
9º) Colégio Olimpo Integral (Goiânia/GO) – privada – média 837,78
10º) Centro Educacional Frei Serafico (São João Del Rei/MG) – privada – média 836,30

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EDUCAÇÃO

Portaria de Bolsonaro enfraquece Fundeb, e professores terão reajuste zero em 2021

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São Paulo – A Portaria interministerial 3, do governo Bolsonaro, que altera a gestão do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) e diminui o valor mínimo nacional a ser investido por aluno anualmente, também anulou os ganhos salariais dos professores da educação pública para 2021. A previsão era de que no próximo ano, o piso salarial do magistério teria uma atualização na ordem de 5,9%. Com a redução no investimento mínimo, a categoria terá agora reajuste zero. 

A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na última quinta-feira (26). Conforme reportou a RBA, a portaria altera os parâmetros operacionais do Fundeb já para o exercício de 2020. O texto reduz de R$ 3.643,16 para R$ 3.349,59 – menos 8% – o investimento anual por aluno.

Ao diminuir o valor anual, na prática, o governo Bolsonaro também atinge a soma de recursos do Fundeb. O mais importante fundo para o financiamento da educação básica inclui também a remuneração dos profissionais da educação. Com menos investimentos, a valorização dos professores fica prejudicada. 

Desvalorização do magistério

De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), essa será “a primeira vez na história do Fundeb que os docentes da educação básica pública ficarão sem acréscimos em seus vencimentos, historicamente defasados sobretudo em comparação a outras profissões ou mesmo a docentes de outros países”, contesta a direção da entidade em nota

Em setembro, relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) identificou que a remuneração dos professores brasileiros é bem mais baixa do que a média dos 38 países membros da organização e outros oito convidados, como o Brasil. Um docente do ensino médio chega a ganhar por ano o que seria equivalente a U$S 25.966. Enquanto a média praticada pelos membros da OCDE é de U$S 49.778.

Um dos principais atores no processo de aprendizagem, senão o principal, o professor no Brasil também tem uma remuneração baixa quando comparada à própria realidade do país. Dados do movimento Todos pela Educação apontam que a categoria recebe o equivalente a 71,7% da média de profissionais com o mesmo nível de formação.

Colapso para 2021

Todos os entes públicos que receberam a complementação da União neste ano terão que devolver parte dos recursos. Ao transferir a responsabilidade sobre a complementação, a portaria de Bolsonaro deu o prazo de 30 dias para que os acertos decorrentes das alterações sejam realizados. No Maranhão, por exemplo, o secretário de Esporte e Lazer (Sedel), Rogério Rodrigues Lima, mais conhecido como Rogério Cafeteira, calcula que, neste mês, o estado deixará de receber R$ 13 milhões. “Ano que vem as coisas tendem a piorar”, ressaltou pelo Twitter

A CNTE também afirma que o “prejuízo será inevitável” em 2021, e “poderá gerar colapso em várias redes de ensino”. 

Desde julho, quando o novo Fundeb foi aprovado pela Câmara e, posteriormente em agosto, pelo Senado, a expectativa era de aumento nos repasses. A despeito da oposição do governo Bolsonaro, os parlamentares conseguiram garantir uma contribuição maior da União. Que, já no próximo ano, passaria dos atuais 10%, para 12%. Até atingir 23% em 2026. Mas, nem mesmo esse percentual extra, de dois pontos percentuais, será capaz de suprir as perdas em decorrência da redução do custo aluno neste ano, em 8%, adverte a CNTE. 

Governo enfraquece Fundeb

Na nota, a Confederação acrescenta que “soma-se a esse cenário trágico a redução das receitas tributárias”. Estados e municípios perderam em arrecadação devido à pandemia do novo coronavírus. Hoje, parte deles depende da complementação federal para garantir recursos às escolas. 

Para a coordenadora geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Andressa Pellanda, uma das entidades que se mobilizou pela aprovação do novo Fundeb, o que a gestão Bolsonaro faz é uma “tentativa de recuperar as perdas” que sofreu. 

“O governo federal tentou, durante a tramitação da PEC do Fundeb, reduzir o patamar de investimentos da União que vinha sendo proposto. E perdeu todas as suas empreitadas, diante de uma forte atuação da sociedade civil vinculada a direitos, como movimentos sociais. E agora, na regulamentação e nesse tipo de portaria, ele tenta recuperar esse jogo, fazendo esse tipo de corte, que baliza o financiamento para 2021”, avalia. 

“Isso é menor que tudo que representa o avanço do Fundeb, é claro. Até porque ele fica e os governos passam. Mas é um impacto grande para 2021. Que é um ano que precisa ainda mais de investimentos do que já estava previsto e que agora sofre mais um corte”, alerta a coordenadora geral.

Pandemia exige investimentos

No próximo ano, o Ministério da Educação também deverá ter um corte de R$ 1,4 bilhão no orçamento da União. O Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) encaminhado pelo governo ao Congresso destina R$ 144,5 bilhões ao setor. Quando, de acordo com a Coalizão Direitos Valem Mais, o repasse total deveria ser de R$ 181,4 bilhões. Andressa explica que é preciso mais recursos para responder à crise que a covid-19 provocou na educação. 

Ao ir na contramão do que é necessário em termos de financiamento, o governo Bolsonaro coloca em risco “a garantia de que escolas públicas terão infraestrutura adequada para a volta presencial, ou condições tecnológicas – computadores, tablets, internet – para inclusão na educação remota”. “Um momento de pandemia exige mais investimentos”, resume a coordenadora geral da Campanha Nacional. 

A portaria de Bolsonaro, contudo, já é alvo de dois projetos de decreto legislativo (PDL) – 490/2020 e 489/2020, de autoria de deputados do PT, que visam sustar os efeitos da medida. 

Corrida pela regulamentação 

A cerca de quatro semanas do final de 2020, o Congresso Nacional ainda precisa aprovar um projeto de lei que regulamente o novo Fundeb. Do contrário, o governo já sinalizou que decretará uma medida provisória para regulamentar o fundo. Com uma agenda de retrocessos, a iniciativa coloca em risco avanços como a utilização de 70% dos recursos do Fundeb para o pagamento de profissionais da educação, o próprio aumento na complementação, ou ainda a inclusão da lei do piso salarial do magistério e a previsão de progressão de carreira e de equiparação salarial. 

Entidades, como a Campanha Nacional, também são contrários a previsão de repasse de recursos a entidades privadas, como vem pressionando o governo Bolsonaro. Elas defendem ainda a inclusão do Custo-Aluno Qualidade (CAQ) e criticam a possibilidade de bonificação das escolas por mérito e a precarização dos professores.

RBA

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EDUCAÇÃO

Sete pesquisadores da UFPB estão entre os mais influentes do mundo

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Sete pesquisadores da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) estão entre os 100 mil cientistas mais influentes do mundo. O estudo com o ranking foi publicado em 16 de outubro, no Journal Plos Biology, revista científica que divulga, sob o sistema de peer review (revisão por pares), uma vasta gama de matérias sobre biologia.

São estes, em ordem alfabética: Damião Pergentino de Souza, do Programa de Pós-graduação em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos; Dionísio Bazeia Filho, do Programa de Pós-graduação em Física; Edison Roberto Cabral da Silva, do Programa de Pós-graduação em Engenharia Elétrica; José Maria Barbosa Filho, do Programa de Pós-graduação em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos; Knut Bakke, do Programa de Pós-graduação em Física; Maria de Fátima Agra, do Programa de Pós-graduação em Biotecnologia; e Valdir Barbosa Bezerra, do Programa de Pós-graduação em Física.

O levantamento foi conduzido por uma equipe da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos (EUA), liderada pelo médico-cientista grego-americano John Ioannidis, que tem diversas contribuições na área da medicina, sobretudo em epidemiologia e clínica médica.

O estudo foi fundamentado nas citações da base de dados Scopus, que atualiza a posição dos cientistas segundo o impacto de suas pesquisas ao longo da carreira e no último ano. No caso deste ranking, em 2019.

Para Márcia Fonseca, coordenadora geral de acompanhamento e avaliação dos programas e cursos de pós-graduação da Pró-reitoria de Pós-graduação (PRPG) da UFPB, o estudo e o ranking são absolutamente bem-vindos e sinalizam resultados interessantes.

“Três pesquisadores são do Programa de Pós-graduação em Física, dois do Programa de Pós-graduação em Produtos Naturais Sintéticos e Bioativos, um de Engenharia Elétrica e uma única mulher, de Biotecnologia”, recupera, de modo analítico, a gestora.

Segundo Márcia Fonseca, para todos esses programas, são esperadas melhorias na avaliação quadrienal da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a ser divulgada no próximo ano.

“Além disso, aparecer neste ranking coroa o trabalho de pesquisa desenvolvido na UFPB, com qualidade comparada ao que é feito nacionalmente e internacionalmente”, conclui a coordenadora.

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