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BRASIL

Mineiro percorre 164 km para apostar na Mega no DF: ‘Brasília é pé quente’

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Com a esperança de ser o terceiro ganhador consecutivo da Mega-Sena no Distrito Federal, o  caminhonheiro José Severino, de 55 anos, saiu de Unaí, em Minas Gerais, para tentar em uma lotérica da Asa Norte a sorte de faturar R$ 100 milhões que serão sorteados neste sábado (28). A viagem durou três horas – o homem percorreu 164 km. O sorteio será realizado em Cândido Mota, São Paulo.

O homem joga há quase 20 anos na Mega-Sena. Ele também aposta em outras loterias como a LotoFácil, Quina e Dupla Sena. Caminhoneiro há mais de 26 anos em Minas Gerais, o homem sonha em comprar uma fazenda com gado, vegetação e uma bela piscina. “Quero ajudar minha família e também fazer caridade. Não gostaria que ninguém ficasse sabendo que estou ajudando, sabe? Não quero fazer isso para aparecer. Prefiro ficar no anonimato.”

Comprar um caminhão novo e sair da loja dirigindo o veículo também é um sonho de infância de Severino. Acostumado a fazer viagens longas e com pouco conforto, o homem diz que não pararia de trabalhar e investiria em veículos modernos e espaçosos. “Investiria na área para o dinheiro não acabar, né? Também quero fazer algumas obras sociais e pagar uma faculdade para o meu filho de 22 anos, já que não pude estudar”, conta.

O mineiro diz ter uma ‘”queda” pela capital do país. Segundo José Severino, Brasília têm “pé-quente”, e todas as pessoas que apostam em lotéricas da cidade têm mais chance de ganhar a “bolada” do que em outras regiões.

Além da Mega-Sena, Severino aposta em outras loterias como a LotoFácil, Quina e Dupla Sena (Foto: Jéssica Nascimento/G1)Além da Mega-Sena, Severino aposta em outras loterias, como a LotoFácil, Quina e Dupla Sena (Foto: Jéssica Nascimento/G1)

“Já ganhei R$ 2,3 mil em um jogo de Lotomania em que acertei 18 pontos. Claro que o jogo foi feito aqui no Distrito Federal. Essa cidade é sortuda demais. Estou confiante que dessa vez vou acertar a bolada de R$ 100 milhões.”

Já ganhei R$ 2,3 mil em um jogo de Lotomania em que acertei 18 pontos. Claro que o jogo foi feito aqui no Distrito Federal. Essa cidade é sortuda demais. Estou confiante que dessa vez vou acertar a bolada de R$ 100 milhões”
José Severino, caminhonheiro

Superstições
O caminhoneiro escolhe as seis dezenas apostadas a partir de placas de caminhões. Ele conta que durante as viagens observa as numerações e tenta memorizá-las. A superstição, segundo ele, já funcionou em três apostadas da Quina, também jogadas no Distrito Federal.

“Sempre tento memoriar números repetitivos. Não me apego a datas comemorativas, elas não resolvem para mim. Acredito que nada é por acaso, sabe? Se as placas aparecem na minha frente deve ter um motivo especial”, sonha o caminhoneiro.

A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas. Para a aposta simples, de seis dezenas, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Para um jogo com 15 dezenas (limite máximo), a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003. A aposta nesse caso custa R$ 17.517,50. As apostas poderão ser feitas até as 19h deste sábado em qualquer lotérica do país.

Prêmio de R$ 205 milhões
Na última quarta-feira, uma aposta feita no DF acertou as seis dezenas da Mega-Sena, que pagou um prêmio de R$ 205 milhões. Se investida no Tesouro Direto, a bolada renderia R$ 2,7 mil por hora em juros. Ao final de um ano, os rendimentos do novo milionário chegariam a R$ 24,6 milhões.

O cálculo foi feito com a ajuda do professor de finanças do Ibmec Marcos Melo. A recomendação é preferir a modalidade de investimento à poupança , que tem rendimento médio de 8,6% ao ano – menor que a inflação (10,5%).

Enquanto o prêmio não havia saído, apostadores de Brasília brincavam com a possibilidade de ficarem ricos da noite para o dia. Um vídeo feito pelo G1 mostra o que vários apostadores diriam ao chefe caso fossem os acertadores das seis dezenas.

Outros contaram o que fariam com a bolada. Entre as respostas, houve quem dissesse que colocaria silicone no bumbum, arrumaria um namorado ou passaria acordar às 9h (confira aqui).

G1

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Após ação em Criciúma, Cametá, no Pará, vive madrugada de terror com assalto a banco

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Um dia depois do mega assalto em Criciúma, em Santa Catarina, um grupo armado roubou diversas agências bancárias em Cametá, no Pará, na madrugada desta quarta-feira (2).

Imagens que circulam nas redes sociais mostram que criminosos utilizaram dezenas de reféns como escudo humano para se locomover pela cidade. De acordo com o UOL, moradores estavam em bares quando foram abordados.

Segundo o prefeito da cidade, Waldoli Valente, um jovem morreu no confronto. “Rogamos ainda a Deus que conforte a família do jovem que perdeu a vida de forma covarde”, escreveu no Facebook. Ele informou ainda que a Polícia Militar foi acionada para conter o assalto.

 

A Polícia Federal está investigando se o mega assalto que ocorreu em Criciúma, na madrugada desta terça-feira (1º), teve participação de membros do PCC (Primeiro Comando da Capital).

A ação na cidade de Santa Catarina é uma cena que vem se repetindo em diversas cidades do interior do país. Criminosos agem em grupos grandes, usam carros de primeira linha, explosivos e armamentos pesados.

Revista Fórum

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STF julga a partir de 11 de dezembro obrigatoriedade da vacinação contra Covid-19

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O Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar em plenário virtual a partir da sexta-feira da próxima semana, dia 11 de dezembro, duas ações que tratam da obrigatoriedade da vacinação contra Covid-19, conforme o relator dos processos, ministro Ricardo Lewandowski.

Em uma das ações ajuizada em outubro, o PDT quer garantir a competência de Estados e municípios de promover a vacinação obrigatória contra o novo coronavírus, diante das declarações do presidente Jair Bolsonaro contrárias à eventual exigência da adoção do imunizante.

Em outra, o PTB –partido aliado de Bolsonaro no Congresso– quer que o Supremo não determine essa obrigação de se vacinar.

Na sexta-feira desta semana, dia 4, o STF vai apreciar outra ação em julgamento virtual referente ao Covid-19: se o governo tem de ser obrigado a comprar 46 milhões de doses da vacina desenvolvida pela chinesa Sinovac, a CoronaVac, que será produzida no Brasil pelo Instituto Butantan.

Bolsonaro vetou o acordo para comprar essas doses e chegou a colocar em dúvida publicamente a eficácia desse imunizante.

No chamado plenário virtual, os ministros do STF apresentam seu voto por um sistema remoto e não há transmissão ao vivo da sessão.

Se um ministro quiser, ele pode pedir para que o julgamento ocorra no plenário presencial –o que, na prática, recomeça a apreciação do caso. Durante a pandemia, o plenário presencial tem sido substituído por sessões virtuais, mas neste caso, todos ministros se reúnem ao mesmo tempo e a sessão é transmitida ao vivo.

Brasil 247

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