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PARAÍBA

Morre deputado estadual paraibano João Henrique, vítima de complicações da Covid-19

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Morreu o deputado estadual João Henrique (PSDB), aos 77 anos, por complicações da covid-19, na tarde desta terça-feira  (12). A informação foi confirmada pelo filho, o advogado Michel Henrique, e repassada ao ClickPB pela assessoria do parlamentar.

O velório do deputado João Henrique está programado para acontecer na Assembleia Legislativa da Paraíba, em João Pessoa, e no município de Monteiro, onde o corpo deverá ser sepultado.

João Henrique estava internado desde o dia 7 de dezembro no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo. Ele já estava curado da Covid-19, mas, devido ao quadro de diabetes, sua saúde se agravou e, após mais de um mês em tratamento, não resistiu e faleceu hoje por volta das 14h.

“Estivemos com ele até o último suspiro, ele como sempre, foi um guerreiro”, disse Michel Henrique. A deputada federal Edna Henrique e sua filha Micheila Henrique também estiveram ao lado do deputado.

Oficial reformado da Polícia Militar, João Henrique é natural do município de Monteiro, no Cariri da Paraíba. Formado em Direito, o deputado já atuou como juiz eleitoral no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-PB). Na política, sempre defendeu ações de desenvolvimento para a sua região. Na Assembleia, João Henrique foi eleito em 2018 para o seu quarto mandato.

ClickPB

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PARAÍBA

João Azevêdo alerta municípios a ter responsabilidade com organização da vacinação e diz que “governador não é fura-fila”

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O governador João Azevêdo disse que não vai furar fila da vacinação contra Covid-19 na Paraíba e lembrou que não é o Governo do Estado quem define a ordem de prioridade, e sim, o Ministério da Saúde. As declarações foram dadas no programa ‘Conversa com o Governador’, na tarde desta segunda-feira (25).

“Aqui o governador do Estado não é ‘fura fila’. O governador não se vacinou e só vai se vacinar quando chegar a sua faixa etária”, disse ele na rádio Tabajara. No Twitter do governador, a frase foi complementada. “Furar a fila da vacina é assumir a responsabilidade de deixar outras pessoas que estão mais vulneráveis ao vírus em risco. Aqui o governador do Estado não é fura-fila. Aqui, o governador do Estado não se vacinou e não vai se vacinar enquanto não chegar a vez dele.”

Ainda segundo o gestor, “não é o governador, não é o secretário de Saúde que decide essa distribuição. Quem decide é o Ministério da Saúde.”

Ele também alertou sobre a responsabilidade dos municípios em organizar a fila da vacinação de forma que nenhum ‘fura fila’ se beneficie da vez que é dos grupos prioritários. “O Estado transfere para cada município as doses e o município tem a responsabilidade de aplicar de acordo com aquelas faixas (de prioridade), para evitar o que ficou conhecido como os ‘fura filas’. Precisamos ter muita responsabilidade porque precisamos ter um compromisso de uma forma global. Isso tem que ser dito para não se fazer transferência de responsabilidade como foi feito quando disseram que o Governo do Estado tinha que resolver.”

João Azevêdo lembrou da importância e segurança da vacina contra o novo coronavírus, para combater a pandemia. “A vacina salva. É importante dizer que essa vacina é segura porque foi atestada pela Anvisa, que deu autorização porque a vacina é segura. Vá ao posto e se vacine. Vá na época que tiver direito (a receber a vacina).”

 

 

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PARAÍBA

Paraíba começa a vacinar idosos com mais de 80 anos até a próxima semana

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As 16.600 doses que chegaram na tarde desta segunda-feira (24) e mais uma parte da reserva técnica da primeira remessa da CoronaVac serão aplicadas em idosos acima de 80 anos. Segundo informações obtidas pelo ClickPB, a Secretaria de Saúde do Estado estima que a população estimada é de 8.312 idosos, o que corresponde a 9% desse público na Paraíba. A distribuição dessas doses para as 12 Gerências Regionais de Saúde acontecerá na quarta-feira (27) 

De acordo com a secretária executiva de Saúde, Renata Nóbrega,  a decisão foi pautada com dados técnicos referente à mortalidade da população maior de 80 anos que é treze vezes maior que a taxa de mortalidade estadual. 

“Para iniciar essa priorização consideramos alguns critérios como, iniciar a vacinação dos idosos acamados, dar sequência à vacinação dos idosos que respiram com auxílio de qualquer suporte ventilatório, vacinar os idosos que apresentam algum grau na perda de sua autonomia e continuar a vacinação junto aos idosos que tenham sofrido eventos agudos por doenças crônicas e não transmissíveis como insuficiência renal aguda, acidente vascular encefálico, insuficiência arterial periférica, idosos portadores de obesidade e/ou diabetes e/ou hipertensão arterial”, explicou. 

A decisão foi tomada em plenária com todos os secretários municipais de saúde, na tarde desta segunda-feira (25). As demais distribuições a esse público de idoso seguirão de forma gradativa e proporcional ao número de vacinas recebidas para contemplar esta população, até conclusão de sua totalidade. 

ClickPB

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