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BRASIL

Municípios recebem hoje (19) repasse de R$ 62,6 milhões

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Os Municípios recebem nesta segunda-feira, 19 de outubro, um repasse extra do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) no valor de R$ 62.680.636,34, já com desconto do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). O valor sem o desconto é de $ 78.350.795,43.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) explica que o recurso é decorrente da classificação por estimativa das receitas de Imposto de Renda (IR) e Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI).
A CNM esclarece também que este repasse ocorre separadamente porque a Receita Federal do Brasil (RFB) tem um programa de parcelamento de dívidas de vários impostos. Assim, quando a pessoa jurídica ou até mesmo a pessoa física efetua o pagamento da guia de pagamento do Programa de Recuperação Fiscal (Refis), a RFB classifica por estimativa a quantia de cada imposto que foi recolhida, separando o que é IR e IPI e efetua os repasses correspondentes ao FPM.
Conquista da CNM
Esse repasse extra é mais uma conquista da CNM. A entidade luta há tempos junto à Receita Federal, para que a classificação dos refinanciamentos dos tributos tenha uma regra mais clara e que os repasses possam ser agilizados.
Veja aqui a tabela com os valores por Município.

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BRASIL

Em 12 meses, preços da cesta básica sobem em todas as capitais pesquisadas pelo Dieese

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São Paulo – Em fevereiro, o preço médio da cesta básica diminuiu em 12 capitais e aumentou em outras cinco, segundo pesquisa do Dieese divulgada nesta sexta-feira (5). O resultado foi inverso do que se verificava há vários meses, quando o custo aumentava na maioria das cidades. No primeiro bimestre, a cesta aumenta em 12 e cai em cinco. Mas no acumulado em 12 meses a alta é generalizada, especialmente na região Sul.

Assim, em 12 meses, até fevereiro, o preço médio da cesta aumentou 29,74% em Florianópolis, 28,37% em Porto Alegre e 27,88% em Curitiba. No Rio de Janeiro, a alta foi de 24,58% e em São Paulo, de 23,03%. As menores elevações foram em capitais nordestinas: Recife (11,76%), Fortaleza (13,06%) e Natal (14,43%).

A cesta mais cara de fevereiro foi a de Florianópolis (R$ 639,81), seguida pelas de São Paulo (R$ 639,47) e Porto Alegre (R$ 632,67), Com base na primeira, o Dieese estimou em R$ 5.375,05 o salário mínimo necessário para as despesas básicas de uma família de quatro pessoas (dois adultos e duas crianças).O valor corresponde a 4,89 vezes o mínimo vigente (R$ 1.100), proporção um pouco menor que a de janeiro (5 vezes).

Cesta e salário mínimo

O tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica caiu para 110 horas e 22 minutos. E o trabalhador remunerado pelo salário mínimo comprometeu, na média, 54,23% do rendimento para comprar os alimentos básicos para uma pessoa adulta. No mês anterior, esse percentual foi de 54,93%.

O preço do café em pó subiu em 14 das 17 cidades. “Demanda firme e taxa de câmbio valorizada foram fatores de alta”, diz o instituto. Já o preço do açúcar aumentou em 13. “O Centro-Sul, maior produtor do país, vive período de entressafra. As usinas negociaram pequenos lotes para manter a oferta reduzida e o preço elevado. As exportações em alta também ajudam a pressionar os preços no mercado nacional”, comenta o Dieese.

Carne sobe, batata e soja caem

Enquanto o valor da carne bovina de primeira teve alta em 12 capitais, o da batata caiu em nove. “A colheita das safras das águas vem abastecendo o mercado e a elevada oferta fez cair os preços do tubérculo.”

Por sua vez, o valor médio do óleo de soja teve redução em 15, depois de meses de alta. “A colheita do grão elevou a oferta de soja. Além disso, a demanda foi menor devido à redução na renda das famílias por causa do fim do auxílio emergencial e dos altos patamares do valor médio nos meses anteriores.”

Fonte: Rede Brasil Atual

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BRASIL

‘Custo Bolsonaro, a conta não fecha’; assista à campanha #CustoBolsonaro

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Uma produção suprapartidária sacudiu as redes sociais nesta quinta-feira (4/3) ao discutir o #CustoBolsonaro.

“Bolsonaro custa as vidas dos brasileiros, custa a queda livre da economia nacional. Entenda as consequências de eleger uma pessoa sem experiência, sem projeto e sem palavra”, disse o ex-ministro Ciro Gomes (PDT).

 

A atriz Alice Braga escreveu no Twitter que estão queimando o Brasil. “E queimando o filme do Brasil. Com Bolsonaro a conta não fecha.”

 

Guilherme Boulos, líder do MTST e ex-candidato do PSOL à Prefeitura de SP, perguntou: “Quanto custa Bolsonaro ao Brasil?”

“O #CustoBolsonaro está quebrando o Brasil. Com esse presidente, a conta não fecha. Não dá mais”, registrou o PCdoB.

Assista ao vídeo da campanha:

 

Blog do Esmael

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