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PARAÍBA

Operação da PF contra pornografia infantil ocorre na Paraíba e mais 15 estados

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A Polícia Federal deflagrou na manhã desta terça-feira (22) a segunda fase da Operação Darknet, com o objetivo de combater rede de distribuição de pornografia infantil na chamada Deep Web. Além da Paraíba, outros 15 estados estão sendo alvo da operação.

De acordo com a Polícia Federal, cerca de 300 policiais federais cumprem 70 mandados de busca e apreensão e de prisão nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Maranhão, Pará e Amazonas.

A segunda fase da Operação Darknet investiga a participação de 67 pessoas na troca e na distribuição de fotos e vídeos com conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. Durante as investigações da Operação Darknet II, a Polícia Federal antecipou o cumprimento de 7 ordens judiciais para evitar o possível abuso sexual de crianças (Paraná, Distrito Federal e Rio de Janeiro).

Desde a primeira fase da Operação Darknet (2014), a Polícia Federal desenvolve metodologia de investigação e ferramentas para identificar usuários da Dark Web, considerado um meio seguro de divulgação de conteúdos variados de forma anônima. A arquitetura desse ambiente impossibilita a identificação do ponto de acesso (IP), ocultando o real usuário que acessa a rede. Poucas polícias no mundo obtiveram êxito em investigações na Dark Web, como o FBI, a Scotland Yard e a Polícia Federal Australiana.

Portal Correio

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PARAÍBA

Secretário diz que 20 de abril pode trazer reflexo do ‘feriadão de isolamento’ com queda de mortes e novos casos de Covid-19

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O secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, apontou que o dia 20 de abril deve ser o início da virada nos números de mortes e novos casos de Covid-19 na Paraíba, trazendo o reflexo do ‘feriadão de isolamento’, estabelecido na Semana Santa para frear o novo coronavírus. A declaração foi dada em entrevista ao programa Arapuan Verdade, nesta segunda-feira (5), conforme apurou o ClickPB.

“Nós estávamos em restrição sanitária desde o dia 23 de fevereiro, através do toque de recolher e algumas restrições, como o funcionamento dos bares e restaurantes e os reflexos dessas medidas foram observados nas últimas semanas. Ontem nós tivemos o percentual de ocupação de leitos no estado de 78%, que só havia ocorrido no dia 1º de março, com 77%. Então esse cenário já era esperado. Associada a essa paralisação durante 10 dias, com antecipação dos feriados, esses reflexos da paralisação de 10 dias nós teremos a partir do dia 20 de abril. Geralmente de 15 a 20 dias, após o distanciamento social, que nós observamos o número de casos novos confirmados caírem e o número de mortes também”, explicou o secretário.

Geraldo Medeiros declarou que, “em função disso, esse novo decreto contemplou uma abertura para os segmentos econômicos que se encontram sofridos e alguns eventos religiosos com ocupação de 30% dos locais. Além disso, aqueles bares e restaurantes ou igrejas que têm área externa tem essa margem de mais 20% de ocupação (total de 50%).”

Contudo, ele alertou que “temos que ter a convicção de que a pandemia não acabou e que vamos conviver com ela até o final do ano e que, se a população não se conscientizar do uso de máscara, do distanciamento social, evitando ocupar espaços com aglomerações, como a orla marítima, os bares e restaurantes, então nós teremos que tomar novas medidas e isso não desejamos porque leva a efeitos deletérios com os segmentos econômicos.”

Bandeiras do Novo Normal

Ainda segundo o secretário, “nós temos o pior cenário de toda extensão da pandemia em termos de emissão de bandeiras para os 223 municípios. 94% dos municípios em bandeira laranja e 6% em bandeira vermelha. Nenhum município em bandeira verde ou bandeira amarela. As três bandeiras amarelas que existiam na avaliação do Plano Novo Normal anterior migraram para a bandeira laranja. Então esse cenário é preocupante.”

Colapso e Manaus

Ele pontuou que quase houve “um colapso no estado. As ações do Governo do Estado com a abertura de 300 leitos no mês de março, uma média de 10 leitos a cada dia, foram essenciais no sentido de não termos aquele cenário de Manaus e de outros estados com o cidadão dentro de uma ambulância, sem encontrar um leito de UTI.”

Igrejas abertas

Em relação a reabertura das igrejas e templos, autorizada pelo ministro do STF, Kássio Nunes Marques, o secretário paraibano pontuou que “essas medidas devem ser determinadas por autoridades sanitárias. Essa é minha visão, de que todos os ambientes promovem a propagação do vírus. Os cultos e missas, mesmo com todas as regras sanitárias, são pontos de disseminação do coronavírus. As pessoas falam, cantam, gritam… E é tudo que o novo coronavírus quer para se propagar. Então eu acho essas decisões deveriam ser entregues às autoridades sanitárias porque só elas têm conhecimento técnico do que isso pode acarretar.”

Vacinação

Segundo o secretário de Saúde do Estado, “a Paraíba está alcançando um nível elogiável de percentual de paraibanos vacinados, o quarto lugar no Brasil, superando São Paulo. Queremos alcançar o primeiro lugar, vamos lutar para isso.”

Ele destacou a importância dos gestores municipais, secretários e agentes comunitários receberem e iniciarem a vacinação de forma rápida em seus municípios.

Por: Lucas Isídio

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PARAÍBA

Todos os municípios paraibanos estão avaliados com bandeira laranja ou vermelha pelo plano Novo Normal

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Todos os 223 municípios paraibanos estão classificados com bandeira vermelha ou laranja, de acordo com a  22ª avaliação do Plano Novo Normal, do Governo da Paraíba, que estará vigente a partir desta segunda-feira (5).

São 13 municípios em bandeira vermelha e 210 na bandeira laranja. Na avaliação anterior, que começou a valer em 22 de março, eram 15 municípios na bandeira vermelha, 205 na bandeira laranja e três na bandeira amarela. 

Os municípios na bandeira vermelha segundo a nova avaliação são: Capim, Cuité de Mamanguape, Emas, Fagundes, Igaracy, Prata, Santa Terezinha, São José do Bonfim, São Mamede, Sapé, Teixeira, Uiraúna e Vista Serrana. 

Nesse sábado (3), o Governo da Paraíba publicou, em edição suplementar do Diário Oficial do Estado, o decreto que irá regulamentar o funcionamento das atividades em todos os municípios do estado, de 5 a 18 de abril.

A partir da próxima segunda-feira, os bares, restaurantes, lanchonetes e lojas de conveniência poderão funcionar com atendimento nas suas dependências das 6h às 22h, com ocupação de 30% da capacidade do local, podendo chegar a 50% da capacidade com a utilização de áreas abertas. Os serviços de delivery e retirada de mercadoria pelo cliente podem ocorrer até às 23h30.

As missas, cultos e cerimônias religiosas presenciais poderão ocorrer, com ocupação de 30% da capacidade do local, podendo chegar a 50% da capacidade com a utilização de áreas abertas.

Os shoppings centers e centros comerciais deverão obedecer ao horário de funcionamento das 10h às 22h. As atividades da construção civil poderão ocorrer das 6h30 às 16h30. Os estabelecimentos do setor de serviços e o comércio poderão funcionar até dez horas contínuas por dia, sem aglomeração de pessoas nas suas dependências e observando todas as normas de distanciamento social e os protocolos específicos do setor.

Também poderão funcionar salões de beleza; academias; escolinhas de esporte; instalações de acolhimento de crianças, a exemplo de creches; hotéis; pousadas;  call centers; e indústrias observando todos os protocolos elaborados pela Secretaria Estadual de Saúde e pelas Secretarias Municipais de Saúde. Os terminais rodoviários, os transportes intermunicipais e a balsa que faz a travessia Cabedelo/Costinha retomarão suas atividades.

Já as aulas presenciais nas escolas das redes públicas estadual e municipais seguirão suspensas. As escolas e instituições privadas de níveis superior, médio, fundamental e infantil também deverão funcionar exclusivamente através do sistema remoto. 

Os estádios pertencentes ao Estado voltarão a funcionar apenas para os jogos de futebol profissional, sem público, observando os protocolos específicos para a área. As atividades presenciais nos órgãos e entidades vinculadas ao Poder Executivo Estadual ficarão suspensas no período de vigência do decreto, à exceção das Secretarias de Saúde, Segurança e Defesa Social, Administração Penitenciária, Desenvolvimento Humano, Fazenda, Secretaria de Comunicação, Cagepa, Fundac, Detran e Codata.

A Agência Estadual de Vigilância Sanitária (Agevisa) e os órgãos de vigilância sanitária municipais, as forças policiais estaduais, os Procons estadual e municipais e as guardas municipais ficarão responsáveis pela fiscalização do cumprimento das normas estabelecidas no decreto. O descumprimento sujeitará o estabelecimento à aplicação de multa e poderá implicar no fechamento em caso de reincidência, que pode compreender períodos de sete a 14 dias, e na aplicação de multas que podem chegar a R$ 50 mil.

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