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BRASIL

Os 100 nomes de bebês mais populares no Brasil em 2016

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São Paulo – Em 2016, Miguel e Alice foram os nomes mais usados pelos brasileiros para registrar seus filhos.  Em 2015, ambos já lideravam o ranking dos mais populares.

As informações fazem parte de uma pesquisa anual realizada desde 2009 pelo site BabyCenter. Na edição atual, foram analisados o cadastro de 163 mil novos bebês nascidos.

De acordo com a pesquisa, os fatores que influenciaram na escolha dos nomes foram reality shows de culinária, filmes e até telejornais.

Segundo o BabyCenter, os dois finalistas do programa de televisão MasterChef Júnior deram destaque para os nomes Lívia e Lorenzo, que subiram mais de cinco posições cada e entraram na lista dos dez mais populares do ranking.

Veja abaixo a lista completa com os 100 nomes mais comuns para meninas e meninos.

Posição Meninos Meninas
Miguel Alice
Arthur Sophia
Davi Laura
Bernardo Valentina
Heitor Helena
Gabriel Isabella
Pedro Manuela
Lorenzo Júlia
Lucas Luiza
10º Matheus Lívia
11º Enzo Giovanna
12º Theo Maria Luiza
13º Benjamin Heloísa
14º Rafael Maria Eduarda
15º Nicolas Maria Clara
16º Guilherme Lara
17º Gustavo Lorena
18º Samuel Beatriz
19º Henrique Mariana
20º Felipe Melissa
21º Murilo Cecília
22º Joaquim Ana Clara
23º João Pedro Ana Júlia
24º João Miguel Yasmin
25º Enzo Gabriel Maria Júlia
26º Daniel Isadora
27º Isaac Rafaela
28º Pietro Emanuelly
29º Pedro Henrique Ana Luiza
30º Lucca Esther
31º Eduardo Lavínia
32º Benício Sarah
33º Leonardo Isabelly
34º Vitor Elisa
35º João Lucas Eloah
36º Bryan Nicole
37º João Maria Alice
38º Cauã Gabriela
39º Davi Lucca Maria
40º Anthony Rebeca
41º Vicente Letícia
42º Vinícius Clara
43º Caio Marina
44º Antônio Isis
45º Davi Lucas Ana
46º Bento Alícia
47º João Gabriel Liz
48º João Vitor Antonella
49º Noah Maria Cecília
50º Francisco Agatha
51º Calebe Catarina
52º Gael Ana Laura
53º Emanuel Larissa
54º Ian Ana Beatriz
55º Luiz Miguel Maria Fernanda
56º Enrico Maitê
57º Thiago Luna
58º Augusto Olívia
59º Otávio Vitória
60º João Guilherme Bianca
61º Ryan Laís
62º Yuri Allana
63º Levi Maria Valentina
64º Vitor Hugo Emilly
65º Erick Ana Sophia
66º Bruno Clarice
67º Nathan Milena
68º Raul Pietra
69º Henry Fernanda
70º Davi Luiz Carolina
71º Luiz Felipe Amanda
72º Thomas Maria Vitória
73º Rodrigo Maria Helena
74º Davi Miguel Eduarda
75º André Malu
76º Fernando Maria Sophia
77º Alexandre Stella
78º Pedro Lucas Camila
79º Breno Maya
80º Arthur Miguel Gabrielly
81º Carlos Eduardo Mirella
82º Kaique Mariah
83º Yago Ana Lívia
84º Kauê Maria Flor
85º Luan Ayla
86º Igor Isabel
87º Luiz Henrique Sophie
88º Luiz Gustavo Giulia
89º Arthur Gabriel Luana
90º Mathias Bruna
91º Lucas Gabriel Ana Vitória
92º Pedro Miguel Joana
93º Arthur Henrique Maria Laura
94º Ruan Maria Isis
95º Tomás Louise
96º Danilo Pérola
97º Enzo Miguel Natália
98º Luiz Otávio Ana Cecília
99º Ricardo Aurora
100º Oliver Bárbara

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BRASIL

Bolsonaro transformou o Brasil em uma “câmara de gás a céu aberto”

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Brasil de Fato – “Nos tornamos uma câmara de gás a céu aberto”, diz um manifesto assinado por religiosos, artistas e intelectuais em referência ao papel do presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia de coronavírus.

“Assistimos horrorizados ao extermínio sistemático de nossa população, sobretudo dos pobres, quilombolas e indígenas”, diz o texto que tem como signatários o padre Júlio Lancellotti, coordenador da Pastoral do Povo de Rua, o teólogo Leonardo Boff, dom Mauro Morelli, bispo emérito de Duque de Caxias (RJ), além de artistas como Chico Buarque e Zélia Duncan.

O manifesto foi divulgado na noite de sábado (6) e afirma que a população está refém “do genocida Jair Bolsonaro, que ocupa a presidência do Brasil, junto a uma gangue de fanáticos movidos pela irracionalidade fascista”.

O texto foi divulgado no momento em que o país encerra a semana mais letal desde o início da pandemia de coronavírus. O país ultrapassou a triste marca de 260 mil mortes por coronavírus registrada desde o início da pandemia e registrou recordes de mortes registradas em 24h ao longo da semana.

A “carta aberta à humanidade” classifica como “intencional” o colapso do sistema de saúde no país.

Leia também: Mulheres repudiam ministra Damares em manifesto pelo 8 de Março

“O descaso com a vacinação e as medidas básicas de prevenção, o estímulo à aglomeração e à quebra do confinamento, aliados à total ausência de uma política sanitária, criam o ambiente ideal para novas mutações do vírus e colocam em risco toda a humanidade”, diz o texto.

Confira na íntegra o texto da carta

“Vivemos tempos sombrios, onde as piores pessoas perderam o medo e as melhores perderam a esperança.”
Hanna Arendt

O Brasil grita por socorro.

Brasileiras e brasileiros comprometidos com a vida estão reféns do genocida Jair Bolsonaro, que ocupa a presidência do Brasil, junto a uma gangue de fanáticos movidos pela irracionalidade fascista.

Esse homem sem humanidade nega a ciência, a vida, a proteção ao meio ambiente e a compaixão. O ódio ao outro é sua razão no exercício do poder.

O Brasil hoje sofre com o intencional colapso do sistema de saúde. O descaso com a vacinação e as medidas básicas de prevenção, o estímulo à aglomeração e à quebra do confinamento, aliados à total ausência de uma política sanitária, criam o ambiente ideal para novas mutações do vírus e colocam em risco toda a humanidade. Assistimos horrorizados ao extermínio sistemático de nossa população, sobretudo dos pobres, quilombolas e indígenas.

Nos tornamos uma “câmara de gás” a céu aberto.

O monstruoso governo genocida de Bolsonaro deixou de ser apenas uma ameaça para o Brasil para se tornar uma ameaça global.

Apelamos às instâncias nacionais – STF, OAB, Congresso Nacional, CNBB – e às Nações Unidas. Pedimos urgência ao Tribunal Penal Internacional (TPI) na condenação da política genocida desse governo que ameaça a civilização.

Vida acima de tudo!

 

Fonte: Rede Brasil Atual

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BRASIL

Hospitais começaram a lotar de jovens na pandemia após Ano Novo

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Na última semana, os leitos do Hospital Risoleta Tolentino Neves, em Belo Horizonte, voltaram a alcançar 100% de ocupação, com possibilidade e necessidade de expansão das enfermarias.

Quem torce pela melhora no cenário a curto prazo é o médico intensivista Claudio Lemos.

“A gente nota que há um perfil um pouco mais jovem. Pessoas abaixo dos 40, 50 anos, sem comorbidade. Ainda tem os idosos acima dos 75, só que o percentual, que antes era 80% (de ocupação por idosos), agora está em 60%. Estamos lotados; março vai ser um mês triste”, prevê.

 

(…)

VEJA TAMBÉM – VÍDEO: Colapso na saúde mostra que maioria de internados com covid são jovens

 

DCM

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