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SAÚDE

Para que serve o chá de quebra-pedra?

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O chá de quebra-pedra (Phyllantus) é um dos mais populares chás medicinais utilizados no nosso país. Os benefícios são voltados aos rins, sendo ótimo diurético e também famoso por eliminar cálculos renais, que são comumente chamados de “pedras nos rins”.

Essa planta costuma nascer nos espaços entre pedras, podendo ser encontrada facilmente em quintais ou até nos passeios das calçadas, entre fendas em muros, etc. Essa facilidade contribui para a popularidade do uso desse chá, que passa de geração à geração naturalmente.

O chá de quebra-pedra elimina mesmo os cálculos renais?

Os tratamentos com chás medicinais, embora muito usados pela população, nem sempre tem o aval da medicina tradicional, especialmente se não houver vários estudos que comprovem os benefícios esperados desse uso. O chá de quebra-pedra já foi aprovado por diversas pesquisas como sendo benéfico aos rins, por sua propriedade diurética, sendo aceito pela maioria dos médicos como ótimo coadjuvante nos tratamentos. Apesar disso, quanto ao fato de eliminar ou desmanchar cálculos renais, ainda não há um consenso por parte dos profissionais, sendo que alguns não admitem o tratamento de problemas renais com chás medicinais, enquanto outros, acreditam que o chá pode prevenir a formação desses cálculos, se administrado de forma correta, mas não acabar com eles.

Segundo esta ideia, o chá evita o agrupamento de cristais de cálcio que se unem para formar os cálculos renais, mas, quanto à desmanchar as “pedras” ou expeli-las, não existe comprovação científica e os nefrologistas costumam alertar para o risco desse tipo de tratamento, que pode aumentar a dor quando existe um cálculo obstruindo o canal que liga a bexiga aos rins. Beber líquidos, tanto água quanto chás em excesso, não garantirá que esse cálculo se mova, portanto, não é aconselhável.

O uso de diuréticos em excesso faz com que se percam muitos minerais importantes ao bom funcionamento de nosso organismo, por isso, o costume de beber esse tipo de chá em lugar de água, preparando uma jarra e bebendo-a toda durante o dia, não é uma boa ideia! A falta de alguns elementos, como o potássio, acarretam muitos problemas sérios de saúde, por isso, embora o consumo de chás diuréticos seja benéfico, deve-se respeitar a dosagem, como qualquer medicamento. A indicação é de quatro xícaras de chá ao dia, no máximo!

Deve-se preparar uma infusão, fervendo-se uma xícara de água e acrescentando à ela uma colher de sobremesa do chá. Deixa-se a xícara tampada por alguns minutos e depois de morno, coa-se.

Esse chá também tem outras indicações e, segundo registros, já era usado por indígenas para algumas delas

Tratamento natural

Tratamento natural | Imagem: Reprodução

  • Infecções urinárias;
  • Edema nefrítico;
  • Antibacteriano;
  • Câncer;
  • Conjuntivite;
  • Antialérgico;
  • Diabetes;
  • Purificante do fígado;
  • Diarreias;
  • Tratamento de aftas;
  • Infecções de garganta;
  • Anti-inflamatória.

Remédio Caseiro

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SAÚDE

Quatro sinais de deficiência em vitamina D

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Fique atento.

A vitamina D, ou a vitamina ‘do sol’, é essencial para o bom funcionamento do corpo. Esta vitamina é obtida principalmente através da exposição ao sol, embora os suplementos dietéticos e certos alimentos também possam ser fontes do nutriente.

Assim, deve ficar atento a estes quatro sinais de deficiência em vitamina D:

    1. A vitamina D desempenha um papel na função imunológica. Um dos sintomas mais comuns da sua deficiência é um risco maior de doenças ou infecções.

    2. A fadiga e o cansaço excessivos podem ser um sinal de deficiência de vitamina D. Tomar suplementos pode ajudar a melhorar os níveis de energia.

    3. Níveis baixos de vitamina D no sangue podem ser uma causa ou um fator contribuinte para dores nos ossos e na região lombar.

    4. A depressão está associada a baixos níveis de vitamina D e alguns estudos descobriram que a suplementação melhora o humor.
  1.  
      POR NMBR

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SAÚDE

Infectologistas recomendam suspensão de bebida alcoólica 14 dias antes da vacinação

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O consumo de álcool e a vacina não combinam. Com a campanha de imunização contra a Covid-19 em andamento, os especialistas alertam para alguns cuidados que devem ser tomados antes e depois de receber a dose para não interferir na resposta imune contra o vírus. O consumo de bebidas alcoólicas precisa ser evitado para garantir a eficácia do imunizante.

O médico infectologista e diretor do Hospital Clementino Fraga, em João Pessoa, Fernando Chagas, explicou que a bebida alcoólica não é recomendável para quem vai se vacinar contra a Covid-19.

O médico explicou que o álcool atrapalha a ação do linfócito T, uma célula muito importante na ação contra o coronavírus. “É importante dar uma pausa de pelo menos 14 dias antes da vacina e até quatro semanas depois da segunda dose”, explica o infectologista.

Conforme observou Fernando Chagas  o álcool também reflete na diminuição da imunidade e na redução da criação de anticorpos, deixando o paciente exposto, mesmo vacinado. Ele esclarece quais são as recomendações para alguns outros grupos.

De acordo com Fernando Chagas, a quimioterapia atrapalha muito a imunidade do paciente, dependendo do tipo de medicamento e do tempo de tratamento. Quando estiver perto do período de vacinação, o médico sugere uma visita ao oncologista para tratar sobre a liberação para receber a primeira dose.

Uma pesquisa divulgada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia do Conselho Filipino para Pesquisa e Desenvolvimento em Saúde, aponta que beber demais pode afetar a resposta do corpo e diminuir a eficácia das vacinas contra a covid-19 no indivíduo.
Além da diminuição do grau de eficácia, o consumo de álcool também pode tornar a duração da imunidade menor, o que pode fazer com que sejam necessárias doses de reforço após as duas primeiras.

Desde que as primeiras doses começaram a ser aplicadas no Brasil, existe uma ansiedade em torno da possibilidade da retomada do “antigo normal”. Mas, apesar dos imunizantes serem importantes aliados na luta contra a pandemia, os cuidados individuais também são indispensáveis.

Segundo os infectologistas, o sistema demora pelo menos 14 dias depois da vacina para começar a produzir anticorpos, e a pessoa só fica protegida de fato depois da segunda dose caso o imunizante não seja de dose única.

PB Agora

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