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POLÍTICA

Paraíba tem 2 deputados federais entre os mais ricos do país; fortuna somada passa de R$ 11 milhões

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em

Levantamento feito pelo portal Terra com base nos dados declarados pelos deputados federais eleitos ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), demonstra que a Paraíba tem dois deputados entre os 30 mais ricos do país. Mesmo com uma fortuna que poucos terão a chance de conquistar, os paraibanos, estão longe das primeiras posições do rancking, ocupadas pelos deputados Edmar Arruda (PSC-PR) com um patrimônio declarado de R$ 21.573.936,04 e Magda Mofatto (PR-GO) com R$ 20.972.443,86 em bens.

Na Paraíba, Aguinaldo Ribeiro (PP) aparece na vigésima primeira posição, com um patrimônio declarado de R$ 5.890.360,73, enquanto o deputado Wilson Filho (PTB) aparece em vigésimo quinto, com patrimônio de R$ 5.611.270,23.

Confira a lista completa:

1 – Edmar Arruda (PSC-PR)

Edmar Arruda (PSC-PR)

Reprodução / Wikipedia
Reprodução / Wikipedia
Patrimônio total declarado: R$ 21.573.936,04

Entre os bens estão um apartamento no valor de R$ 160 mil e participação societária acima de R$ 7 milhões em uma empresa

2
Magda Mofatto (PR-GO)
Magda Mofatto (PR-GO)

Reprodução / Assembleia Legislativa do estado de Goiás
Reprodução / Assembleia Legislativa do estado de Goiás
Patrimônio total declarado: R$ 20.972.443,86

Entre os bens declarados estão um terreno de mais de R$ 1 milhão e contribuição em uma empresa de turismo acima de R$ 7 milhões

3
Afonso Motta (PDT-RS)
Afonso Motta (PDT-RS)

Reprodução / Facebook
Reprodução / Facebook
Patrimônio total declarado: R$ 19.035.011,69

Entre os bens declarados estão aplicações no valor de R$ 10 milhões e quatro veículos que totalizam R$ 300 mil

4
Felipe Maia (DEM-RN)
Felipe Maia (DEM-RN)

Reprodução / Facebook
Reprodução / Facebook
Patrimônio total declarado: R$ 15.488.385,08

Entre os bens declarados, tem mais de R$ 500 mil em espécie (moeda nacional), além de participação no capital social da Hyndra Investimentos Imobiliários Ltda. no valor de R$ 82.130,00

5
Sergio Zveiter (PSD-RJ)
Sergio Zveiter (PSD-RJ)

Reprodução / Wikipedia
Reprodução / Wikipedia
Patrimônio total declarado: R$ 14.957.047,28

Entre os bens declarados estão uma embarcação usada no valor de R$ 4.618.617 e um apartamento em Niterói no valor de R$ 2.222.334,75

6
Jorge Côrte Real (PTB-PE)
Jorge Côrte Real (PTB-PE)

Reprodução / Wikipédia
Reprodução / Wikipédia
Patrimônio total declarado: R$ 14.449.563,79

Entre os bens declarados está uma letra de crédito hipotecária da Caixa Econômica Federal no valor de R$ 3.754.000,00, além de cotas de capital de uma firma no valor de R$ 120 mil

7
Marinaldo Rosendo (PSB-PE)
Marinaldo Rosendo (PSB-PE)

Reprodução / Facebook
Reprodução / Facebook
Patrimônio total declarado: R$ 13.026.174,80

Entre os bens declarados está uma empresa distribuidora de bebidas no valor de R$ 2.475.000,00 e uma empresa de rádio de R$ 208.000,00

8
Dilceu Sperafico (PP-PR)
Dilceu Sperafico (PP-PR)

Reprodução / Facebook
Reprodução / Facebook
Patrimônio total declarado: R$ 12.246.244,09

Entre os bens declarados há um apartamento em Itapema (SC) no valor de R$370.000,00 e um imóvel rural em Amambai (MS) no valor de R$ 1.088.150,62

9
Felipe Carreras (PSB-PE)
Felipe Carreras (PSB-PE)

Reprodução / Facebook
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Patrimônio total declarado: R$ 11.707.580,13

Entre os bens declarados, há duas salas comerciais no valor de R$ 634.791,25, além de cinco relógios da marca Rolex, um Hublot, um Audemars Piguet, um Rolex Nelgalus, um Submarinner e um Patek Philippe no valor de R$ 175.000,00

10
Leopoldo Meyer (PSB-PR)
Leopoldo Meyer (PSB-PR)

Reprodução / Facebook
Reprodução / Facebook
Patrimônio total declarado: R$ 11.009.212,61

Entre os bens declarados, o deputado tem saldo em fundos de investimentos do HSBC no valor de R$ 3.010.501,50, além de saldo em letra de crédito imobiliário da Caixa Econômica Federal de R$ 5.656.000,00

11
Carlos Gaguim (PMDB-TO)
Carlos Gaguim (PMDB-TO)

Reprodução / Wikipédia
Reprodução / Wikipédia
Patrimônio total declarado: R$ 10.346.563,22

Entre os bens declarados estão um apartamento em um apart-hotel no valor de R$ 300 mil e uma casa de R$ 4.000.000,00

12
Bonifácio Andrara (PSDB-MG)
Bonifácio Andrara (PSDB-MG)

Reprodução / Facebook
Reprodução / Facebook
Patrimônio total declarado: R$ 9.048.176,68

Entre os bens do deputado estão um apartamento de de R$ 1.450.000,00, além de participação societária em empresa no valor de R$ 1.200.000,00

13
Izalci (PSDB-DF)
Izalci (PSDB-DF)

Reprodução / Facebook
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Patrimônio total declarado: R$ 8.903.714,51

Entre as declarações do deputado estão reformas em um sítio no valor de R$ 1.643.425,25 e em uma chácara, na qual teria gasto R$ 1.201.770,00

14
Celso Maldaner (PMDB-SC)
Celso Maldaner (PMDB-SC)

Reprodução / Facebook
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Patrimônio total declarado: R$ 8.316.425,28

Entre os bens declarados estão uma empresa de pneus, que vale R$ 6.667.241,00, e um carro no valor de R$ 180.000,00

15
Luiz Carlos Heinze (PP-RS)
Luiz Carlos Heinze (PP-RS)

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Patrimônio total declarado: R$ 7.813.656,75
16
Cesar Souza (PSD-SC)
Cesar Souza (PSD-SC)

Reprodução
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Patrimônio total declarado: R$ 7.340.459,92
17
Leonardo Picciani (PMDB-RJ)
Leonardo Picciani (PMDB-RJ)

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Patrimônio total declarado: R$ 7.259.014,81
18
Jorge Boeira (PP-SC)
Jorge Boeira (PP-SC)

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Patrimônio total declarado: R$ 5.937.214,98
19
Arolde de Oliveira (PSD-RJ)
Arolde de Oliveira (PSD-RJ)

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Patrimônio total declarado: R$ 5.933.267,70
20
Jovair Arantes (PTB-GO)
Jovair Arantes (PTB-GO)

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Patrimônio total declarado: R$ 5.898.908,01
21
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)
Aguinaldo Ribeiro (PP-PB)

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Patrimônio total declarado: R$ 5.890.360,73
22
Irajá Abreu (PSD-TO)
Irajá Abreu (PSD-TO)

Reprodução / Facebook
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Patrimônio total declarado: R$ 5.750.552,90
23
Adilton Sachetti (PSB-MT)
Adilton Sachetti (PSB-MT)

Reprodução / Facebook
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Patrimônio total declarado: R$ 5.687.705,96
24
Gonzaga Patriota (PSB-PE)
Gonzaga Patriota (PSB-PE)

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Patrimônio total declarado: R$ 5.641.880,68
25
Wilson Filho (PTB-PB)
Wilson Filho (PTB-PB)

Reprodução / Facebook
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Patrimônio total declarado: R$ 5.611.270,23
26
Elcione (PMDB-PA)
Elcione (PMDB-PA)

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Reprodução / Facebook
Patrimônio total declarado: R$ 5.173.997,99
27
Heraclito (PSB-PI)
Heraclito (PSB-PI)

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Patrimônio total declarado: R$ 5.161.172,12
28
Fabio Faria (PSD-RN)
Fabio Faria (PSD-RN)

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Patrimônio total declarado: R$ 5.064.671,50
29
César Messias (PSB-AC)
César Messias (PSB-AC)

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Patrimônio total declarado: R$ 4.425.700,00
30
André Figueiredo (PDT-CE)
André Figueiredo (PDT-CE)

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Patrimônio total declarado: R$ 4.344.667,78

Da redação

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POLÍTICA

Bolsonaro se preocupa com migração de empresários, católicos e evangélicos para Lula

Publicado

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O presidente Jair Bolsonaro (Sem Partido) está preocupado com o avanço do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre empresários, católicos e, sobretudo, evangélicos. Lula tem feito conversas informais com estes setores desde antes do STF (Supremo Tribunal Federal) tê-lo tornado elegível para 2022.

Por conta disto, Bolsonaro foi aconselhado a se antecipar na articulação à reeleição para evitar que o petista avance sobre grupos de eleitores que apoiaram a sua eleição em 2018.

Deputados e senadores governistas têm alertado Bolsonaro desde o início deste mês sobre a necessidade de ele fazer uma contraofensiva.

Um dos nomes que está em disputa, segundo assessores de Bolsonaro, é Josué Alencar, da Coteminas. Lula já sinalizou a integrantes do centrão o interesse em ter como candidato a vice o filho do seu vice-presidente José Alencar e empresário filiado ao PL, partido da base aliada de Bolsonaro.

O agravamento da pandemia e a escalada da crise política com a instalação da CPI da Covid jogam contra Bolsonaro e pode levar parcela desses setores conservadores a migrar para candidaturas oposicionistas.

Pesquisa PoderData, do site Poder360, sobre a corrida presidencial de 2022, divulgada nesta quarta-feira (14), mostra que o ex-presidente Lula disparou nas intenções de voto em um eventual segundo turno contra Jair Bolsonaro e venceria o atual presidente com ampla vantagem.

No levantamento feito pelo PoderData em 17 de março, Lula tinha 41% das intenções de voto, contra 36% de Bolsonaro. Na nova pesquisa, o petista soma 52%, enquanto o titular do Planalto apresenta queda, marcando 34% das intenções de voto.

Com informações da Folha

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POLÍTICA

Golpe contra Dilma completa cinco anos, marcados pela destruição da economia, das instituições e da imagem do Brasil

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No dia 17 de abril de 2016, há exatos cinco anos, o Brasil provocou perplexidade internacional, ao revelar ao mundo que uma sessão da Câmara dos Deputados seria capaz iniciar um processo de impeachment contra uma presidente honesta, Dilma Rousseff, com votos de parlamentares corruptos, como Eduardo Cunha, e exaltadores da tortura, como Jair Bolsonaro. Naquele dia, foi realizada a sessão mais infame da história da Câmara dos Deputados, a partir de uma farsa: a tese das “pedaladas fiscais” criada pelo PSDB para retornar ao poder após quatro derrotas eleitorais.

Naquela sessão, parlamentares corruptos se uniram para derrubar um governo progressista e instalar no poder uma aliança entre a velha política representada por Michel Temer e o neoliberalismo do PSDB e do DEM. Graças a essa farsa histórica, apoiada pelos veículos de comunicação da imprensa corporativa, teve início um processo de destruição da economia nacional, das instituições republicanas e da imagem internacional do Brasil. Após a queda de Dilma, acelerou-se a retirada de direitos trabalhistas, a entrega do pré-sal e o fim da soberania nacional. Os governos seguintes, do traidor Michel Temer e do neofascista Jair Bolsonaro, praticamente eliminaram a influência geopolítica do Brasil, que passou a atuar como satélite dos Estados Unidos.

Na economia, a prometida “volta da confiança” jamais se materializou. O mercado de consumo interno do Brasil se tornou cada vez mais anêmico e o país se tornou ainda mais dependente do agronegócio. No campo dos direitos humanos, houve imenso retrocesso, assim como na educação, na cultura, na ciência e tecnologia e no combate à corrupção. Além disso, com o esquartejamento da Petrobrás e a privatização de ativos estatais, a concentração de riqueza se tornou ainda maior no Brasil. Para completar a destruição, o Brasil voltou ao mapa da fome, do qual havia sido retirado na gestão de Dilma Rousseff.

 

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