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POLÍTICA

Pesquisa mostra gastos dos senadores com gabinetes. Na PB Lira é o mais econômico

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Apesar de o Brasil enfrentar uma grave recessão, alguns senadores dobraram os gastos de seus gabinetes em Brasília com combustível, viagens, alimentação e Correios entre 2014 e 2016. Levantamento feito pela Casa a pedido da Folha revela um salto de R$ 2,4 milhões, em 2014 (em valores atuais), para R$ 4,8 milhões, em 2016.

Com a rubrica “gastos extras”, o Senado custeia o consumo em Brasília de combustível, material de limpeza, papelaria, alimentação, Correios e as viagens oficiais, autorizadas pela Casa. A forma de conduzir as contas de gabinete segundo a Folha varia enormemente no Senado.

Ciro Nogueira (PP-PI), por exemplo, é um dos mais dispendiosos. Seu gabinete custou aos cofres públicos, em 2016, R$ 560 mil, mais o salário de R$ 34 mil e auxílios como o de moradia de R$ 5.500 mensais. Em cota parlamentar, Nogueira gastou R$ 360 mil –em um ano, um senador do Piauí tem direito a R$ 466 mil.

Na Paraíba, segundo dados do Senado, o senador Raimundo Lira (PMDB-PB), segundo o levantamento, foi o parlamentar paraibano que menos gastos gerou ao Senado Federal. Em segundo lugar, o que menos gastou foi o Senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), ficando em terceiro lugar, entre os que menos gastaram, o Senador José Maranhão (PMDB-PB).

O Senador Raimundo Lira é o que menos gastou as cotas parlamentares em 2016. Foram R$ 158.600,00 no ano, o que dá uma média de R$ 13.216,66 mensais. Os dados completos podem ser acessados no link: http://www6g.senado.leg.br/transparencia/sen/2207/?ano=2016.

O segundo que menos gastou foi o Senador Cássio Cunha Lima, com gastos de R$ 170.235,68, nos nove meses de sua atuação neste ano de 2016, gerando uma despesa mensal de R$ 18.915,07. O balanço completo pode ser visto no link: http://www6g.senado.leg.br/transparencia/sen/5197/?ano=2016.

Já o Senador José Maranhão foi o terceiro parlamentar que menos gastou recursos públicos, apresentando uma despesa de R$ 231.472,05, sendo R$ 19.289,33 mil por mês. Confira os dados completos no link: http://www6g.senado.leg.br/transparencia/sen/3361/?ano=2016.

Enquanto isso, o Senador Deca foi, proporcionalmente, o que mais onerou os cofres públicos. Dos R$ 126.913,61 gastos em três meses de atuação, gerou despesas de R$ 42.304,53 mensais, o valor máximo da cota. Confira no link: http://www6g.senado.leg.br/transparencia/sen/5199/?ano=2016.

Redação com Folha

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POLÍTICA

Ibope em Belém: Edmilson, do Psol, abre vantagem sobre bolsonarista

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São Paulo – Pesquisa Ibope divulgada no início da noite deste sábado mostra o ex-prefeito de Belém e candidato do Psol na cidade, Edmilson Rodrigues, abrindo uma vantagem de 18% em relação a seu adversário, Delegado Eguchi (Patriota), em termos de votos válidos. Ele tem 58% contra 42% do postulante bolsonarista.

Em comparação com a sondagem anterior, divulgada no dia 21, Edmilson foi de 52% para 58%, e Eguchi passou de 48% para 42%. Em votos totais, o candidato do Psol tem agora 51% contra 37% do adversário do Patriota. Votos em branco e nulos totalizam 10%.

O Ibope ouviu 602 eleitores em Belém, entre os dias 26 e 28 de novembro, e o nível de confiança estimado é de 95%. A margem de erro estimada é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos.

Como destaca matéria do Brasil de Fato, os últimos levantamentos divulgados mostravam uma disputa acirrada pela prefeitura de Belém até agora. Na última pesquisa da TV Liberal, afiliada da TV Globo, Edmilson Rodrigues aparecia com 45% das intenções de voto contra 43% do Delegado Eguchi. Na sondagem do RealTime Big Data divulgada no Portal R7, na quinta-feira (26), o psolista tinha 44% e o candidato do Patriota, 42%.

Esquerda e Bolsonaro em Belém

Edmilson começou sua carreira como deputado estadual pelo PT, eleito em 1986 e reeleito em 1990. Em 1996, foi eleito prefeito de Belém e conseguiu um novo mandato em 2000. Foi para o PSOL em 2005 e se elegeu deputado estadual em 2010 e deputado federal em 2014 e 2018. Ele concorre com uma aliança que envolve PT, PDT, PCdoB, PCB, UP e Rede. No segundo turno, ganhou apoio também do candidato do PSB, Cássio Andrade.

Já o Delegado Eguchi se notabilizou por participar da operação Lava Jato no Pará, concorrendo a deputado federal em 2018, pelo PSL, e não se elegendo. Foi a grande surpresa no primeiro turno, já que as pesquisas indicavam a passagem de José Priante (MDB), do grupo da família Barbalho. Conta com o apoio explícito do presidente Jair Bolsonaro.

RBA

 

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POLÍTICA

Estudo: principais disseminadores de fake news são deputados e blogueiros bolsonaristas

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Monitoramento da DAPP/FGV no Twitter mostrou que os principais impulsionadores de notícias falsas no Twitter sobre fraude eleitoral foram o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e bolsonaristas que são alvos de inquéritos que investigam disseminação de fake news.  A informação foi revelada pela coluna Painel, da Folha de São Paulo. A pesquisa foi feita entre os dias 15 e 26 de novembro.

O levantamento da Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas revela que o blogueiro bolsonarista Oswaldo Eustáquio, que foi preso duas vezes por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), lidera a lista. Isso porque Eustáquio está proibido de usar as redes. Além de fraudes eleitorais, ele disseminou fake news sobre o candidato do PSOL à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, que chegaram a ser citadas por Celso Russomanno (Republicanos) em debate no primeiro turno promovido pela Folha de São Paulo.

Outros parlamentares que aparecem na lista são os filhos de Bolsonaro e Carla Zambelli (SP), Bia Kicis (DF), Filipe Barros (PR) e Daniel Silveira (RJ).

Revista Fórum

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