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BRASIL

PF apreende Ferrari, Porsche e Lamborghini na casa de Collor

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A Polícia Federal (PF) apreendeu nesta terça-feira (14), por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF), três veículos de luxo na residência de Brasília do ex-presidente e senador Fernando Collor de Mello (PTB): uma Ferrari, um Porsche e uma Lamborghini.

Os agentes federais cumpriram nesta manhã mandado de busca e apreensão nas casas de Collor na capital federal e em Maceió na mais recente fase da Operação Lava Jato, batizada de Politeia. Ao todo, o STF expediu 53 mandados de busca e apreensão, que fazem parte de seis inquéritos que investigam políticos com foro privilegiado dentro da Operação Lava Jato.

A Ferrari apreendida na Casa da Dinda, propriedade de Collor que foi usada como residência oficial da Presidência na época em que ele comandou o Palácio do Planalto, é o modelo 458 Italia, cuja edição 2015 custa R$ 1,95 milhão.

Já a Lamborguini apreendida é o modelo Aventador LP 700-4 Roadster, avaliado em R$ 3,9 milhões para o ano 2014.

Além das casas de Collor em Brasília e em Maceió, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas residências do senador Ciro Nogueira (PP-PI) e do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE), em Brasília, na do ex-ministro e ex-deputado Mário Negromonte (PP-BA), na Bahia, e na do ex-ministro e senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE).

A defesa de Collor usou as redes sociais para se manifestar sobre a busca e apreensão em suas residências. No Twitter e no Facebook, os advogados do senador do PTB disseram repudiar com “veemência” a ida dos policiais federais a residência dele.

“A medida invasiva e arbitrária é flagrantemente desnecessária, considerando que os fatos investigados datam de pelo menos mais de dois anos, a investigação já é conhecida desde o final do ano passado, e o ex-presidente jamais foi sequer chamado a prestar esclarecimentos”, diz trecho da nota.

G1

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País atinge pior índice de desemprego da história, demonstra IBGE

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O Brasil encerrou 2020 com a pior média de desemprego da história. Ainda viu outros indicadores baterem recordes negativos, como o desalento, a população ocupada e os subutilizados. Os dados do emprego no país superam até os anos isolados da mais longa recessão econômica, que durou entre 2014-16.

Segundo dados do IBGE, o desemprego médio atingiu 13,4 milhões de pessoas em 2020, ano do início da pandemia da Covid-19. A taxa de desocupação ficou em 13,5%. O percentual é o maior em toda a série histórica da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), iniciada em 2012. (…)

O número é até superior ao do pior momento do trabalho no Brasil até então, em 2017, que pegou reflexos da recessão dos anos anteriores. Naquele ano, a taxa de desocupação havia sido recorde, de 12,7%, com 13,1 milhões de brasileiros em média desempregados (…)

Foi a mais longa entre as nove recessões datadas a partir de 1980 pelo comitê, superando as de 1989-1992 (30 meses) e 1981-1983 (28 meses). A décima começou no primeiro trimestre de 2020 e ainda não teve a data final fixada. (…)

Da Folha de S. Paulo:

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Ocupação de UTIs atinge pior cenário da pandemia e 17 capitais têm alerta crítico, diz Fiocruz

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Os leitos de terapia intensiva em hospitais de todo o país atingiram esta semana o maior nível de ocupação desde o início da pandemia como resultado do aumento da transmissão do coronavírus no Brasil, e 17 capitais estão com a capacidade de atendimento da rede pública em situação crítica, afirmou nesta sexta-feira a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

A Fiocruz informou, em seu Boletim Observatório Covid-19, que nesta semana houve uma “clara piora” do quadro geral do país referente às taxas de ocupação de leitos de UTI do Sistema Único de País (SUS) para casos de coronavírus em comparação com o início de fevereiro, “o que se configura no pior cenário já observado no país”, segundo a fundação.

Dezessete capitais estão com ocupação de pelo menos 80% de leitos de UTI para pacientes adultos de Covid, sendo os casos mais graves em Porto Velho (100%), Florianópolis (96,2%), Manaus (94,6%), Fortaleza (94,4%) e Goiânia (94,4%). As capitais concentram a imensa maioria dos leitos de terapia intensiva do país e recebem os casos graves das cidades menores que não possuem oferta de leitos.

Segundo a Fiocruz, 12 Estados e o Distrito Federal estão na zona crítica em relação à disponibilidade de leitos de UTI, quando a ocupação está em pelo menos 80%, e 13 estão com ocupação entre 60% e 80%.

“No que se relaciona ao sistema de saúde, um dos indicadores revela uma clara piora do quadro geral do país. As taxas de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos revelam o pior cenário já observado, inclusive pela sua dispersão no país”, disse a Fiocruz.

Assim como na rede SUS, diversos hospitais privados também têm registrado superlotação nas últimas semanas, à medida que o Brasil lida com uma doença fora de controle e disseminação de uma nova variante mais transmissível, no pior momento da pandemia.

O documento da Fiocruz aponta que o Brasil apresentou ma média diária de 46 mil casos novos de Covid em fevereiro, um valor que fica acima do verificado em meados do ano passado no pico anterior da doença, e média de 1.020 óbitos por dia ao longo das primeiras semanas do mês.

“A gravidade deste cenário não pode ser naturalizada e nem tratada como um novo normal. Mais do que nunca urge combinar

medidas amplas e envolvendo todos os setores da sociedade e integradas nos diferentes níveis de governo”, disse a Fiocruz.

Terra

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