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BRASIL

Polícia Federal deflagra 41ª fase da Operação Lava Jato

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Foram expedidos 13 mandados judiciais. São oito de busca e apreensão, um de prisão preventiva, um de prisão temporária e três mandados de condução coercitiva. As prisões foram cumpridas no Rio de Janeiro. As ações são realizadas em quatro endereços em São Conrado e na Barra da Tijuca. A ação também é realizada em São Paulo e no Distrito Federal.

A operação investiga complexas operações financeiras realizadas a partir da aquisição pela Petrobras de direitos de exploração de petróleo em Benin, na África e que tinham como objetivo disponibilizar recursos para o pagamento de vantagens indevidas ao ex-gerente de negócios internacionais da empresa.

Entre os alvos da ação estão os lobistas ligados ao PMDB, Jorge Luz e Bruno Luz, pai e filho, que operavam para a sigla dentro da estatal. Outro alvo é Álvaro Gualberto Teixeira de Mello, que é alvo de condução coercitiva.

A ação da PF desta sexta-feira (26) foi batizada de Operação Poço Seco.

O nome da nova fase faz referência aos resultados negativos do investimento realizado pela estatal na aquisição de direitos de exploração dos poços de petróleo em Benin.

Os investigados desta nova fase deverão responder por prática de crimes de corrupção, fraude em licitações, evasão de divisas, lavagem de dinheiro, entre outros.

40ª fase

A última fase deflagrada, a Operação Asfixia, cumpriu mandados em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais.

A Operação Asfixia teve como alvo principal a investigação de empresas e seus respectivos sócios na operacionalização de esquema de repasses ilegais de empreiteiras à funcionários da Petrobras para obtenção de contratos.

São alvos as cidades de Belo Horizonte (MG), São Paulo capital, e Niterói e Duque de Caxias (RJ).

O nome “Asfixia” é referência a tentativa de cessar as fraudes e desvio de recursos públicos em áreas da Petrobras destinas à produção, distribuição e comercialização de gás combustível.

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Conselho Federal de Medicina agora diz que é contra o kit Covid-19 de Bolsonaro

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O vice-presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Donizette Giamberardino Filho, afirmou que a entidade não endossa mais medicamento algum para tratamento da doença do novo coronavírus. “O Conselho Federal de Medicina não recomenda e não aprova tratamento precoce e não aprova também nenhum tratamento do tipo protocolos populacionais [contra a Covid-19]”, afirmou o vice-presidente do CFM aos senadores, durante audiência pública da Comissão Temporária da Covid-19 do Senado nessa segunda-feira (19). 

O CFM impulsionou ao longo de 2020 as recomendações para o “kit covid” ou “kit bolsonaro”. A Associação Médica Brasileira (AMB) confrontou o Conselho em março e alertou que os medicamentos do chamado “kit Covid”, como a hidroxicloroquina e a ivermectina, devem ser “banidos” do tratamento da Covid-19.

De acordo com o vice-presidente do CFM, o Conselho havia autorizado a prescrição fora da bula [off label] em situações individuais e com autonomia das duas partes, “firmando consentimento esclarecido [médico] e informado [paciente]”. “Esse parecer não é habeas corpus para ninguém. O médico que, tendo evidências de previsibilidade, prescrever medicamentos off label e isso vier a trazer malefícios porque essa prescrição foi inadequada, seja em dose ou em tempo de uso, pode responder por isso”, continuou, para amenizar a mudança de postura da entidade.

Medicamentos do kit covid não têm eficácia comprovada cientificamente e já foi recomendado em várias ocasiões tanto por Bolsonaro como por seus aliados. Em janeiro, por exemplo, usuários do Twitter criaram perfis fictícios para acessar o aplicativo do ministério da Saúde, então comandado pelo general Eduardo Pazuello, e constataram que a plataforma receitava a cloroquina contra a Covid-19. Pessoas nem sabiam se estavam com a doença receberam como sugestão o uso do remédio, que valeu até para recém-nascido.

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BRASIL

Morre de Covid-19 enfermeiro que divulgava fake news sobre vacinas e defendia suposto “tratamento precoce”

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Morreu neste domingo (18), em decorrência da Covid-19, o enfermeiro Anthony Ferrari. O óbito foi confirmado pela Secretaria Municipal de Comunicação de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro. Ele faleceu no Hospital São José, montado para atender pacientes com Covid-19.

Ferrari ficou conhecido nas redes sociais por propagar informações falsas sobre as vacinas contra Covid-19, afirmando, por exemplo, que o imunizante poderia causar Alzheimer. No fim de 2020, o enfermeiro chegou a dizer que um médico voluntário no ensaio clínico da vacina de Oxford teria sido “vítima da vacina”, o que não é verdade.

O profissional também tinha o hábito de recomendar e divulgar o suposto “tratamento precoce” contra a doença, como o uso da Ivermectina. Ele alegava que países como Etiópia e Austrália têm poucos casos de coronacvírus porque distribuem o medicamento de forma massiva. A informação não procede.

Até o fechamento desta reportagem, a família de Ferraria não havia se pronunciado sobre o falecimento.

Brasil 247

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