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POLÍTICA

Políticos com pouca roupa fazem sucesso na rede e deputado estadual paraibano integra a lista

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Em tempos de predomínio absoluto das redes sociais na vida dos brasileiros, o apelo sensual do perfil “@politicosbrasileiros”, criado em setembro de 2015 no Instagram, chama a atenção ao trazer 70 imagens de momentos íntimos de nomes ligados à administração pública.  Mais de 750 pessoas seguem a página. Um deputado estadual paraibano integra a lista. Trata-se de Bruno Cunha Lima   (PSDB-PB).

A escolha das figuras públicas não segue critérios, e para começar, o vice-presidente da República, Michel Temer, foi o eleito para estrear o canal. O ex-presidente Lula também entrou no barco, e seguiu acompanhado de Jaques Wagner (atual ministro da Defesa) e de José Dirceu, um dos investigados na Operação Lava Jato.

Abaixo, a lista completa dos políticos incluídos no grupo: Senado

Ciro Nogueira (PP-PI)

Blairo Maggi (PMDB-MT)

Ronaldo Caiado (DEM-GO)

Roberto Requião (PMDB-PR)

Fernando Collor (PTB-AL)

Aécio Neves (PSDB-MG)

Câmara Federal

Felipe Bornier (PSD-RJ)

Fernando Francischini (SD-PR)

Pedro Vilela (PSDB-AL)

Fábio Faria (PSD-RN)

Maurício Quintella Lessa (PR-AL)

Remidio Monai (PR-RR)

Domingos Sávio (PSDB-MG)

Jair Bolsonaro (PP-RJ)

Alberto Fraga (DEM-DF)

Acir Gurgacz (PDT-RO)

Estaduais

Ricardo Berzoini – Ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República

Tarso Genro – Governador Rio Grande do Sul

Miguel Corrêa – Secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (PT)

Zé Antônio – Deputado Estadual Goiás (PTB)

Gustinho Ribeiro – Deputado Estadual Sergipe (PSD)

Mateus Assayag – Vereador Parintins (PR-AM)

Bruno Cunha Lima – Deputado Estadual Paraíba (PSDB-PB)

Leonel Pavan – Deputado Estadual Santa Catarina (PSDB)

Adérmis Marini – Vereador em Franca, São Paulo (PSDB)

Marcelo Serafim – Vereador em Manaus (PSB)

Gil Lancaster – Deputado Estadual São Paulo (DEM)

Marcelo Palmeira Cavalcante – Vice-Prefeito de Maceió (PP)

Alan Sanches – Deputado Estadual Salvador (PSD)

Klaus Araújo – Vereador de Natal

Ralf Leite – Vereador de Cuiabá (PRTB)

Zezeco – Prefeito de Barra de São Miguel (PP-AL)

Lafayette Andradas – Dep Estadual de Minas Gerais (PSDB)

Adérmis Marini – Vice-Presidente da Câmara Municipal de Franca (PSDB)

Marcelo Serafim – Vereador de Manaus (PSB)

Beto Richa – Governador do Paraná (PSDB)

Eduardo Leite – Prefeito de Pelotas (PSDB)

Milton Vieira – Dep Estadual São Paulo (PSD)

Leonel Pavan – Dep Estadual Santa Catarina (PSDB)

Sérgio Toledo – Dep Estadual Alagoas (PDT)

Thomaz Nonô – Ex-Dep Estadual Alagoas

Luiz Inácio Lula da Silva – Ex-presidente da República

Michel Temer – Vice-presidente da República

Redação com Congresso em Foco

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POLÍTICA

Um mês após perder esposa, Schiavinato, é 1º deputado federal a morrer de Covid-19

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – O deputado federal José Carlos Schiavinato (PP-PR), 66, morreu na noite desta terça-feira (13) por complicações da Covid-19. Ele foi o primeiro deputado federal em exercício a morrer vítima da doença, segundo a Câmara dos Deputados.

Schiavinato estava internado em um hospital de Brasília desde o dia 3 de março e, uma semana depois, foi transferido para a UTI, onde passou a receber ventilação mecânica. Ele terá o corpo transladado para Toledo (PR), onde foi prefeito por dois mandatos (2005-2012).

A mulher dele, Marlene Schiavinato, morreu no dia 12 de março, também vítima da Covid-19. Ela tinha câncer e fazia tratamento havia três anos quando foi contaminada pelo coronavírus. Segundo a assessoria do parlamentar, ele não chegou a ser informado sobre a morte da mulher.

Nascido em Iguaraçu (PR), Schiavinato era engenheiro civil formado pela Universidade Estadual de Maringá. Além de prefeito de Toledo, foi deputado estadual no Paraná (2015-2018).

Estava no primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Era membro da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e participou da CPI do BNDES, entre março e outubro de 2019. Aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), era considerado um defensor do municipalismo.

Três senadores já morreram em decorrência da Covid-19 ou de complicações da doença: Major Olímpio (PSL-SP), José Maranhão (MDB-PB) e Arolde de Oliveira (PSD-RJ).

A morte de Major Olímpio aos 58 anos causou comoção entre os senadores. Ele era um crítico das políticas do governo federal no enfrentamento à pandemia e um dos principais defensores da instalação da CPI da Covid, que acaba de ser instalada. O parlamentar anunciou em 2 de março que havia contraído a Covid-19. No dia seguinte, foi internado no Hospital São Camilo, em São Paulo, de onde chegou a participar de uma sessão virtual do Senado. Ele morreu no dia 19 de março.

Segundo amigos do senador, ele não tinha nenhuma doença pré-existente, como diabetes ou outras comorbidades. Só reclamava, de vez em quando, de dores das costas (em especial após pequenas corridas que costumava praticar) e do estresse das disputas políticas.

O senador José Maranhão (MDB-PB) morreu no dia 8 de fevereiro. O parlamentar tinha 87 anos e era o mais velho do Congresso Nacional.

Maranhão havia sido infectado no fim de novembro, em João Pessoa (PB), durante o segundo turno das eleições municipais. Uma semana depois, foi transferido para São Paulo para se tratar, onde permaneceu desde então.

O senador Arolde de Oliveira (PSD-RJ), 83, morreu em outubro do ano passado. Ele estava internado havia mais de um mês e foi o primeiro congressista a morrer vítima da Covid-19.

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POLÍTICA

Nove partidos articulam “superpedido” de impeachment contra Bolsonaro

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A oposição está articulando a criação de um “superpedido” de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A intenção é reunir em uma única peça várias denúncias de crimes de responsabilidade cometidos pelo ocupante do Palácio do Planalto e entregá-la ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), até o final deste mês, em um ato nacional.

Lira já tem em sua gaveta mais de 70 pedidos de impeachment protocolados contra Bolsonaro e, até agora, não deu prosseguimento a nenhum deles.

A decisão pela estratégia foi tomada no Fórum de Partidos de Oposição, realizado de forma virtual nesta terça-feira (13), com participação do PSOL, PT, PCdoB, PDT, PSB, Rede, UP, PV e Cidadania.

“Vamos convocar uma grande plenária para chamar todos aqueles que pediram o impeachment do Bolsonaro. Além da luta pelos direitos do povo, temos a necessidade de colocar a luta política como uma questão prioritária”, afirmou a presidente nacional do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR).

No “superpedido” serão anexadas, por exemplo, denúncias sobre os mais diversos erros cometidos pelo governo Bolsonaro na condução da pandemia de Covid-19 e tentativas do Executivo de interferir politicamente nas Forças Armadas e na Polícia Federal.

Além disso, será feita uma cobrança pela aceleração na vacinação dos brasileiros contra a Covid-19 e pelo aumento do auxílio emergencial para R$ 600.

As informações são do site de notícias Brasil 247.

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